E as drogas anti-sono vêm aí
É o que diz Silvio Meira em seu post “vivendo em tempo integral [?]” publicado hoje em seu blog Silvio Meira, dia a dia, hit a hit. O que eu acho disso tudo? Simplesmente MARAVILHOSO. O outro lado da moeda? Eu não seria cobaia de drogas desse tipo mas nem fu*****o até que pessoas normais já as tivessem usando, constantemente, durante pelo menos uns 5 ou 10 anos.
Eu adoro dormir, não nego. É uma atividade das que requerem mais preparação na minha lista de tarefas diárias — tenho que tirar todas as 6 almofadas de cima da cama, a colcha, depois guardo tudo isso no armário, pego o edredon e o travesseiro, dobro o cobertor, coloco o edredon e depois o travesseiro; aí ligo o ar-condicionado, checo de o despertador está setado para a hora certa, desligo as luzes e daí pra eu entrar no mundo dos sonhos é tiro-e-queda.
Um detalhe no descritivo acima é o que me faz desejar dormir menos, ou até mesmo não dormir. Ou melhor: dormir quando eu quiser, não por necessidade, mas por vontade própria. Este detalhe se chama despertador.
Eu entrei recentemente para o grupo dos que pedem todos os anos para o Papai Noel mais horas disponíveis diariamente, e por isso procuro sempre otimizar meu sono ao máximo. Quando posso, durmo 8 horas; raramente mais do que isso. Normalmente, fico nas 7 horas, quando estou muito atolado de coisas para fazer o número já cai para 6 ou 5, mas aí já me sinto desconfortável e planejo uma compensação na noite seguinte — se possível, claro.
Todos já estão cansados dessas contas, mas não custa lembrar aqui: um ano tem 365 dias que multiplicados às 24 horas diárias temos um total de 8.760 horas anuais. Considerando a média e a recomendação médica de 8 horas de sono diárias, temos um total de 2.920 horas dormindo todos os anos. Subtraindo das horas totais, nos restam 5.840 horas “úteis” anuais. Passamos, portanto, um terço do ano dormindo.
Isso é muita coisa, pelo menos pra mim. Eu adoraria cortar meu sono pela metade inicialmente, continuar fazendo o que gosto, mas sem perder tanto tempo diariamente. Seria maravilhoso ir dormir às 2h da matina e acordar às 6h com mais disposição do que quando durmo às 23h e acordo às 6h, atualmente. Ao menos a conta de luz ia diminuir. ;)




Eu também não sei se aceitaria ser cobaia de um produto tão “fantástico” quanto esse. Quando você diz sobre a margem de anos que você possivelmente esperaria pra que se sentisse seguro a usar um medicamento anti-sono, dando entre 5 e 10 anos de uso até que você use, acho sensato. Na verdade, acho que faria o mesmo.
Mas, temos uma vontade em comum (não acho que isso seja tanto mério nosso não, mas, garanto que não é tão maior o número que toparia abrir mão do sono): diminuir o ócio sonolento que “mata” 1/3 do ano, logo, também 1/3 da vida. Seria, SIM, maravilhoso se existisse um medicamento que me fizesse dormir menos, algo em torno de 4 horas, e me fizesse acordar tão disposto quanto as 8 horas normais.
Não seria, necessariamente, pedir que fosse um energético, me dando mais disposição em metade do tempo. Poderia ser algo que me fizesse ter mais tempo pra coisas que considero importante, mas, que, ao menos, equiparasse o nível de relaxamento das normais 8 horas.
Não sei o que de prático eu adequaria ás minhas 4 horas adicionais, mas, ao menos, saberia 2/4 da minha vida poderiam ser recuperados com os olhos bem abertos!
Meu sono é uma bagunça. Durante a semana, eu durmo 6h por dia em média, desde os tempos do colégio. Sou notívaga, não consigo mesmo dormir cedo. Chegava a dormir só 3h de domingo para segunda =D
Como não faço nada de manhã e estudo à tarde, vou dormir lá pelas 5h ou 6h da manhã e acordo meio-dia. Não adianta, já tentei mudar, é impossível.
Claro, nos finais de semana, eu durmo 8h e uns quebrados, e acabo acordando muito tarde, o que me dá a maior fama de dorminhoca.
Mas legal mesmo é o modo “stand-by”, quando estou fazendo algum trabalho importante. Deixo o Mac fazendo alguma coisa, cochilo. Volto para o Mac, mexo em mais alguma coisa, e volto a cochilar. Fiz isso algumas vezes editando meus vídeos.
Eu também fiquei empolgada quando li essa notícia há uns meses atrás. Gastaria horrores com essas pílulas.
Apesar dessas drogas diminuirem a vontade de dormir ela não tira a necessidade de tal ato. Mesmo por que uma pessoa pode morrer de estafa caso não durma.
E sou totalmente contra a robotização do ser-humano. Tudo aquilo que o afasta (ainda mais) da sua natureza para mim é danoso.
É incrível como alguns acham que a ciência e a mente são tudo que o ser humano tem no mundo.
Ao invés de pensar em como ficar acordado, eles deveriam pensar em como ter mais qualidade de vida, isso sim.
Dormir é um ato necessário para o relaxamento do corpo e para o bom funcionamento dos órgãos internos.
Seria bom alguma coisa que substituísse o sono, mas fosse usado moderadamente, naquelas noites que precisamos terminar trabalhos da faculdade, entregar projetos….
Porque pó-de-guaraná faz efeito, mas depois dá o dobro do sono.
Eu sou adepto do chavão que diz que “dormir é perda de tempo”. Durmo por volta de 5 horas por dia e me dou por satisfeito. Mas isso também depende do organismo de cada pessoa: tem gente que requer mais tempo de descanso, enquanto outras não.
Concordo com a Luciana Schmoeler em um aspecto: final de semana eu realmente me estendo um pouco nas horas de sona. Claro que, ainda assim, não é o suficiente para compensar as horas “perdidas” durante a semana.