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A Web 2.0 e o Jornalista 2.0

Post removido após solicitação do autor, o Douglas Nascimento.

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Quem escreve?

Rafael Fischmann
Rafael Fischmann
Graduado em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda na Universidade Salvador - UNIFACS, tem paixão pela Apple e seus produtos desde quando adquiriu seu primeiro iMac (um G3 Blueberry), em agosto de 2000. Possui hoje um MacBook Pro unibody de 17 polegadas, um iPod video de 80GB, um iPod shuffle de 2GB e um AirPort Express. O mais novo integrante da família é um iPhone 3GS preto de 32GB.

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7 Comentários »

  • Pôlo disse:

    Realmente, a informação na era 2.0 é uma coisa impagável! Muito bom ter acesso a tantas fontes diferentes em um só lugar.

    Agora, para não passar batido, acho que há uma supervalorização do conteúdo feito por usuários.

    Porque muitos usuários produzem conteúdo com base no que lêem na internet, então as fontes confiáveis são duvidosas em muitos casos.

    Acho que a responsabilidade jornalística é uma coisa ainda a se discutir na Web 2.0. Eu prefiro um site que tenha um editor responsável por tudo que sai de notícia, do que um portal aberto para qualquer usuário escrever o que bem entender, sem nenhuma revisão.

    Se o jornalista 2.0 for uma pessoa realmente interessada em jornalismo, ele vai chegar a muitos lugares, porque vai entender a importância da divulgação das informações que ele põe no ar. Mas precisa ter embasamento, bagagem e às vezes, estudo sobre a área.

    Concordo quando vc diz que o curso de jornalismo irá mudar.

    Mas é muito irritante você se deparar com sites e blogs com pseudo-jornalistas que escrevem mal e suas fontes são outros sites e blogs.

  • Sempre acreditei que o curso de jornalismo deveria ser uma pós-graduação. O sujeito se forma em Ciência da Computação e depois faz uma pós-graduação em jornalismo. Assim ele poderia escrever em um caderno de informática ou revista especializada, por exemplo. Desta forma acho que veríamos menos absurdos escrito nos jornais.

  • Pôlo disse:

    Concordo, Érico, isso faz realmente muito sentido, principalmente em áreas técnicas onde o jornalista critica algo que não entende profundamente.

  • Antonio disse:

    Olá

    cheguei aqui através do Rec6 (www.rec6.com.br) que na minha opinião é o melhor “digg-like” nacional…

    parabéns pelo blog!

    Antonio

  • André Sugai disse:

    Mas será que essa revolução chamada web um dia irá extinguir a mídia impressa?? não digo todas as mídias, mas pelo menos jornais e revistas??

  • Luciana Schmoeler disse:

    O problema disso tudo é que entra no mesmo dilema do Design: muitos dos que trabalham com isso não são formados na área. É o que não falta no Design e no Jornalismo.

    Não sei como o pessoal do jornalismo lida com isso, mas os designers lutam faz tempo por uma lei para que seja necessário um diploma em design para trabalhar com isso. Mas é muito complicado controlar e lidar com isso, não tem mais como.

    Eu concordo com a opinião do Érico.

  • [...] Resolvei googlear (ou como diriam uns amigos exaltado, fui perguntar pra deus) que que era Jornalismo 2.0 pra começo de conversa. Entrando na brincadeira e sem ser herética ou profona, deus estar começando a me decepcionar (ou os internautas que estão); porque a busca me deu pouquíssimos resultados de jornalismo 2.0 (a maioria é sobre a web 2.0), os que eu encontrei não eram explicativos o suficiente. O que mais poderia se aproximar fui de um rapaz aficcionado por mac’s e ipod’s e que (supunho) nem ser jornalismo, um tal conhecido como Douglas Nascimento. [...]

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