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Apple enfrentará processo antitruste na Europa

Assim como a Microsoft enfrenta processos na Europa, a Apple enfrentará problemas devido às diferenças de preços das músicas da iTunes Store na União Européia — no Reino Unido o preço é mais alto que nos demais países europeus, e usuários britânicos não são autorizados a comprar músicas nas demais iTS. Enfim, como funciona em qualquer outro lugar com iTS, mas são os ingleses que mais perdem money.

O bom é que é o começo do fim do odiado DRM — but no Beatles available! :( E quem quiser música free, vai ter que desembolsar mais alguns centavos. Vixi.

[Muitíssimo obrigada pelo vídeo, Zé Paulo!]

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Luciana Schmoeler
Luciana Schmoeler
É estudante de Design Gráfico e, como todo bom designer, adora Macs. É apaixonada por cinema e gosta de curtir as trilhas dos filmes no iPod.

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7 Comentários »

  • Zep disse:

    Logo logo as outras gravadoras também devem tirar o DRM , so que pagando mais =\

    e lu magina quem agradece sou eu =D

  • Bicalho disse:

    Se não me enagno a coca-cola também é mais cara na Inglaterra…, Será que os ingleses vão processar a Coca? Aliás, muita coisa é mais cara na Inglaterra….

  • Bicalho, a diferença é que eles podem comprar a coca-cola na França. O iTunes não permite isso.

    Luciana, uma coisa eu não entendi. Por que existiam rumores de que os Beatles seriam “lançados ontem” no iTunes? O evento não era da EMI? Os Beatles não são da gravadora Apple? O que a EMI tem com isso? Não entendi isso…

  • Luciana Schmoeler disse:

    Pois é, confuso.

    Creio que por se tratar de uma coletiva do Jobs a respeito da iTS, esses rumores tenham circulado. A princípio, a primeira gravadora a dispor músicas DRM free foi a EMI, e o Jobs pode ter dado a coletiva em Londres só para anunciar essa novidade da iTS (eu também estou por fora de tudo que ele disse, nem tive tempo de ler a transcrição da coletiva ainda…)

  • Mac Porteiro disse:

    Na verdade, o pessoal está esperando pra saber quando que toda a coletânea dos Beatles vai ao ar na iTunes Music Store. Pelo que andei lendo, vai, mas em 128 kpbs (aff) como todas as outras músicas, e claro, com DRM. As sem DRM têm 256 kbps e cobram mais caro – embutiram o preço e deram a desculpa de melhoria da qualidade do áudio.

    Mas acho que o que o pessoal esperava era que fosse sair logo o catálogo dos Beatles sem DRM, o que seria… impensável por enquanto, creio. Beatles ainda é o mais vendido em toda a história da música, e a pirataria não pode correr solta com algo que vende bastante.

    Se bem que… “you say you want a revolution, yeah you know, we all wanna change the world”

    Os Beatles poderiam começar essa “revolução” no mundo digital. Mesmo só tendo sobrado 2 deles. Mas já foi um grande avanço as duas Apple se entenderem, então pouco a pouco a coisa vai mudar de figura.

    Agora… interessante como a Globo pôs a reportagem no momento errado. Era pra ser a reportagem dos cartéis dos postos de gasolina po! hauahauhau…

    :o)

  • MacMotiva disse:

    Poxa. Os caras colocaram um Zune para ilustrar o esquema da Apple. :)

  • Paulo disse:

    Infelizmente, a Apple, ou qualquer outra loja online de música, depende das leis de direitos autorais que são diferentes de país pra país.

    A retirada do DRM é um grande passo para a consolidação da venda online de música, pois é o último argumento que impede vários consumidores em potencial de comprarem do iTunes, por exemplo.

    É aquela velha história: “Se eu comprei, eu posso fazer o que quiser com a música”.

    Eu mesmo comprei 15 músicas pela iTunes Store, fiz um CD, e ripei de novo pro iTunes em AAC não protegido. Tudo isso porque queria escutar as músicas no meu SonyEricsson, queria colocar no iPod da minha namorada e copiar para alguns amigos, pois eram músicas de bandas que não vendem pro Brasil.

    Enfim, as fronteiras têm que ser quebradas. Apesar de ser online, ainda há a barreira das leis…mas isso vai mudar…tenho certeza.

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