Fundamentalismo open-source [atualizada]
Não julgarei o mérito da questão software proprietário vs. software livre, mas vejam a última declaração do sr. Mark Shuttleworth:
Não vamos insistir apenas na liberdade para o software. Em muitos casos há software e conteúdo nas distros atuais — no Ubuntu e em outras distros como o Debian — que não é livre. Por exemplo, vários produtores de firmware disponibilizam seu código-fonte, então essa nova versão do Ubuntu não virá com nenhum firmware se não puder disponibilizar junto seu código-fonte.
Em relação ao conteúdo: Há tipos de conteúdo por aí — como arquivos PDF — que não são editáveis mas que possuem um documento-fonte editável, e não iremos incluir esse tipo de documento (o PDF) a menos que incluamos o documento-fonte. Coisas como conteúdo em vídeo: Bem, um vídeo editado é legal, mas que tal os materiais originais? Assim essa versão do Ubuntu não irá incluir nenhum arquivo de vídeo que não inclua ou os arquivos originais ou acesso a eles. Assim estamos ampliando o conceito de “liberdade” para cobrir não só aplicações de software, mas também firmware e conteúdo, que é muito mais do que outros distribuições cobrem.
Não estão esses defensores do código livre indo longe demais? Concordo, neste aspecto, com a opinião do Carlos Cardoso, no Meio Bit. Eu detesto radicalismos, aonde quer que estejam.
Originalmente postado no Engenharia da Computação.
Atualização (20/4/2007 às 9h27): A declaração acima foi dada pelo sr. Mark Shuttleworth, e não por Richard Stallman, como escrevi originalmente. O texto foi corrigido.




Não foi o Mark Shuttleworth que disse isso não?
E também… Isso é sobre uma versão do Ubuntu pra aqueles obcecados que SÓ querer conteudo “livre” no seu pc… Não que isso vá mudar o Ubuntu que existe hoje em dia(que é voltado para o usuário)
Tem toda a razão, Thiago. Obrigado pela correção.
Abraços,
Disponha ^_^
Bom, acredito que você entendeu mal a situação. Mark Shuttleworth é o dono da Canonical, que criou o Ubuntu.
O slogan do Ubuntu é “Linux para todo mundo”, por isso eles vêm fazendo um trabalho fantástico com relação ao conforto do usuário no Desktop em sua versão principal.
Este anúncio que ele fez, é sobre apenas uma ramificação do Ubuntu voltada para aqueles caras que nem o Stallman, os radicais. A idéia do Mark é ter uma versão de Ubuntu para eles também, pois como o slogan diz: “Linux para todo mundo”, incluindo os radicais.
A propósito, o Cardoso é bem radical também mas defendendo princípios contrários. Já vi por diversas vezes ele publicando matérias tendenciosas e não corrigindo depois.
O Cardoso nunca foi e nunca será exemplo para ninguem, ele sempre puxou o saco da MS (acho que ele tem a vã esperança de um dia ganhar algo com isso) e suas matérias só servem pra gerar polemica. Tendo dito isto darei minha opinião sobre este post.
Como bem esclareceu o Paulo este linux é uma versão experimental de uma filosofia muito legal, que é a de disponibilizar as fontes de tudo. Eu acho isso legal pois poderá estimular as pessoas a entender como algo profissional é feito em software livre.
Exemplo um video que venha, este video irá conter todas fontes utilizadas, propiciando assim que um usuário possa entender, repetir e aperfeiçoar o material. Assim as pessoas podem aprender a utilizar software livre e os mais radicais não ficarão no pé do ubuntu por ele oferecer conteúdo proprietário (minha aposta).
Um abraço
Salvador
Preciso relatar, o Ubuntu Feisty Fawn ficou ótimo.
A promessa de instalar o xgl em 4 cliques funciona e muito bem!!
Outra coisa que noite é o meu HD pareceu funcionar mais otimizado nesta nova versão.
A quem não pode ainda ter seu mac os, aconselho fortemente usar o Ubuntu.
:)