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Oi interessada em trazer o iPhone para o Brasil? [atualizado]

De acordo com a matéria de Juliana Cardilli para o portal G1, a Oi estaria interessada em trazer o iPhone para o Brasil.

A companhia afirma ter grande interesse no produto e acredita que ele poderá realizar todas as suas funções que envolvem a operadora, como telefonemas, envio de torpedos e acesso à internet, sem qualquer problema. Contatadas, a Claro não soube dar essa informação, por não ter previsão de chegada do aparelho ao Brasil, e a TIM não respondeu até a publicação da reportagem.

Ué, mas a Oi não é aquela operadora que está completamente engajada na campanha “Bloqueio Não?” Inclusive, com toda a sua comunicação voltada para o fato dela não vender mais aparelhos bloqueados?!

Como ela faria para vender um aparelho onde você não pode trocar o SIM card? Como ela faria para vender o aparelho mais “bloqueado do mundo”? Ela jogaria toda a sua campanha no lixo para vender o iPhone? O que vocês acham?

Atualização (27/06/07 às 23:55): De acordo com o site Think Secret, o SIM card do iPhone pode ser removido sim do telefone. Vejam o comentário:

SIM card tray

As has been previously disclosed, the iPhone’s SIM card tray is located at the very top of the device and can be removed using a paper clip. iPhone owners will be able to use any AT&T SIM card in the tray, though the card will need to be activated through iTunes before using. Apple will recommend that customers use the SIM card that will ship with the iPhone.

Na minha opinião, isso pode mudar muita coisa, não?

« Mais uma análise do iPhone em vídeo, pelo USA Today É a vez de David Pogue falar em vídeo sobre o iPhone »

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Quem escreve?

Eduardo Marques
Eduardo Marques
Tem 26 anos e é formado em Comunicação Social (com habilitação em Publicidade e Propaganda) pela ESPM Rio. Carioca e flamenguista, atualmente trabalha como Gerente de Projeto em uma agência de marketing esportivo. Fascinado por design, tecnologia (principalmente produtos Apple), futebol, F1, cinema e séries.

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30 Comentários »

  • gustavo Granemann disse:

    o iphone nao tem SIM? alguem pode me explicar?

  • Gustavo, o iPhone possui o SIM card, mas ele provavelmente fica embaixo da bateria, que é acoplada ao telefone. Você não pode remover a bateria, consequentemente, não pode trocar o SIM card.

  • Ele tem chip sim (eu acho)

    Pra Oi ter o iPhone, vc terá que assinar o plano hiper-mega-power familia (500000 minutos Velox 67767676 minutos no fixo 2000 torpedos) ou o plano jedi-master corporativo (7887878787 minutos Velox 50MB 100000000 minutos no fixo).

    Eu já falei: em 2015 terei condições pra ter um :P

  • Newton Calegari disse:

    Se realmente for verídica essa informaçao, ou se acontecer mesmo. Na minha opiniao a Oi nao poderia jogar no lixo toda campanha do Bloqueio Nao.

  • Guilherme disse:

    Eu vi que a Vivo tentou contato com a Apple, mas não houve “Respostas!”

    abs

  • Clovis Jacob disse:

    Mas desviando um pouco o assunto… eu não entendo muito disso, mas será que (levando em conta que milhares de pessoas tentarão desbloquear o iPhone) não acharão uma forma de desbloquear esse cel rapidamente???

  • Bruno Casarini disse:

    Se a AT&T não conseguiu dobrar a Apple pra vender o iPhone desbloqueado, duvido que a Oi consiga. Isso se ela quiser ser coerente com a campanha do Bloqueio Não.

  • Bruno, provavelmente vão conseguir desbloquear depois de algum tempo. Mas o problema é que na teoria, para você usar o iPhone com outra operadora, precisa trocar o SIM card. E para fazer isso no iPhone, você precisa abrir o aparelho, tirar a bateria e trocar o SIM card, se é que isso é possível, pois a bateria é acoplada no telefone. E fazendo isso tudo, você provavelmente perde a garantia do iPhone.

    Veja bem, isso tudo é teoria, já que o produto ainda não foi lançado e ninguém colocou as mãos nele.

    • Fellipe disse:

      nao precisa de nada disso , o SIM CARD do iphone pode ser retirado qts veses quizer sem perder a garantia , o SIM CARD fica em uma bandeja , dentro da caixa do iphone bem uma chave que é feita para vc abrir essa bandeja. e sobre o desbloqueio ja tem varios aplicativos gratuitos na internet q desbloquia o iphone 3G e 3GS gratuitamente sem nenhum perigo.

  • Cá entre nós, eu prefiro 1 milhão de vezes que seja iniciativa dela, do que das outras que tradicionalmente sempre vendem aparelhos bloqueados.

    E neste caso, não é uma iniciativa dela e sim do fabricante… e em escala mundial, ou seja não é uma restrição de uma maligna operadora de celular tupiniquim contra os fracos e oprimidos Macusers de terra brasilis.

    Vou chamar o Super15! kkkk

  • Então Douglas, mas justamente pelo fato da Apple querer deixar o aparelho muito bloqueado, não era o caso da Oi nem olhar para o aparelho?

  • Pois é, a questão é complicada pois envolve toda uma questão mercadológica.
    A Oi é bem menor que TIM, Vivo e Claro… um iPhone seria uma mão na roda para popularizar e difundir a Oi…
    Acho que eles não irão (e não devem) deixar a oportunidade passar.
    No caso das outras operadoras, o bloqueio parte delas e por mesquinharia , nem tanto por uma questão do fabricante.

  • Vamos lá, por partes:

    1º – Já não gosto da Oi e “Telemar-like companies”. Só por esse motivo, eu não simpatizaria com o fato de essa empresa, péssima prestadora de serviços (no pós-venda principalmente), ser a vendedora oficial do iPhone. Sou cliente Claro, mas, aceitaria com mais simpatia um Vivo iPhone ou um Tim iPhone.

    2º – Que campanha “diga não ao bloqueio” é essa?! Sim, eu conheço. Mas, a questão é que essa campanha é pra pegar desinformados. Sinceramente, posso dizer claramente á quem ela é direcionada: ao público leigo em teles e ao público sem internet. Qualquer pessoa com um pouco mais de informação que a massa do país (não estou querendo ofender ninguém, não é esse o caso) sabe que comprar celular desbloqueado ao preço que a Oi cobra é simples, rápido, fácil e não precisava desse estardalhaço. As concorrentes deram uma boa resposta á essa campanha. A Oi é amplamente conhecida por não oferecer níveis de subsídio que outras operadoras como Vivo e Claro oferecem, que em várias campanhas oferecem celulares de graças. Trocar o não-subsidiado bloqueado pelo não-subsidiado desbloqueado sai ao mesmo preço e não é mistério nem segredo no mercado: basta ir á alguma Lojas Americanas e comprar um Claro bloqueado á R$149 ou o mesmo desbloqueado á R$ 229 (Gradiente GF-600), por exemplo. A Oi, pelo mesmo aparelho cobrava o preço de (R$ 229) pelo aparelho (em janeiro/07), na época, bloqueado.

    3º – Bem, acho que popularizar e difundir a Oi, Claro, Vivo ou quaisquer que sejam as operadoras, no Brasil, o iPhone não irá. A mais de R$ 2.000 um aparelho, esse milagre não será alcançado aqui. O todo-poderoso N95 tá aí a R$ 2500 na Americanas.com e nem por isso todo mundo saiu correndo atrás dos 5 megapixels Wifi e por aí vai.

    Se nem o iPod, com quase 6 anos de fama e sem assinatura mensal não se tornou tão popular no Brasil, não será o iPhone o causador dessa revolução no poder de compra brasileiro. O feito do iPod, no Brasil, foi grande, sim: centenas de derivações de mp3 estão circulando no mercado. Foi criada uma necessidade de consumo, o Mp3. Agora eles vendem como mp4 – que os mais informados sabem que se trata, como mp3, de um arquivo de reprodução – e, apostando na falta de conhecimento da massa, anunciam o mp5 como uma evolução do mp4/3: agora, mp5 serve pra música, vídeo e foto.

    O iPod, no Brasil, só entrou em massa no mercado publicitário, que distribui centenas deles, de todos os tipos, em qualquer campanha – do sabão-em-pó ao refrigerante. O iPhone, no Brasil, teria um mercado ainda mais difícil de entrar…

  • Realmente é uma possibilidade, mas tem a questão da compatibilidade da rede. Acho que já li que a única que tem o triband com a capacidade de fazer o iPhone funcionar aqui no Brasil é a Vivo.

    Ainda tem a questão do preço, que no mínimio seria R$4000 a bagatela. :P

  • Bruno Casarini disse:

    Eduardo, como já mostrado aqui mesmo neste blog, é possível trocar o SIM Card sem abrir o aparelho. Mas se tem uma coisa que odeio profundamente na Apple é essa mania de fazer iPod ou iPhone sem bateria removível.

  • Bruno, eu mesmo atualizei o post com esse informação. Infelizmente, as informações do aparelho vão saindo aos poucos, e a gente fica aqui tentando descobrir as coisas, fazendo previsões!

    Mas a questão da bateria já está confirmada que será assim, igual a bateria do iPod. Infelizmente, de novo.

    Thiago, concordo com o que você falou. Pode ter certeza que a Oi não fez essa campanha “Bloqueio Não” porque ela é boazinha. Como toda empresa capitalista, ela quer lucrar.

    É sabido que a Oi estava com problemas para negociar compra de aparelhos com os fabricantes, e por isso, ficou sem poder de negociação para preços melhores nos aparelhos. Já que ela ia ter que vender aparelhos sem descontos, sem subsídios, “desbloqueados”, porque não fazer uma campanha para isso?

    Sobre as vendas do iPhone no Brasil, concordo que não iria vender muito se o preço for elevado. Mas a operadora que conseguir trazer o iPhone para o Brasil, vai poder fazer muita campanha em cima disso, vai ganhar muita mídia espontânea, além de aproximar a sua marca da empresa Apple, o que é muito positivo para a operadora, devido a imagem que a empresa tem de fazer bons produtos, com qualidade, bonitos, etc.

    Agora, eu acho que o iPod e o N95 só não são populares por um simples motivo. Preço. Hoje, poucos podem comprar um aparelho como esse. Mas mesmo assim, mesmo o iPod sendo o iPod mais caro do mundo aqui no Brasil, ele ainda vende. E é exatamente ele que está abrindo os olhos do público para os Macs e para o iPhone. Independente das pessoas terem ou não um iPod aqui no Brasil, hoje elas conhecem a Apple. Hoje elas já olham diferente para um produto da Apple. E se um dia os preços caírem, o que eu acho difícil, eles vão vender sim, e muito.

    Porém, hoje existe uma grande diferença entre o iPhone e o Nokia N95. E não estou falando de tecnologia. As pessoas que compram o N95 são as mesmas que poderiam comprar o iPhone. São pessoas que gostam de tecnologia e se interessam pelo assunto. São antenadas, são geeks, etc. Mas o público do iPhone não necessariamente é o mesmo do N95, se é que você me entende. Muitos comprariam o iPhone – dependendo do preço – só por ele ser o iPhone. Só por estar causando esse zum zum zum. Só por ser um iPod telefone. Só por ser da Apple, coisa que eu acho que não aconteceria com a Nokia.

    Foi o que o David Pogue disse sobre o aparelho: “ele tem o logo da Apple”. E isso, essa vontade de ter um produto Apple, de ter um iPhone, pelo menos aqui no Brasil – e em boa parte do mundo – é devido ao iPod. Pode ser que um dia isso passe. Mas agora, é assim que funciona, pelo menos na minha visão.

    Ufa, terminei! :-D

  • Extamente Eduardo, existe um abismo mitológico entre Apple e non-Apples. O exemplo do N95 é só de um aparelho que tem funções jamais reunidas antes num celular, que entrou no mercado (protótipo não conta), e que chegou aqui no Brasil á valores extorsivos. Mas, como você bem citou, os potenciais compradores, os que tem poder de compra interesse, são os mesmos: pessoas tecnologicamente bem informadas. Mas, é exatamente nesse ponto que a Apple ganha no mercado do iPod e ganhará no iPhone: além dos geeks, techfans e por aí vai, a Apple consegue atrair e seduzir a atenção de simplesmente qualquer pessoa.

    Um exemplo: bostoZune. Essa maquininha feia lançada pela Microsoft inclui o Wifi, que é um bom atrativo á mais no aparelho. Mas, veja: a MS não conseguiu atrair nem que sabe o que é o Wifi, os geeks, nem que não sabe, o resto do mercado que simplesmente quer um mp3, mas, que entre escolher a beleza e o efeito cool da Apple e as dezenas de siglas indecifráveis e supérfluas, eles ficaram com a primeira opção.

    Acho que no mercado de celular, vai ser a mesma coisa. Quanto ao modelo de negócios, acho que aqui as coisas devem ser adaptadas ao mercado brasileiro. Estamos falando de preços, de subsídios e outras coisas mais. Bem, no mercado americano, o modelo de negócios do iPhone extinguiu completamente o subsídio. A AT&T deu carta branca pra Apple desenvolver o produto, o preço e o modelo de negócios tal qual ela achasse necessário.

    Agora, tanto na América quanto no Brasil, hoje, os mercados são parecidos: mercado maduro, subsidiado e com ampla base de usuários. Se lá ela (Apple) não aceitaou o subsídio, como eles fariam aqui, então? Sim, por que é consenso: sem investimento das operadoras e com preço cheio, no Brasil NÃO vende.

    É esperar pra ver. Nem que seja na próxima copa…

  • Van der Lancaster disse:

    Olá caros amigos!
    Tem muita gente por aqui que acredita em contos de fada.
    Eu não acredito que o iPhone venha pro Brasil tão cedo pois:

    1- Ele foi feito sob medida para a rede da AT&T nos EUA.
    2- Ele está completamente integrado ao iTunes Store.
    3- Se não me engano, os EUA são dos poucos países (se não o único) que possui uma loja do iTunes: imaginem se a Apple se interessaria em abrir uma loja do iTunes num país subdesenvolvido. Se aqui a linha de produtos deles consiste na sua essência de estações gráficas, que sentido faria vender celular por aqui?
    4- A AT&T é uma empresa madura de 122 anos, a maior operadora de telefonia dos EUA. Porque a Apple se interessaria na Oi? TIM? Claro? Vivo? do Brasil ainda! Como elas teriam o cacife de adequar sua rede especialmente para meia dúzia que comprariam o aparelho? (a Vivo nem conseguiu ainda fazer funcionar direito a sua rede 3G).
    5- O iPhone tem que ser fabricado. Não acredito que a empresa que está fabricando os aparelhos tenha capacidade de atender os pedidos se a demanda por esses aparelhos nos EUA for grande. Imagina entao vender no mundo inteiro… vishh nao dá nem pro cheiro.

    É o que eu acho.
    Boa noite

  • Bruno Casarini disse:

    Lancaster, tem iTunes Store em quase toda Europa ocidental…

  • Lancaster, a iTunes Store está presente em mais de 20 países.

    Se não me engano, o Brasil possui um mercado de mais de 100 milhões de aparelhos, o que é um bom mercado. Alguém tem esses números atualizados?

  • Van der Lancaster disse:

    Obrigado pela informação Bruno e Eduardo. Realmente eu não sabia.
    Mesmo assim, não creio que a Apple se interessaria no Brasil tão cedo.

  • Julix disse:

    Não acredito numa vinda do iPhone para o Brasil tão cedo, mas à um longo prazo pode até vir, se bem que acredito que é mais provável um iPhone “killer” vingar por aqui, vide vendas iPod em terras tupiniquins.

  • Filipe Alvarenga disse:

    Lancaster, recentemente eu lí uma matéria na Mac sobre o novo diretor geral da Apple Brasil.
    A matéria era sobre o novo posicionamento que a Apple Brasil iria adotar e algumas ações que eles pretendem implatar.
    Dá só uma olhadinha no que ele falou sobre uma loja Itunes no Brasil:

    Entre as principais novidades para o futuro estão a chegada da iTunes Store brasileira, apesar de não haver qualquer data ou indício de que isso acontecerá ainda este ano, e que o iPhone pode, sim, ser lançado no Brasil. “O México terá a primeira iTunes Store latina, e o Brasil é o próximo da fila”, adiantou Beto, sendo bastante cuidadoso para não falar em datas.

  • [...] dia 2 de junho eu escrevi um artigo sobre a coerência da Oi – que está vendendo aparelhos celulares desbloqueados – tentar trazer o [...]

  • [...] Oi interessada em trazer o iPhone para o Brasil? [...]

  • Nello Boratto disse:

    “Vou entrar na briga pelo Iphone” diz Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi.
    Leia mais.. http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0923/negocios/m0164682.html

  • Renô disse:

    Bom…
    Na parte superior do iphone possui um orificiono qual pode ser retirada a
    tampinha e inserido o chip.
    A AT&T tentou de todas as formas desbloquear o iphone sim………

  • fabi disse:

    é claro que o chip pode ser trocado. que história é essa de chip embaixo da bateria?

  • [...] com a Apple para vender o iPhone totalmente desbloqueado em território nacional. Isso nos leva a um post publicado aqui no site em junho de 2007, quando já se falava nessa hipótese. Na época, logo levantamos a discussão acerca do [...]

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