Naked light: um editor de imagens com uma nova abordagem
Naked light é o nome de um novo editor de imagens que me parece bastante promisor. O novo editor entra em beta público hoje — exatamente daqui umas 20 horas. Assim que eu puder, irei baixar e instalar em minha máquina para testar sua nova forma de trabalho.

Segundo o pessoal que o criou, o Naked não trabalha com idéias antiquadas como pixels, layers, cores 8-bit, filtros não re-editáveis e operações destrutíveis. Pelo contrário, o Naked trabalha com o conceito de tratamento não-destrutível (que visa manter as características originais das fotos intactas), filtros dinâmicos (que podem ser alterados infinitamente depois de aplicados), composição baseada em Nodes (ou nós), resolução infinita e ferramentas profissionais.
Composição em Node:
O Naked light é principalmente baseado nas funcionalidades do Node. Os Nodes são blocos que são utilizados com imagens, filtros, brushes, ajustes de cor, níveis…
Os Nodes são a substituição dos famosos layers do Photoshop, só que podem ser “montados” de formas variadas — podem ser empilhados ou colocados lateralmente uns aos outros — algo que os layers não suportam. A interação entre os blocos dos Nodes são indicadas por setas entre eles.
Resolução Infinita:
O Naked light é um programa pixel-free (na teoria, claro) que trabalha com unidades do dia-a-dia (como eles chamam) como centímetros, polegadas e outras. Você pode trabalhar com imagens em diferentes resoluções, padrões cromáticos e aspect ratios dentro da mesma composição. O Naked irá re-escalar e padronizar tudo automaticamente sem que você tenha que ficar convertendo tudo primeiro.
Eu só não tenho certeza se o Naked light é realmente um programa totalmente profissional como o Photoshop. Ele me parece que é mais indicado para um usuário comum ou pelos menos um que tenha algumas noções mais avançadas em tratamento de imagem por causa da sua facilidade de uso. Para a paulera no dia-a-dia de um profissional acho que ele ainda ficará devendo. Posso estar enganado, mas acho que isso só irá acontecer em alguma versão futura.
Os requisitos para rodar o Naked light são o Mac OS X 10.5 Leopard e placa de vídeo NVIDIA ou ATI. Mais informações podem ser vistas no blog do pessoal da Naked ou no próprio site da empresa.




Curioso esta tal luz peladona aí… hehehehehehehehe
Confesso que fiquei bem interessado!
Vamos ver no que dá!
Rafael, se vc instalar e usar, nos conte o que você achou…
Infelizmente, eu me lembrei por acaso, que ainda não tenho o Leopard instalado na máquina… Vou ter que esperar um pouco para ver como funciona. :)
Aqui tb falta o Leopard!
“anvaçadas” ???
o software parece ser massa, essa ideia de pixel-free quebra um galho
No meu iMac, além de faltar o Leopard, falta a placa da NVIDIA ou ATI… Ou seja, só trocando de Mac. :(
A mesma coisa que acontece com o Bruno Cesarini, acontece comigo! rsrsrs Só trocando de Mac aqui tb… :| Prefiro o Photoshop! :D
Felipe, me falta o “Leo” tb….
Hoje a noite quero ver se dou um jeito nisso, por meios ilícitos, lógico.
A grana ta curta!
Mas, assim que rolar o “Leo” já comento a respeito!
Ele pode ser bonitinho, até bom, mas não substitui o Adobe Photoshop, sem contar que ele já perdeu pondo por só rodar no Leo.
saudações a todos
Gostei muito deste conceito de nodes.
Mas cá entre nós, essa história de resolução infinita não cola. E trabalhar com a imagem em cm ao invés de pixels causa um grande problema: a resolução. Vc pode ter uma imagem de 10×10 cm com 96dpi ou os mesmos 10×10 cm so que com 300 dpi. E aí? como o programa lida com isso? A noção de densidade de pixels (dpi – dots per inch) é fundamental para determinar a qualidade de uma imagem. Não é nada profissional publicar uma imagem de 96 dpi em uma revista impressa.
Além de exigir o Leopard, por enquanto ainda não é binário universal: funciona somente em Mac Intel.