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Microsoft aposta em nova campanha com Seinfeld e Gates: “foi só pra quebrar o gelo”

De uma forma geral, o primeiro VT da campanha multimilionária da Microsoft contra a Apple não foi muito bem recebido. Ou, no mínimo, muitos nem sequer entenderam a sua idéia que, segundo a companhia, serviu para “quebrar o gelo”:

O primeiro conjunto de anúncios destaca Bill Gates e o comediante Jerry Seinfeld. Pense nestas peças como uma tentativa de “quebrar o gelo” para reapresentar a Microsoft à audiência num contexto de consumo. Mais tarde, neste mesmo mês, conforme a campanha mover-se em direção à próxima fase, entraremos muito mais a fundo na ação de contar a estória do Windows e celebrar o que ele pode fazer pelos consumidores no trabalho, nas horas de lazer e no vai-e-vem cotidiano. A esse tempo, voltarei para compartilhar mais informações sobre nossos planos de reforçar mais ainda o elo entre os consumidores e o Windows — um dos produtos, negócios e marcas mais incríveis de todos os tempos; e, com tenacidade, paixão e agilidade certas vindas de todos nós, uma estória que tem muitos grandes capítulos por vir.

O trecho acima é parte de um memorando enviado na última quinta-feira à noite para funcionários da Microsoft por Bill Veghte, vice-presidente sênior do Online Services & Windows Business Group da companhia.

É o que eu sempre digo: se uma peça publicitária necessita de explicação, há algo de errado. O lado bom disso tudo, para a Microsoft, é que a seqüência da campanha não tem outra alternativa a não ser vir melhor do que isso aí; e olha que eu sou fã de Seinfeld. Ah, claro, se a máxima de Steve Ballmer é “falem mal, mas falem de mim”, o objetivo do VT foi conquistado.

« Apple admite que britânico inventou o iPod em 1979 Banner no YBCA exibe um iPod mais “magro” que os atuais: será este o nano 4G? »

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Quem escreve?

Rafael Fischmann
Rafael Fischmann
Graduado em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda na Universidade Salvador - UNIFACS, tem paixão pela Apple e seus produtos desde quando adquiriu seu primeiro iMac (um G3 Blueberry), em agosto de 2000. Possui hoje um MacBook Pro unibody de 17 polegadas, um iPod video de 80GB, um iPod shuffle de 2GB e um AirPort Express. O mais novo integrante da família é um iPhone 3GS preto de 32GB.

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12 Comentários »

  • M. Doofy disse:

    Desculpa esfarrapada!

  • Paulo Montenegro disse:

    Pode ser que eu esteja paranóico, mas ele apertando essa bota não seria uma mensagem subliminar para o BOOTcamp? :P
    Boot = Bota em inglês. :p

  • Pedro Carneiro disse:

    Olá,

    Não sei onde postar essa noticia….
    Hoje recebi um sms da vivo, para eu reservar o iphone.
    Ao contrário da Claro, a reserva foi de graça !!!
    Achei que seria interessante vcs saberem….

    abs
    Pedro

    Obs. Otimo trabalho que vcs fazem, gosto muito do site. Parabens !!

  • Arimathéia disse:

    Eu ainda acho que eles estão focados na construção de um conceito e, por não se tratar de um público desinformado e com uma média de leitura 15x superior, não precisam entregar o jogo já de cara e esfregar a mensagem como as agências brasileiras fazem.

    Usam o esquema baby-steps assim como várias outras empresas “conceituais” como Nike, Johnny Walker, etc.

    Quando a ficha do conceito cair ele acionam a fase dois. E assim por diante…

    A idéia será mostrar que o mundo Windows consegue (na visão deles) fazer o mesmo que o Mac só que com um investimento menor ou que muitos usuários comprar super Macs e não usam nem 20% do potencial e poderia investir o resto em qualidade de vida.

    Saberemos se a campanha funciona daqui alguns meses se a Apple mudar o discurso e o conceito.

  • falo cutaneous disse:

    não copiem mais o gizmodo

  • Aninha disse:

    “É o que eu sempre digo: se uma peça publicitária necessita de explicação, há algo de errado.”

    Sábias palavras, disse tudo!

  • manel disse:

    Isto é piadas de gente grande………………

  • Bruno Santos disse:

    @Arimathéia: Um comercial que não mostra o produto vende uma opinião para quem ainda não formou a sua. Que conceitos esse comercial apresenta? Bill Gates é incapaz de saber seu próprio tamanho de calçado, é membro de um Clube de Palhaços, etc.
    TEM que ter sido proposital a rejeição ao anúncio – e foi muito rejeitado. Impossível alguém montar um comercial como esse sem levar em consideração a rejeição do público. Quanto mais tempo passa mais se fala do comercial. E pior.

  • Putz…

    Eles querem “iniciar um papo” com o consumidor…

    Até mesmo pra fazer propaganda a Microsoft é beeeeem mais complicada que a Apple.

    Eu, hein…

  • Arimathéia disse:

    @Bruno Santos

    Então… É aí que eles começam a trabalhar, tendo em vista os comentários do momento. Agora eles vão pegar o recall deste primeiro passo e vão criar o segundo para gerar mais comentários e ir colocando mais um conceito.

    Neste primeiro notei a analogia do Bill (uma das pessoas mais ricas do mundo) comprando um sapato simples que simplesmente funciona sem precisar ter grife.

    Eu sou fã de Mac e não concordo mas será esta a base da construção do conceito da Microsoft. A agência não seria tão burra assim a ponto de se comprometer em um investimento desses se não soubesse onde pisa.

    Vamos ver se eles conseguem dar os próximos passos ou se desistem mas acho que o conceito só será “percebível” após alguns meses e medindo o status da marca na mídia.

  • Arimathéia disse:

    Se eu tivesse a conta da Microsoft, a única saida seria desmontar o status “hype” e “cool” da Apple demonstrando situações cotidianas e a sua solução utilizando hardware genérico e mais barato, que “no fim das contas, acaba fazendo o mesmo rodando o Vista”. Outra base seria mostrar que a grande maioria das pessoas compra computador mais para se sentir poderoso ou para se exibir do que realmente utilizar toda a sua funcionalidade e que isso custa caro.

    Podem mostrar que a maioria da população usa computador para acessar a web, checar emails e usar messengers e compra super máquinas para usar apenas 10% do valor investido.

    Os americanos notadamente primeiro compram para depois verem se tem uso e esta campanha não está voltada a lógica brasileira. Eu vejo claramente que a agência tentará atacar o efeito hype da Apple.

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