A aventura para achar um iPod touch na Europa
Colaboração especial por Glauber Uchoa.
Na semana passada, viajei para Barcelona (Espanha), a trabalho. Aproveitei a oportunidade para visitar uma grande cidade européia e adquirir um dos novos iPods touch.
Já saí do Brasil com uma pesquisa feita pela internet, sabendo que encontraria o dito cujo, com certeza, em pelo menos duas grandes lojas de departamento: a Fnac e a El Corte Inglés. Sabia que gastaria cerca de 370 euros, que era o preço da versão de 32GB. Em reais, antes das quedas de bolsas pelo mundo todo, isso sairia mais ou menos R$925.
Estava pronto para a compra, mas foi ilusão minha achar que bastaria chegar à loja e comprar o aparelhinho fino e maravilhoso. Na ida para a Europa, passei por free shops no Brasil, Portugal e Espanha e nada dos novos iPods. “Tudo bem”, pensei, “eles só chegarão depois que todo mundo vender seus últimos iPods nanos e classic de 160GB.”
Passei a semana inteira indo a essas duas grandes lojas e a outras pequenas. A promessa era que as novas versões chegariam a qualquer momento. Enquanto isso, eles continuavam vendendo as últimas unidades das versões antigas, a preços maiores do que os novos, já anunciados em seus sites.
Já triste e acabrunhado, no penúltimo dia de minha estada na Espanha, já pensando que teria que comprar meu iPod no Brasil em algum esquema à la MercadoLivre a um preço escorchador, aproveitei o horário de almoço para dar mais uma olhada nas lojas. Na Fnac, nada; no El Corte Inglés, lá estava um único exemplar de 8GB na sua caixinha de acrílico brilhante, ao lado das dezenas de caixas pretas das versões antigas. Nada das versões de 16 ou 32GB.
Prontamente, solicitei à vendedora o meu iPod. Na mesma hora, outro carinha também pedia um aparelhinho, só que na versão antiga. Vi que o preço do anterior havia caído um pouco, agora 19 euros mais barato do que a nova versão. Respirei aliviado quando paguei os 219 euros da compra. Isso me custou, a euro comprado antes da crise da bolsas, cerca de R$559.
Perguntei à vendedora se não chegariam mais aparelhos da nova versão e ela me disse que não tinha previsão. Segundo ela, haviam chegado à loja apenas dois aparelhos naquele dia, um de 16GB vendido pela manhã a 279 euros, e o que eu estava comprando. Para fazer um tira-teima, passei nas lojas no último dia de estada e nada dos novos iPods touch.
Na quinta-feira, havia chegado à Fnac uma leva de novos nanos coloridos e bonitos. Todos em versão 4GB — aquelas que não deveriam ter sido e acabaram “fondo”. Esta versão estava sendo vendida a 119 euros, mais barato do que os antigos nanos, que lá eram vendidos em vários locais a cerca 150 euros ou mais. Hoje, o site da Fnac anuncia esses novos nanos a 109,90 euros. Imagino que eles estão querendo vender essa leva de “fondos” para receber as novas de 8 e 16GB, além dos novos touch.
Viagem touch
Pelo que pude observar durante esta viagem, existe uma tendência forte, na Europa, de tornar tudo que for possível em touch. Fui fazer um curso sobre gestão, cultura e tecnologia em um instituto que trabalha justamente com novas tecnologias. Todos os projetos de novos museus, prédios públicos e exposicões de arte são interativos e contam com tecnologias avançadas de interação com o público.
Para não me deixar mentir sobre essa tendência, confira abaixo um vídeo que fiz já na ida, no avião da TAP, mostrando minha tela de vídeo individual touch para assistir a filmes, programas de TV, ouvir músicas e jogar games. Como você notará, a tela não é nenhum iPod touch e necessita de um certo vigor no momento de apertar para escolher uma opção, mas de todo modo é o avanço da tecnologia chegando a muito mais pessoas.
http://video.google.com/videoplay?docid=-416967075131568882



Realmente a Europa não é consumidora voraz dos produtos Apple, como os USA e Japão…
comprei o meu de 32 GB 2 dias após o lançamento na apple store de mall of america em minneapolis
só ficaram me devendo um case pra ele!
“Realmente a Europa não é consumidora voraz dos produtos Apple, como os USA e Japão…”
esta completamente enganado, em Portugal, temos uma alta taxa de consumo Apple,e Ipods Touch? quantos é que precisam? Espanha é que não é exemplo para ninguém a nível de tecnologia, em Portugal temos a maior taxa de consumo a nível de Celulares, quase 1 por habitante.
Não é por nada que a Apple coloca os seu produtos (tipo o iPhone) primeiro em Portugal que no Brasil,, e todos nós sabemos que o mercado brasileiro é enorme, a cidade de S. Paulo tem mais habitantes que Portugal inteiro.
Portugal tem dos maiores centros de tecnologia da Europa, como a Siemens Microsoft etc, pena que ainda n temos uma Apple Store oficial
comprei meu ipod touch 2G em algeciras/espanha
chega em 2 dias >D
comprei há uns 20.. sem maiores problemas
cara, eu comprei o meu facil aqui na espanha, e no site da propria apple
Lamento pela situação…
Se você tivesse em Paris compraria o seu ipod touch sem nenhum problema!
Eu não comprei o meu ainda pq to sem grana :\
hehehe
e o cara ali em cima PEDIU uma piada d portugues, alguem tem uma? :)
Em Paris, sem dúvida, teria comprado fácil.
o ipod touch, comprado fora do brasil, tem que ser desbloqueado (tipo o iphone)?
rapaz… hoje em dia pelo menos na Fnac vc já pode comprar um Ipod com 32 Gb por 299 euros…..
ah!!! e digo isso porque já comprei dois na Fnac um mandei pro meu irmão ai no brasil e outro pra mim..:D
@Pedro Chaves, em qual Fnac? Portugal, Espanha, etc ?
Na fnac portugal custa 379 euros (32 GB), ainda como pré-venda.
Eu estava em Moscou até a semana passada e lá tinha muito touch pra comprar, iPhone e tudo mais. Na conexão pro Brasil que fiz por Frankfurt tinha o novo de 32GB vendendo numa das lojas do aeroporto também.
Será que esse problema é só na Espanha?