IBM abre processo contra ex-funcionário por ele ter decidido trabalhar para a Apple
Mark Papermaster trabalhou na IBM por 26 anos, sendo um dos principais executivos na área de processadores e servidores corporativos da companhia até seu pedido de demissão, em 21 de outubro. Ao decidir ir trabalhar para a Apple, a Big Blue decidiu processá-lo, devido ao fato de ele possuir informações capazes de trazer prejuízos aos negócios da IBM.

O processo foi enviado à Corte Distrital de Manhattan um dia após o desligamento de Papermaster da empresa, em 22 de outubro. Nele, a IBM alega que o executivo “conhece informações secretas e altamente confidenciais da companhia, que a afetariam de maneira irreparável caso ele fosse trabalhar para a Apple”.
Durante o tempo em que passou na IBM, Papermaster chegou a ter um certo relacionamento com a Apple, em especial na época em que ela utilizava processadores PowerPC em seus computadores. Ele foi um dos principais arquitetos envolvidos no desenvolvimento destes chips, em especial no final dos anos 90.
Há poucos anos, a IBM o colocou no comando da divisão de Servidores Blade. Nesse ponto deve estar uma das suas preocupações, já que o atual Xserve produzido pela Apple não possui o mesmo design robusto e a flexibilidade de um Servidor Blade, mesmo sendo bastante eficiente sem a necessidade de muito espaço ou alto custo de manutenção.
Vale lembrar, também, que a recente aquisição da PA Semi pela Apple seria um outro fator de risco para a IBM, já que esta foi responsável por desenvolver recentemente um modelo de processador muito eficiente, baseado na arquitetura PowerPC, na qual Papermaster possui grande experiência. Talvez, no pensamento da Big Blue, a Apple poderia usar esses conhecimentos para desenvolver um hardware massivo para corporações e que também seria muito útil para si própria, na administração dos seus serviços online.
Contudo, isso não vem ao caso por dois motivos:
- A Apple acredita muito no seu relacionamento com a Intel em seus produtos atuais, sendo que a compra da PA Semi possui outras razões que pouco se relacionam com Papermaster;
- Não há fundamentos para ela se interessar tanto em competir com a IBM no mercado de Servidores Blade, dado o seu tamanho nesse tipo de negócio e lembrando que Xserves são atualmente usados em nichos muito específicos.
Além disso, a Apple tem uma estrutura bastante robusta na administração dos seus serviços online, dada a complexidade deles — talvez a regra não seja 100% válida para o MobileMe ainda, mas há outros fatores que interferem nesse caso.
De fato, a IBM está realmente preocupada com a possível entrada de Papermaster na Apple. Segundo dados enviados ao tribunal, ela tentou mantê-lo em seu quadro de funcionários e ofereceu um adiantamento de um ano de salário em troca da sua negativa de trabalhar para a concorrente, sem sucesso. O executivo decidiu deixar a companhia e começar a trabalhar em um cargo junto ao CEO Steve Jobs neste mês.
No processo, a intenção da IBM é impedir que o seu ex-funcionário vá trabalhar para a Maçã, sendo que ela também pede que a Corte aplique uma multa da forma que achar justa. Uma cópia da documentação está disponível em PDF.




Ué, ele foi demitido e no mesmo dia foi contratado pela Apple? Um dia depois a IBM entrou com processo? confuso..
Por que que eles não deram um cala-boca no cara? Tipo, fica 5 anos sem trabalhar com o salário anual + bônus de 50% (exemplo).
Lembrei de um velho ditado: Quem tem c*** tem medo!
:D
O cara é bom mesmo hahahahah quem dera eu ter um passe desse quando quisesse sair do meu trampo
Ué, é escravidão? O cara agora é obrigado a trabalhar forever and ever na empresa? Não pode mais trabalhar em nenhuma outra por que ele sabe demais?
Caso ele repasse informações sigilosas, que processe por quebra de segredo industrial, agora proibir o cara de trabalhar em outro lugar é algo totalmente louco em um mundo livre.
Coisa típica da IBM.
Tomara que esse cara fique na APPLE.
» Coisa típica da IBM nada! Troxa é esse cara por recusar uma oferta dessa só pra tá ao lado do CEO S. Jobs, chupando o saco desse nerd. E se ele for demitido da Apple? Bem feito.
» A IBM é uma GRANDE companhia, assim como a Apple e a Microsoft tbm o é. Não sei porque, mas a IBM me fascina muito. Talvez porque ela seja uma das responsáveis pela difusão do velho e bom PC.
Qua absurdo!
@Demétrius Lopes
“Ué, é escravidão? O cara agora é obrigado a trabalhar forever and ever na empresa? Não pode mais trabalhar em nenhuma outra por que ele sabe demais?”
Demetrius é porque no post não tá completo, o Papermaster no contrato dele diz claramente que ele não pode exercer o trabalho em uma companhia de TI ou concorrente da IBM por um ano!
Ou seja, ele não pode ir pra apple nem fudendo, tem multa e o caralho a quatro, pode ser preso(não tenho certeza), a apple pode receber uma multa tmb.
Mas parece que o Tio Jobs vai tomar partido, vai pra briga mesmo e correr os riscos, pelo visto esse cara é muito importante para as duas empresas!!!
Realmente a duas empresas entendem a grande importancia que Mark Papermaster tem, já que possue conhecimentos profundos não só sobre os produtos da IBM mas como no planejamento estratégico utilizado na IBM. Inteligente é Jobs que vendo isso consegue ver a longo prazo um bom mercado em que possa competir com essa gigante e ampliar seus produtos para mercados mais específicos.
@Manoel Antônio: Não falei isso à toa.
Mas não vou negar que é uma das maiores empresas do mundo. Reconheço sua importância.
Mas enfim… se estava no contrato, o cara estava ciente dos riscos.
Eu creio que ele tem sim uma cláusula de contrato que não o deixe ir trabalhar em outra empresa concorrente. Eu também trabalho para uma grande empresa de TI aqui no Brasil e tenho esta cláusula, eu posso ir para qualquer empresa que não seja concorrente da atual.
Faz sentido, assim segredos industriais são seguramente guardados.
A IBm é uma boa companhia, mas, querendo ou não seus computadores(PC’s) vem com Windows, então, deicha pra lá :)
puta! “deiCHa pra lá” é de doer!! eita anaRfa
Não é a fé que move montanhas, é o medo, mano. hahahahaha
“Coisa típica da IBM nada! Troxa é esse cara por recusar uma oferta dessa só pra tá ao lado do CEO S. Jobs, chupando o saco desse nerd. E se ele for demitido da Apple? Bem feito.”
Ele já deve ter ganho o bastante pra escolher emprego por diversão mais que por dinheiro. Depois de tanto tempo na IBM, deve querer mudar de ares. Ainda por cima, deu um belo chapéu na IBM e ficou famoso.
IBM 90 ANOS – UMA EMPRESA SORTUDA
Boletim AEXI-B Ano 11 numero 71
(o texto é um pouco longo, mas vale a pena ler)
Em junho, a IBM completa 90 anos de atuação no Brasil. Na primeira metade do século passado, sua história foi de tabuladoras, relógio de ponto e até máquina de moer café, tudo começando em 1917 com o censo demográfico para o Governo brasileiro. Nas primeiras 3 décadas da segunda metade do século, a IBM se consolida mundialmente e aqui no Brasil com a sua cultura de serviços de tecnologia então jamais vistos.
Nesta época, mais de 4.000 brasileiros achavam que tinham chegado ao paraíso. Eram os IBMistas, funcionários da IBM Brasil, pois a empresa tinha um conceito de senão a melhor, uma das melhores empregadoras do País, uma companhia modelo mundial em tudo e principalmente no entendimento entre empresa e funcionários.
Oferecia emprego vitalício, salários elevados, planos de assistência social inigualáveis e mais um sem número de benefícios e serviços, tudo isto dentro de sua Política de Recursos Humanos diferenciada do Mercado para manter profissionais altamente qualificados em seus quadros.
Imaginem que chegou a criar um plano de aposentadoria para seus funcionários no qual só ela contribuía, e ao chegar à idade ou tempo de trabalho limite, o funcionário se aposentaria com todos os direitos desse plano, inclusive seguro saúde. Também é verdade que os recursos que usou no Brasil para isso, foram recursos incentivados e/ou beneficiados pelas regras e leis existentes no país.
Mas a IBM era perfeita e se assim o fez estava correto. Nenhum funcionário teria dúvidas de que a IBM estava cuidando da aposentaria dele e por isso não precisava de outros planos. Ela tinha catequizado sua legião a independer do mundo externo, pois ela provia tudo que o funcionário necessitava. Eles acreditavam piamente na Empresa.
Durante mais de uma década seguidamente a IBM teve o maior lucro do mundo, e durante todos estes anos sempre esteve entre os primeiros graças à visão de sua administração e à dedicação excepcional de seus funcionários. Não podia ser de outra forma. A administração da IBM estava baseada em três CREDOS. Respeito pelo Indivíduo era o primeiro e principal deles, cuidando sempre da dignidade e dos direitos de cada pessoa na Organização e não apenas quando for conveniente ou oportuno fazê-lo. Quem não se dedicaria cegamente a uma empresa com tal postura? Com tal Credo?
A vida era uma maravilha. O IBMista tinha status, era muito bem recebido em todas empresas e no Governo. A proteção financeira e social da IBM funcionava como uma verdadeira blindagem contra os dissabores que costumam afligir os empregados comuns, e eles não tinham com o que se preocupar, a não ser com o trabalho e seus objetivos.
Mas o tempo passou. Os processos operacionais se modernizaram, e… a IBM já não precisava de tantos. A IBM iniciou a quebra dos seus CREDOS. Tinha que demitir os indivíduos e então ofereceu um Programa de Demissão Voluntário PDV chamado internamente de SPECIAL OPPORTUNITY PROGRAM SOP, que foi logo apelidado de SOPÃO, uma indenização financeira pela quebra da promessa de pleno emprego e a informação que não tinham mais o direito ao Plano de Aposentadoria, indenização esta muito aquém daquela que pudesse comprar um Plano de Aposentadoria e Assistencial aos moldes daquele que a IBM tinha.
Tudo muito bem feito. Afinal a IBM respeitava indivíduos.
E para isso foi montada uma operação muito bem arquitetada onde os gerentes receberam instruções para indicar, dentro de quantitativo determinado, quais os indivíduos que deveriam receber o bilhete azul. A mensagem era clara, quem não aceitasse o convite para se demitir com o sopão, seria desligado dos projetos importantes, e o seu emprego não seria garantido caso não se conseguissem atingir o quantitativo desejado e ele poderia ser demitido sem o sopão.
Havia até uma assinatura onde o IBMista se dizia ciente de que não teria mais direito. Apesar de ciente não significar aceitação ou concordância, para a IBM, uma empresa sempre tão clara e precisa, o IBMista estava concordando que não poderia mais participar do plano de aposentadoria, mesmo arcando integralmente com as contribuições, e que não teria como recuperar décadas perdidas por não ter se inscrito em outro plano, pois a IBM, lhe havia garantido um. Tudo isso sem esclarecimento que levasse o indivíduo respeitado a repensar sua saída da IBM.
Foram mais de 4.000 ex-IBMistas que ficaram desempregados, com esta indenização mas praticamente sem mercado de trabalho pois a oferta superava em muito as vagas disponíveis, que eram poucas para os especialistas IBM. A maioria deles tentou uma adaptação em novas atividades, porém o resultado, na sua grande maioria foi desastroso. O dinheiro foi acabando e as preocupações, antes inexistentes, como plano de saúde, colégios para os filhos, qualidade de vida foram se reduzindo e de concreto mesmo, só poderiam contar com a aposentadoria do INSS. A situação era horrível para a maior parte deles.
Nisso, alguém descobre que os IBMistas tinham direito de continuar no Plano de Aposentadoria – o direito de continuarem contribuindo para a FUNDAÇÃO, mantendo a qualidade de participante do Plano e, com isso, assegurando o benefício da suplementação de suas aposentadorias, a ser conquistada, mais adiante, e com isso eles poderiam recuperar, em parte, o status perdido.
A Fundação criada pela IBM para complementar suas aposentadorias teria sonegado tal direito quando eles se desligaram dos empregos.
A explicação da Fundação era absurda. Ela utiliza três argumentos para negar este direito: 1o decadência, 2o renúncia e 3o o fato dela ter feito a contribuição total para a Fundação sem a participação dos funcionários. Embora estes fatos sejam aspectos jurídicos a serem considerados em ações, para os ex-IBMistas essas alegações soam muito mal porque, na verdade, a Fundação IBM não fez essas alegações na época do acordo de saída. Hoje todos eles se sentem enganados uma vez que nunca tiveram a oportunidade de optar pela continuidade ou não de contribuir para a Fundação IBM. Ora se hoje a Fundação apela para a renúncia ou decadência é porque na época havia, de fato, tal direito. Além disso, sem qualquer mudança da lei, em 2005, a IBM alterou os Estatutos da sua Fundação para incluir tal direito, sem qualquer menção ao passado! Quanto ao 3o argumento, a IBM ter feito a contribuição total, o que ela não faz mais desde 1986, face ao superávit existente na Fundação IBM gerado pelos PDVs, muitos Juizes tem dito que ao fazer a contribuição total, a IBM está fazendo a parte dela e a do funcionário, como remuneração indireta, e por isso o funcionário teria o direito à Fundação, bem como julgam que a IBM deve se enquadrar em todos os incisos de um artigo da Lei e não a somente alguns como ela quer.
Os ex-funcionários entraram na Justiça pedindo o resgate do direito com a reintegração retroativa ao Plano de Aposentadoria e de pronto foram ganhando algumas ações, sendo que uma delas em definitivo no STJ.
Note aqui que o pleito não é absurdo. Não se pede indenização. Pede-se o direito de ser reintegrado ao Plano que ter a continuidade de seus direitos.
Parecia que vinha uma maré de sorte. Puro engano.
Os autores da ação ganha no STJ, em 2002, até agora não foram ainda reintegrados. Mas a IBM atesta em Juízo que assim o foram! Fato marcante, é que um deles conseguiu a tutela antecipada do Juiz, a IBM argüiu e ele faleceu sem ter seu direito exercido!
Depois desta ação vitoriosa, a Justiça começou a mudar de posição. Ganhava-se na primeira instância, perdia-se no Tribunal. Ganhava-se no Tribunal por maioria, perdia-se no recurso no mesmo Tribunal. Votava-se a favor num processo, meses depois se votava contra, sem qualquer explicação plausível. O STJ não tomava conhecimento dos recursos, pois implicava em reexame de fatos e provas. Em processo que lá chegou vitorioso, foi conhecido e julgado com a cassação da decisão do Tribunal que era favorável aos ex-IBMistas, sendo esta a única exceção até hoje.
Desta forma, o cenário na Justiça estava realmente muito difícil.
Porém, eis que surge uma janela de esperança. Com o advento do Governo Lula, um Governo para os trabalhadores (não era este o discurso?). A Associação dos ex-IBMistas do Brasil – AEXI-B, resolve enfatizar o uso da Agência supervisora e fiscalizadora dos seus direitos que é a Secretaria de Previdência Complementar SPC, vinculada ao MPAS. Ela poderia resolver o caso de todo eles de uma só vez.
A AEXI-B faz então uma representação junto a SPC em janeiro de 2003.
Para o amplo direito de defesa, o novo Secretário forneceu aos ex-IBmistas, que não tinham recebido Estatutos e Regulamentos da sua Fundação, acesso aos arquivos da SPC.
Lá eles descobriram que em 1990 a Fundação e a IBM tinham pedido autorização a SPC para poder excluir automaticamente os ex-IBMistas que tivessem cessado o contrato de trabalho com a IBM. A resposta da SPC para a IBM foi NEGATIVA, pois os participantes tinham o direito de dar continuidade ao Plano desde que pagassem o custeio integral do mesmo, dali em diante até poder se aposentar. A SPC em ofício à IBM e Fundação determinava que esse direito fosse respeitado. A AEXI-B levou essa documentação para o pedido concluindo que, se a própria SPC já tinha informado à Fundação IBM, eles tinham o direito de continuar no Plano.
Como o Parecer estava demorando, a pedido da AEXI-B, a Comissão de Seguridade Social e Família CSSF da Câmara dos Deputados convocou uma Audiência Pública para discutir irregularidades relativas à Fundação Previdenciária IBM em 21.10.2003, tendo como convidados o Secretário de SPC, a Superintendente da Fundação IBM, e Membro do Conselho de Gestor da Previdência Complementar CGPC, JOSÉ RICARDO SASSERON. Apenas o último compareceu e reconheceu que as denúncias eram muito graves e que a fiscalização (da SPC) foi falha, foi uma negligência do Estado.
Parecia que a sorte ia finalmente chegar.
A CSSF, após sua análise e conclusões, reconheceu os direitos dos ex-IBMistas e deveres da SPC. A solução, depois de muita insistência e paciência, saiu através do tão esperado parecer. Coincidentemente ou não, sua entrega ao Presidente da AEXI-B, foi logo após a audiência do Senador Marcelo Crivella com o Ministro da Previdência para cobrar uma solução para o caso.
O referido Parecer reconheceu que os ex-IBMistas tinham o direito de continuar no Plano e que a Fundação tinha obrigação legal de oferecer tal opção aos participantes desligados dos empregos, e de incluir tal opção no Regulamento de Benefícios. Entretanto, colocou o ônus de uma prova judicial de que a Fundação não fez a oferta para continuarem no Plano.
É verdade mesmo! A SPC partiu do pressuposto que como havia uma determinação sua, em 1990, a Fundação respeitou o direito dos participantes de continuarem no Plano, e ofertou a eles tal opção, muito embora, a Fundação, durante toda a sua defesa junto à SPC alegasse sempre que os participantes não tinham tal direito e também não colocaram tal opção no Regulamento.
Ah! Agora a sorte chegou! Conseguiu-se a prova judicial que a SPC exigia e a CSSF encaminhou para a SPC pedindo providências. Mesmo com várias reiterações, somente respostas evasivas, promessas de fiscalização sem nenhuma resposta efetiva e conclusiva até o momento.
Na tentativa de novos rumos e soluções efetivas, a AEXI-B fez uma representação junto ao Ministério Público Federal para apurar quais as razões que levaram a SPC negligenciar do seu ofício de fiscalizar os Fundos de Pensão e de proteger os interesses dos participantes dos mesmos, em face das graves denúncias feitas pela AEXI-B e pela CSSF.
Com relação à sorte da IBM é que ela e a Fundação tiveram, com a exclusão ilegal de mais de 4.000 ex-IBMistas do Plano de Benefícios, a geração de um enorme superávit, resultado das reservas destinadas aos excluídos, constituída com dinheiro incentivado e que pertence a esses funcionários. Este superávit vem sendo usado para favorecer a patrocinadora IBM que por aquiescência da SPC, não paga mais o custeio do Plano, nem mesmo o administrativo, e ainda retira dele a importância de R$ 120 milhões de reais para pagar o Plano de Saúde que desde 1968 sempre foi encargo da patrocinadora IBM em total desacordo com a lei.
É ou não é sorte da IBM? Ou será azar dos ex-IBMistas este fato ter acontecido no Brasil.
É, pode ser.
Associação dos Ex-funcionários da IBM Brasil AEXI-B
Concordo!!!! Dpois de ensinar tudo pro vagabundo ele ainda vai na outra empresa passar todos os conhecimentos da outra!!! Errado tem q ser punido!!!