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Mais uma do dia nacional do design

Adicionando um extra ao nosso post de mais cedo:

O “manifesto”, bem-humorado, foi enviado aos alunos de design da UNIVALI, pela qual vou me formar no curso de Design Gráfico neste semestre.

Para os que curtem discussões mais acaloradas sobre a profissão, vale a pena conferir os ótimos artigos produzidos pela equipe do Design.com.br.

Congraaats, colegas! :)

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Luciana Schmoeler
Luciana Schmoeler
É estudante de Design Gráfico e, como todo bom designer, adora Macs. É apaixonada por cinema e gosta de curtir as trilhas dos filmes no iPod.

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40 Comentários »

  • ts disse:

    Antes de tudo Parabéns pelo dia do Designer! Gostei da parte do rosa com laranja salmão.
    Afinal de contas, o que vocês fazem? Eu sou médico, mas se pedirem algo que eu saiba fazer, porque não fazer? Gosto de ser prestativo!
    Isso não é uma crítica, apenas uma dica para avisar que algumas coisas, que em princípio parecem engraçadas, podem acabar queimando o filme do pessoal!
    O que seria de qualquer produto sem um bom designer? É obvio que sua profissão é de fundamental importância para a indústria, marketing e outras áreas, mas não acho cai bem brincar de ” dispenso qualquer coisa que não esteja em minha formação acadêmica”.

  • Marcelo disse:

    Luciana “SOMBRANCELHAS” está escrito errado o correto é “SOBRANCELHAS”!!!

  • Alexandre disse:

    hahahaha muito bom! Só corrigindo o comentário do nosso colega aqui de cima “ts” – “O que seria de qualquer produto sem um bom designer?” o certo é “O que seria de qualquer produto sem um bom DESIGN?”

    Pois é … estudou medicina e ainda não aprendeu isso? tsc tsc…

  • [...] Para comemorar este dia… achei uma imagem muito bem humorada no MacMagazine… [...]

  • Perfeito!!!! :P

    Parabéns pelo seu dia!!!

    Bjos.

  • mphx2 disse:

    ah que legal! parabens pros verdadeiros profissionais da area!

  • Andre disse:

    Não, eu não sou “webedesaine”.

  • ts disse:

    @alexandre,
    me referia ao profissional, não a profissão! Aprendi muito bem, não?
    Seu comentário foi dispensável.

  • Danilo disse:

    Achei esse excesso de NÃO meio EMO rsrs

  • Ué, o Designer não faz nada então? :P

  • [...] tirado daqui ó: http://macmagazine.com.br/blog/2008/11/05/mais-uma-do-dia-nacional-do-design/ [...]

  • Luciana Schmoeler disse:

    @ts, você não deixa de ter razão, mas a bronca é justamente com quem não tem nenhuma noção de design e se dispõe a trabalhar com isso. Diploma não é sinônimo de bom profissional, e conheço designers sem diploma que dão um banho de conhecimento em vários diplomados — é o x da questão, ultimamente. Vai de acordo com a postura e interesse de cada um.

    Mas as afirmações do texto-manifesto são beeem recorrentes, :P

    @Marcelo, putz, nem tinha reparado! Mas o texto não é de minha autoria não, foi repassado por email pela coordenação do curso de design. Vou dar um toque para eles ;)

  • Carlos Eduardo Sanches disse:

    faltou mais alguns, do tipo:

    “Não, seu sobrinho não faz o meu serviço.”;
    “Não, eu não suporto o Internet Explorer”;
    “Não, eu não gosto do Hans Donner”;
    “Não, eu não faço ajustezinhos”;
    “Não, minha profissão não é regulamentada”;
    “Não, eu não faço sua marca ficar maiorzinha”;
    “Não, eu não aumento um pouquinho essa fonte”;
    “Não, eu não sou aquele carinha da arte”.

  • Gustavo disse:

    @Marcelo:
    Acho que as “soMbrancelhas” fazem parte do humor, afinal a tal não chegou a fazer uma faculdade pra saber tirar sobrancelhas, e o texto realça que ela fala errado (totalmente politicamente incorreto, concordo, mas um pouco sutil).

  • alexandre disse:

    Sombrancelhas(?)

    kkk designer mas analfabeto!! ta certo… “o carinha da arte”.
    O texto deixa que eu mesmo faço.

  • alexandre disse:

    P.S. Faltou botar no final: Sou Designer não ‘perciso sabê’ português

  • Hensenn disse:

    MUITO BOM!
    Vou salvar isso!
    Faltaram mesmo umas que o Carlos Eduardo citou.

    “Não, seu sobrinho não faz o meu serviço!”
    “Não, eu não faço sua marca ficar maiorzinha”
    “Não, eu não aumento um pouquinho essa fonte”

  • Akamatsu disse:

    Legal!!

    Ah, mas poderiam parar de verificar erros nos comentários né?
    Vamos usar mais o MP!! Abs!

  • Dris disse:

    TS,

    Pelo visto, como médico, é difícil para você entender os limites do reconhecimento do profissional designer. Seria como se alguém pedisse a você, que é bem prestativo, para que extraísse um dente, já que você é ortopedista e dente é osso.

    Sem mais,

  • ah! manifesto apoiado! colei aqui na minha mesa de trabalho..
    o designer unido jamais será vencido! (todos numa só voz)

  • Muito inteligente. Pior é que as pessoas nove veem assim mesmo.
    Mas ainda bem que nós, designer, temos bom humor pra sair dessas.

    Valeu!

  • Se vocês querem saber o que é Design, basta pesquisar um pouco sobre qual modelo de ensino de design foi implantado no Brasil, e o que esse modelo defendia sobre o que é Design.

    Uma dica pra começara busca: Onde estudou e se formou Alexandre Wollner?
    http://www.arcoweb.com.br/entrevista/entrevista47.asp

  • Mano disse:

    Luciana Schmoeler, você disse: “Diploma não é sinônimo de bom profissional, e conheço designers sem diploma que dão um banho de conhecimento em vários diplomados” …. Esse é justamente o fato em questão. Se não tem diploma, porque então chamá-lo de Designer..!? Você conhece um Médico sem diploma que dá um banho de conhecimento em vários diplomados..?! Ou um Advogado, Engenheiro, Arquiteto…!!!

  • drews disse:

    Antes de mais nada, parabéns. Não sei se dá tempo de corrigir, mas “a lápis” não leva crase: não leva crase nenhum “a” antes de palavra masculina…

  • MacsMinix disse:

    @Mano,

    Dessa forma você está sendo generalista. Lembrando que a profissão em questão é relativamente nova e o seu “mau emprego” não causa danos à socieadade e aos indivíduos, como no caso de um médico que não é médico de fato.

    Na minha ótica, uma vez que o conhecimento é algo que está em constante expansão, sempre é possível que algumas pessoas mais capazes “entrem no bonde com já em movimento”. Dessa forma, é perfeitamente aceitável que o hajam físicos que sejam melhores matemáticos, garçons que sejam melhores gerentes ou auxiliares que sejam melhores administradores.

    Como um ótimo exemplo, lembro que que o próprio Steve Jobs não tem diploma e isso não o torna menos capaz.

    Já quanto ao título “Designer” acho bobagem ficar se aproriando dele e o negando aos outros. A palavra é de origem inglesa, e nos países onde se fala esta língua, ela tem outra conotação (algo como desenhísta). Lá há designer pra praticamente tudo: Hair designer, Software designer, Garden designer, etc. Se queremos exclusividade, eu proponho que se crie um termo em bom português, que não seja tão abrangente.

  • ts disse:

    @Doris, acho que não leu meu comentário direito, eu deixei bem claro quando disse ” algo que eu saiba fazer”. Por tanto não inclui o oficio do Dentista e em momento algum eu disse que era Ortopedista! Repito, não estava criticando a colega que fez o post, inclusive ela me respondeu e entendeu o que escrevi.
    Em relação a “entender os limites do reconhecimento do profissional designer”, eu considero um trabalho incrível e como já falei indispensável atualmente.
    Gente é impressão minha ou realmente houve uma certa hostilidade só porque disse qual era minha profissão? Acredito que todos temos valor na sociedade não importa a profissão, desde seja honesta.
    Outra coisa, não para vc Doris, é ridículo ficar corrigindo o comentário dos outros, principalmente quando a pessoa que está sendo corrigida escreveu corretamente!

  • Luciana Schmoeler disse:

    Hehehe… gente, eu não tenho o arquivo original para fazer essa correção. Tentei avisá-los sobre os erros, mas o email tá voltando. Por enquanto, teremos soMbrancelhas e a lapis :P

    @Mano, não exagera, eu dei o exemplo dentro da área de design e jamais cometeria o absurdo de comparar com um médico. Não queira comparar o ensino das áreas que você citou com design, são outros critérios de avaliação que são aplicados. Eu dei o exemplo atual: tem “designer” que sai da faculdade sabendo nada, com trabalhos medíocres e achando que é o tal porque disse que “tal obra pode ser justificada pela Gestalt”.

    Eu só afirmei que ter um diploma e o “título oficial” de designer não prova a qualidade do profissional — e hoje a briga gira justamente em torno dos diplomados x não diplomados, e eu não tiro a razão de quem passou 4 anos dentro de uma faculdade. Só que na situação atual, infelizmente, não prova muita coisa. A gente se forma e cai no mercado, não são aplicados métodos de avaliação como nos cursos que você citou, e a própria qualidade de ensino de várias instituições é questionável. Como eu já disse anteriormente, depende da postura de cada um. Por exemplo, não é porque vou ter meu diploma agora no final do ano que eu estou me achando A designer. Entendeu?

  • mari disse:

    Oh Deus, o Gustavo justificando as soMbrancelhas foi digno de um diploma de bacharel em direito GRATIS, por honra ao merito. E o a lapis, como fica?

  • Mano disse:

    Luciana, entendo perfeitamente o seu ponto de vista, mas não foi isso que você quis dizer quando escreveu sobre os não diplomados!! De qualquer forma, os Designers ou os Desenhistas Industriais, devem sim se acharem e brigarem principalmente pela regulamentação da profissão!
    MacsMinix, não sei qual sua profissão, mas se um Desenhista Industrial cometer um erro em seu projeto de automóveis por exemplo pode causar várias mortes. Não estou querendo justificar quem mata mais, mas sim, tentando brigar pelo reconhecimento da minha profissão.
    Esse fato de profissionais diplomados e sem experiência, que não se acham capazes ou não estão prontos para o mercado de trabalho se dá em qualquer área. Por exemplo, saiu no jornal da Record que 6 em cada 10 médicos foram reprovados em um teste prático logo após a saída da universidade. Vejam que tudo depende do profissional e de quanto ele enxerga como válida a sua passagem pela instituição de ensino.
    Desculpem-me o rancor nas palavras e tudo mais, é porque, assim como os outros Designers, sofro com a falta de reconhecimento, salário base, plano de carreira, etc, etc. Luciana reproduzi o arquivo no Coréu Drau e se você quiser é só me rapassar seu e-mail que daí todas as correções serão feitas mesmo não sendo você a autora.

  • Victor Assis disse:

    A galera tem uma capacidade fantástica de focar no irrelevante… Que importa o erro de português?

    O foco do protesto é a prostituição dos designers, bem como a prostituição do termo design. E isso é o relevante. Somos uma classe desrespeitada pela grande maioria das outras profissões, começando pelo fato de não termos um regulamento profissional. Para completar, somos altamente desunidos.

    Vamos aproveitar essa data para ganhar força, batalhar pela regulamentação e começarmos a agir como uma classe.

    E lamento estourar a bolha de vcs, mas… o dia não é do designer, é dia do design, leiam a letra da lei… Por favor caríssimos, não cometam vocês o erro de confundir design com designer também.

  • Victor Assis disse:

    DECRETO DE 19 DE OUTUBRO DE 1998
    Institui o “Dia Nacional do Design”, e dá outras providências.
    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso II, da Constituição, DECRETA:
    Art 1º Fica instituído o “Dia Nacional do Design “, que será comemorado no dia cinco de novembro de cada ano.
    Art 2º Caberá ao Comitê Executivo do Programa Brasileiro do Design – PBD a coordenação das atividades relacionadas à comemoração do “Dia Nacional do Design”.
    Art 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
    Brasília, 19 de outubro de 1998; 177º da Independência e 110º da República.

  • sensacional. mas “SOMBRANCELHA” foi demais, né?

  • [...] Para comemorar este dia… achei uma imagem muito bem humorada no MacMagazine… [...]

  • Marcão disse:

    Então, sombrancelhas a parte, o que o designer faz?!?!
    Depende de sua formação específica ou área de atuação. O cara pode trabalhar com design gráfico e se dedicar ao design institucional, design editorial, design de embalagem, ilustração digital ou então design de produto em uma linha específica de “coisas”, ou modelagem 3D, web design/programação… enfim… dá pra fazer coisa pra caralho mas num é todo mundo que tá afim de fazer tudo. Pro médico entender (hehehehe) e tipo um maluco que depois de seis meses se forma e viu um pouco de tudo, mas ainda vai estudar e/ou escolher o que vai fazer e dificilmente depois de ter feito isso vai ser clínico geral.
    PS: Exemplo citados foram acadêmicos, não me refiro aos designers sobrinhos, designers micreiros e afins.

  • Marcão disse:

    *troque o meses por ano (analógia ao curso de medicina)

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