Apple inclui acusação formal de infração de direitos autorais contra a Psystar
Mais um capítulo da novela “Apple vs. Psystar” foi gravado hoje: a empresa de Cupertino lançou mais uma arma contra a fabricante de clones de Macs, acusando-a de violar leis de proteção de direitos autorais determinadas pelo Digital Millennium Copyright Act (DMCA).
A lei, além de cobrir infrações de copyright em si, torna uma ofensa a produção de tecnologias criadas para passar por cima de proteções de direitos autorais digitais, tais como softwares que tentam remover o CSS de DVDs vendidos legalmente.
Segundo a Computerworld, a Apple entrou com a acusação formal após descobrir que a Psystar estaria evitando/enganando proteções embutidas no Mac OS X. Códigos criados pela fabricante de clones dariam acesso a trabalhos e criações particulares da Apple. A novidade ameaça inclusive os trabalhos da comunidade OSx86 como um todo.
A Maçã revela, ainda, que existem pessoas desconhecidas de fora da Psystar que contribuíram no desenvolvimento desse código. Como os detalhes ainda não foram descobertos, ela os nomeou como 10 “Zé Ninguém”, ainda que cada um deles possa ser um único indivíduo, um grupo de pessoas ou uma corporação inteira.




Sinceramente eu não vejo lógica da Apple em querer barrar outras empresas de instalar o OS X em suas maquinas. Primeiro que o hardware é exatamente o mesmo com a única diferença da ausência da bios. A Apple já se beneficiou anteriormente dos esforços da comunidade livre se utilizando do kernel do FreeBSD 5, e todos sabemos que a parte mais importante de um OS, é o kernel. Também não podemos esquecer que o código fonte do Safari é feito em cima do código fonte do konqueror.
Historicamente a Apple vem se utilizando dos esforços alheios, de muitos programadores do mundo do software livre. Em parte o MAC OS X tem o pé na cozinha, que traduzindo tem milhares de linhas do seu código fonte baseados em códigos fontes abertos.
Do aspecto moral, a Apple não teria nem argumentos para querer prender um sistema numa plataforma virtualmente proprietária, que de proprietária não tem nada. Processador, placa mão e chipset da Intel. Sem contar memoria, placa de vídeo e HD. Tudo igual ao dos simples mortais. Então por esse outro ponto de vista, ela cai em contradição.
E outro ponto fundamental, e que cada um tem direito de rodar seu OS no hardware que bem entender. Não podemos ser forçados a usar o hardware dela, que obviamente tem uma sobrecarga de 50 a 200%.
Ela quer e a possibilidade de poder meter a faca em seus clientes, visto a falata de concorrência.
Pois bem é o que eu penso. Abraços a todos.
Me deixe com meu Ubuntu aqui, que é melhor. Pelo menos eu escolho o Hardware. Que pode ser até um da Apple.
Bom, eu acho que os empresários da Psystar já sabiam do problema que estavam enfrentando e, por este motivo, tentaram a “sorte” para ver se aparecia algum juiz com visões diferentes das opiniões corriqueiras, como um juiz no sul que encerrou um caso a favor da empresa na reprodução de softwares com apenas uma licença. Enfim, o que se tem a fazer quando você é dono de um software, vende uma licença, uma empresa reproduz esta licença e instala em vários computadores? Entrar na Justiça, né? E quando a justiça julga a favor da empresa que reproduz o software? O que se tem a discutir?
Se a Apple criou o MacOSX e desenhou o projeto de seus hardwares, favor deixá-la fazer o que bem entender com o sistema e seu hardware.
John Doe = João Ninguém
@Luar: cara, que sensacional!! :D Vivendo e aprendendo. Não sabia disso MESMO! Alterei no artigo, obrigado! Abraços.
João Ninguém, e não José Ninguém uhahuuhsa
@Thiago Duarte: a Wikipedia dá várias possibilidades. ;)
Fulano (de Tal), Sicrano, Beltrano, João da Silva, Zé da Silva, Zé Ninguém, Zé das Couves, Dunha, Xpto, Seu Zé.
Opa Obrigado! Cultura é sempre bem-vinda! Desculpa aí qualquer coisa hehe!
Abraços!