40 anos de revista VEJA na internet
Em uma iniciativa digna de nota, a revista VEJA, com o apoio do Banco Bradesco, disponibiliza na internet, a partir de hoje, todo o acervo produzido em seus mais de 40 anos de existência, através de seu novo Portal Digital. São mais de 350 mil páginas de conteúdo jornalístico à espera do internauta.
Gostemos ou não de sua linha editorial, é muito bom ver uma revista com o porte e a credibilidade da VEJA seguindo a tendência das grandes publicações internacionais, como o jornal The New York Times e a LIFE Magazine: publicar gratuitamente a íntegra de seu conteúdo. O acervo digitalizado oferece aos leitores reportagens de capa, entrevistas e anúncios em ordem cronológica ou usando o sistema de busca da revista, que inclui filtros por temas pela “Busca Sugerida” ou pelos conteúdos mais lidos.
Mais interessante ainda é a forma de leitura implementada online. Através de comandos simples de avançar e retroceder, pode-se navegar pela revista livremente, pois o processo de digitalização manteve o formato da revista original, inclusive com as propagandas e anúncios originais (a Lu, a designer de nossa equipe de autores, certamente vai adorar! :D). Veja um exemplo:

Edição de 11 de setembro de 1968, página 43
Cabe agora ao UOL e ao jornal Estado de São Paulo perceberem que a era do conteúdo pago ou reservado a assinantes de suas publicações impressas, nestes tempos de Web 2.0, está perto do fim! Parabéns pela iniciativa, VEJA!
[Via: IDG Now!.]





Bela dica!!!
A iniciativa é interessante no entanto o conteúdo é um lixo.
Do ponto de vista histórico, é uma boa iniciativa. Mas “credibilidade”? A Veja atualmente não tem nenhuma credibilidade.
credibilidade zero, né nelson? revista para ignorante..
dhvido que não tenha havido um pente fino nesse conteudo por parte da abril… a história da revista está cheia de momentos embaraçosos e outros até criminosos.
com certeza a historia, segundo as páginas da revista, foi reescrita e/ou adaptada para poder estar disponível assim para todos de maneira fácil…
A Veja é um exemplo claro de como a função do jornalismo para a democracia pode ser deturpada da maneira mais perversa. Com essa iniciativa, fica uma fonte de referência para quem quiser comprovar como ela tentou (e as vezes conseguiu) interferir em nossa realidade para favorecer uns poucos….
De boa intenção o inferno tá cheio ! De que adianta boa intenção se há total ausência de credibilidade por parte desta publicação nacional patética ? O pior de tudo é que a grande maioria da “massa” ainda se norteia por esta revista de quinta categoria. Que lástima ! Ridículo, pra não utilizar adjetivos mais pejorativos e sarcásticos ainda ou palavras de baixo calão ! Xõ, passa fora, cramulhão !!!
Veja de uns 10 anos para cá = lixo total. E antes já era um pouco escrota.
Não deixa de ser interessante, mas preferiria que fosse a Isto É, que era menos ruim, tendo sido, no início, até boa.I
VEJA que mentira!
Quero mais é que a Veja quebre rápido.
Nossa… De graça está caro. A Veja deixa claro que jornalismo nesta indústria cultural é um produto. Eles vendem notícia para quem quiser comprar. Se é verdade ou não, fica a critério de quem quiser acreditar.
Esse título tá ambíguo
Talvez o Google faça um acordo com a Abril e faça uso do acervo online da Veja e da Super Interessante pra estrear sua campanha de dominação da mídia impressa aqui no Brasil.
Considero essa revista a mais tendenciosa do País (sinceramente, ela é abertamente, descaradamente PSDB) e por isso não gosto muito dela. A maneira como ela trata ( ou destrata) o governo Lula é horrorosa, pra dizer o mínimo. Agora, dando uma lida em reportagens de 1968, 1969 e inicio dos anos 70, pude perceber de maneira clara, como Veja esteve ao lado da Ditadura Militar, como apoiou as medidas tomadas em 69 (o AI 5), que fecharam ainda mais o Regime à oposição, obrigando os verdadeiros democratas a se refugiarem na luta armada ou ao exílio (isso quando não foram pegos ou cassados politicamente). Veja classifica os opositores ferrenhos do regime como terroristas. Ela devia fazer um Mea Culpa de tudo isso.
…Não obstante reconheço que ela faz parte da História recente do Brasil, e como professor de História vejo nessa iniciativa da Abril, uma oportunidade de pesquisa (claro, desde que se filtre as reportagens com outras fontes!!) para alunos de todos os níveis.