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E parece que o “Imposto iTunes” vai mesmo pra frente não só em Nova York, mas também em outros estados

Uncle Sam com iPhoneQuase na virada de 2008 para 2009, começamos a falar de um suposto “Imposto/Taxa iPod” que poderia ser implementado pelo governo de Nova York. Pois bem, parece que a coisa — agora referenciada como “Imposto iTunes” — vai mesmo pra frente, e o pior: outros estados, como a Carolina do Norte, já estão aderindo à ideia. Alguns, como a Dacota do Norte, dizem não à taxa, felizmente.

A medida, como já havíamos comentado, visa cobrir buracos da crise econômica mundial que baqueou Wall Street como não fazia há muito tempo. Se já não bastassem todos os impostos pagos em produtos e serviços dos mais diversos, os governos querem agora tirar uma pontinha também do que é comercializado online — de livros a músicas e filmes, como os oferecidos na iTunes Store, da Apple. A novidade também impactaria diretamente gigantes como a Amazon.com e o eBay.

A estimativa é que as novas taxas — ainda sem previsão exata de efetividade — adicionem cerca de US$12 milhões à arrecadação deste novo ano fiscal.

« Na falta de Google Chrome para Mac, vamos de Stainless Apple e Adobe estão trabalhando juntas em versão do Flash para o iPhone »

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Quem escreve?

Rafael Fischmann
Rafael Fischmann
Graduado em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda na Universidade Salvador - UNIFACS, tem paixão pela Apple e seus produtos desde quando adquiriu seu primeiro iMac (um G3 Blueberry), em agosto de 2000. Possui hoje um MacBook Pro unibody de 17 polegadas, um iPod video de 80GB, um iPod shuffle de 2GB e um AirPort Express. O mais novo integrante da família é um iPhone 3GS preto de 32GB.

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10 Comentários »

  • Francisco disse:

    Rafael, vc tem certeza do número “$12 milhões” ? Acho pequeno!

  • Filipe disse:

    Também acho pequeno esse valor, só o imposto(estilo icms) de NY é 8,375% e acho q não tem cidade ou estado com a taxa menor que 6% ou 5,5%
    se o itune fatura bilhões no minimo os estados dos states vao faturar algumas centenas

  • Filipe disse:

    Aqui no Brasil ja estamos acostumados a dar metade do nosso trabalho em impostos isso nao faria muita diferença.
    Lá nos EUA estão certos de cobrar mesmo, isso prejudica a concorrencia que vendia a midia fisica, que emprega muitas pessoas, já que alem da midia fisica ser mais cara, ela tem imposto que a torna mais cara ainda. Então o q será de mais pagar 6 a 8 centavos a mais em cada musica, nem vão sentir.
    Agora se lá fosse o imposto daqui q é de 12 a 17% ai lascava de vez hehehehe

  • Matoso disse:

    Fico me perguntando..até onde uma lei desse tipo funciona como um “incentivo” à pirataria…seja nos Estados Unidos, no Brasil ou em qualquer país? Sem contar que a indústria fonográfica perde terreno (dinheiro) todos os anos. Será que essa lei vai aumentar a venda de filmes e músicas online..e consequentemente o lucro das gravadoras?

  • mac disse:

    Espero que não chegue no Brasil o país dos impostos

  • TIGOS disse:

    Poise… parece que alguem por la andou fazendo estagio por aqui!

  • ebiscaia disse:

    A gente em vez de reclamar do imposto, deveria é reclamar do que é feito com ele. A Alemanha pega 50% do salário do trabalhador em impostos, no entanto, vemos que o governo “tira” do bolso, ele devolve através de serviços para a população. Acredito que os governantes americanos têm uma postura mais próxima dos alemães que dos brasileiros, justificando o valor adicionado às músicas.

  • ed disse:

    Eu acho que isso eh problema deles….vcs tao opnando em relacao ao o que os eua faz ou deixa de fazer….eh muita vontade de ser americano nao?

  • Leonardo Faccini disse:

    Se o governo brasileiro cortou pela metade o IPI de carros novos, quando as vendas em 15 dias de novembro *projetavam* uma grande queda em dezembro, imagina o que teria sido feito se, ao invés de correr para as concessionárias, nós tivéssemos esperado mais 15 dias.
    Sim, exitem governos que retornam ao cidadão os encargos na forma de serviços. Mas não é o caso do Brasil.

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