Intel Capital investe em projeto brasileiro similar a uma iTunes Store
A gente fala de preços e rankings de músicas em iTunes Stores da vida e tudo mais, porém sempre temos que ficar na teoria e acompanhar o mercado de longe. Até hoje a Apple não trouxe a sua loja de músicas e vídeos para o Brasil, e as ofertas que já existem por aqui não chegam ao chulé da iTS.
A Truetech, porém, promete mudar isso. Patrocinado pela Intel Capital (isto é, algo de bão tem aí), o projeto, fundado por Flávio Toledo Piza, visa a facilitar o acesso, aluguel e download de conteúdo digital, mostrando que pagar por isso é melhor do que ter o maior esforço e perder tempo com torrents ilegais.
O interessante e talvez principal diferencial da Truetech é o desenvolvimento de uma plataforma dinâmica e flexível que permitirá, no futuro, que qualquer usuário tenha a sua própria “webTV”, podendo lucrar com isso.
Pode parecer que os caras estão chegando tarde na brincadeira, mas se pararmos para pensar que só agora estamos tendo acesso a conexões com uma banda realmente larga no Brasil, vê-se que a coisa não é bem assim. Afinal, se é pra concorrer com cinema e locadoras, a pessoa tem que poder assistir ao conteúdo comprado instantaneamente.
[Dica do Ronaldo Ribeiro, obrigado!]




Po! legal isso! Estamos precisando de algo nesse sentido…. podia ter música também né?? =/
Agora…. a interface pode ser muito amigavel e blabla… mas… Windows Media Player?! Ai cabo =/
Legal mesmo
uma boa iniciativa vinda de pessoas que (também) vivem sob os impostos exercidos pela tecnologia aqui no Brasil (e pelo esquecimento do nosso país quanto aos outros)
agora é só esperar para ver!
"mostrando que pagar por isso é melhor do que ter o maior esforço e perder tempo com torrents ilegais."
esforço? tempo? acho que eles vão ter que atacar outros pontos pra convencer o pessoal daqui do brasil a comprar conteúdo digital. na terra do jeitinho, vai ser dificil alguém aparecer com algo mais rápido do que uma busca no piratebay ou no demonoid.
Se as músicas custarem 99 centavos ou até 1,50 eu para de fazer downloads ilegais e compro elas, essa idéia de taxa mensal também é legal, adotaria com certeza se os preços forem legais.
Acho impossível acabar com os torrents ilegais e isso por culpa de quem fornece os vídeos legalmente. Por exemplo, eu não sei se vocês sabiam que era possível até há algumas semanas assistir, pela internet, aos episódios que já haviam sido exibidos no canal Sony (no respectivo site). A mesma situação já estava em progresso com a Fox (site Mundo Fox – seria o nosso Hulu).
Porém, acontece que a Net não permitiu que esses canais, Sony e Fox, oferecessem seus programas gratuitamente pela internet. Então, agora não é mais possível assistir a série alguma no site da Sony e no Mundo Fox, há somente uma.
E mais uma vez, a Net não quer que o Terra ofereça séries pelo seu site.
Portanto, acho impossível acabar com os torrents ilegais. Pois, se perdi um episódio, vou procurar uma forma de assisti-lo. Se não está mais disponível na tv e nem na internet de forma legal, fazer o que?
Não sei quanto tempo esse site do artigo vai durar. Eu o apoio e torço contra a Net, mesmo sendo assinante.
Para mais detalhes sobre o que comentei, leia o site do Teleseries (.com.br).
Escrito via ipod Touch.
É claro que a Net não quer isso, a possibilidade de gravar programas que você não vai conseguir ver com o HD Max (que não tem quase nenhum canal HD) é a principal propaganda da net para essa porcaria, se o cara puder ver pela internet sem pagar um tostão é claro que ele não ia assinar um serviço porcaria, fora que quem não tem TV a cabo nem ia se preocupar em ter.
Tenho net e acho uma sacanagem além da imagem não ser boa (para tv's de LCD) tenho uma cota ridícula de consumo mensal de internet de 60gb e ainda pago caro para aguentar isso.
Mas ainda assim tenho menos dores de cabeça com eles, infelizmente no Brasil agente tem que escolher a empresa menos pior…
essa é antiga hein… acho que assisti nas férias qnd passou no olhar digital.
"a moda nao vai pegar…"
Aqui no Brasil, acho que o único modelo que daria certo realmente para consumo de mídia seria o pagamento de uma assinatura mensal para se consumir quanta música ou filme o cara pudesse, mas com pacotes limitando a quantidade de banda baixada. Junte a isso um catalógo com uma variedade imensa e um sistema fácil de usar.
Acredito que com isso a cultura do jeitinho ia mudando aos poucos, porém claro que nunca vai acabar por completo.
Agora, usar a desculpa de que não tem qualidade de imagem, som 5.1, nem legenda boa pros filmes nos torrents… Ah vai catar bits!