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Resenha de leitor: MacBook Pro unibody de 15 polegadas, Intel Core 2 Duo de 2,66GHz

Colaboração especial por Alexandre Godoy. Resenha originalmente postada no nosso Fórum.

Depois de duas semanas utilizando exaustivamente o meu novo “filho”, decidi escrever este “mega review” do MacBook Pro unibody (ou Aluminum, como preferirem) de 15 polegadas, com processador Intel Core 2 Duo de 2,66GHz.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

O texto é longo, portanto ligue o notebook na tomada e boa leitura.

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Se tem uma coisa de que eu não gosto em notebooks convencionais são os milhares de etiquetas — muitas vezes tortas — que vêm presas ao seu corpo. É propaganda da placa de vídeo, do processador, do Wi-Fi e até do sistema operacional. Parece que, se não estiverem ali, você não saberá o que comprou.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

Pois bem, os MacBooks são a simplicidade em pessoa. Nada é tão minimalista quanto a Apple.

Eu recebi o meu direto da Apple Califórnia, por isso não existe caixa para fazer um unboxing.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

Na parte de conectividade, o MacBook Pro possui seus pontos mais fracos. O conector de energia MagSafe, rede Gigabit Ethernet, um conector Mini DisplayPort (maldita falta de padrão) e apenas duas portas USB 2.0. Já falei da maldita falta de padrão? Sim, temos ainda uma porta FireWire 800 com conector pequeno de 9 pinos, uma porta ExpressCard 3/4, conectores de fones de ouvido e entrada de som. Todos do lado esquerdo, assim como o medidor de bateria, que antes ficava abaixo do notebook.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

Do lado direito, apenas o SuperDrive e o lock slot.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

No corpo do notebook você visualiza apenas o pequeno (bem pequeno) botão de força, a grade das caixas de som nos lados do teclado (o microfone fica escondido ali no meio) e a cada vez mais microscópica câmera iSight e seu LED verde.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

T-1000

Quase todo o texto descrito aqui deve se aplicar a qualquer unibody, seja MacBook de 13 polegadas ou MacBook Pro de 17 polegadas.

Inicialmente eu pretendia ter um menor, mas infelizmente a Apple não pensou na possibilidade de colocar uma especificação profissional neste tamanho e, como eu já tenho um MacBook branco de 13”, realmente desejava adquirir um Pro, fosse para virar gamer nas poucas horas vagas, para poder executar minhas edições de vídeo (que faço por hobby) ou para poder viajar no Flight Simulator que tanto aprecio.

À primeira vista, com o notebook fechado, temos a ideia de ele ser bem menor do que realmente é. Primeiro porque é muito compacto, seja pelas bordas arredondadas, pelo corpo de alumínio ou pelo projeto minimalista da Apple: nada de etiquetas, nada de cores, apenas a maçã e mais nada. O notebook realmente parece ser pequeno.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

A aparência de aço escovado dá ao mesmo tempo uma sensação de robustez, de algo com qualidade, de notebook de verdade e, em contrapartida, dá uma (felizmente falsa) impressão de que a menor batida com algo mais duro vai arranhar ou amassar para sempre a carcaça. Você fica procurando arranhões, amassados, qualquer coisa, durante muito tempo, até se convencer de que o corpo é realmente resistente.

Comparado lado-a-lado com o MacBook branco, é impossível não pensar que um deles é um notebook de verdade enquanto o outro é um notebook mais… como eu diria… feito para a patroa ou para os filhos.

A fabricação é precisa: em cada curva e detalhe temos a verdadeira sensação de um produto bem feito, bem pensado. Cada corte no corpo é muito bem acabado. Realmente, neste ponto não conheço outro notebook que transmita a mesma ideia de acabamento.

Na grade dos alto-falantes (nas laterais do teclado), disponível nos modelos Pro, você pode pegar uma régua de precisão e verificar que simplesmente não existem falhas. É tudo perfeitamente simétrico.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

A única coisa que destoa no corpo do MBP é a peça de plástico preto que serve de dobradiça para a tela. O motivo do plástico é outro: ele está ali para comportar a antena Wi-Fi, uma vez que o corpo de alumínio traz problemas na transmissão do sinal.

Você não vai reparar muito nesta pequena peça, uma vez que ela é muito discreta, mas por outro lado não há como não perceber que ela simplesmente não deveria estar ali. Claro que, com uma semana de uso, você se acostuma.

Teclado para notívagos

As teclas separadas já não são mais novidade para a Apple, mas a diferença do MacBook banco para este Pro vai muito além do preto e branco. Iniciando pela cor, o teclado preto dá um charme enorme ao corpo do notebook, levando em consideração que a combinação aço escovado + preto é sabiamente chique.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

Com o meu branquinho eu tive muitas preocupações por causa de sujeiras que apareciam dia após dia. Utilizei borracha branca várias vezes para manter o notebook e principalmente o teclado limpos. Agora, com o corpo em alumínio e o teclado preto, fica muito mais fácil manter a aparência de limpeza.

O clique das teclas é algo ainda estranho para mim. Elas são um pouco mais resistentes que no MacBook. Parece que é de propósito, pois já testei o teclado dos unibody não-Pro e verifiquei que existe diferença na resistência das teclas — que não chega a ser desagradável ou mais agradável. É simplesmente diferente.

Naturalmente, o barulho dos cliques é muito baixo, ou seja, dá pra utilizar na cama sem chatear a patroa.

Luz!

A novidade para mim é a presença da luminosidade no teclado. Então eu, que gosto muito de ler e escrever na cama, recebi a novidade de braços abertos.

A intensidade da luz é controlada pelas teclas F5 e F6 e em combinação com o sensor de luminosidade instalado (e invisível) ao lado da câmera.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

É interessante que o teclado permite um pouco de vazamento de luz por baixo das teclas, bem como através delas. É um efeito interessante, pois permite ver todo o layout, bem como tecla a tecla, além de fornecer um efeito bem bacana e bonito ao notebook como um todo.

É um recurso discutível, útil apenas para quem pretende utilizar o notebook na penumbra ou na escuridão total, porém de extrema utilidade nesses casos.

Trackpad

A área do trackpad é muito grande, uma vez que não possui botão físico. Na prática, todo o trackpad é um botão, mas ele só funciona bem se você clicar do meio para baixo. No topo simplesmente não se consegue o clique.

A função multi-touch é muito bem vinda: você rapidamente vai se acostumar a utilizar três e quatro dedos. Nem sempre rotacionar fotos ou aplicar o zoom é bem executado na primeira tentativa, porém, e é possível que você tenha de usar os dedos das duas mãos para conseguir o efeito desejado. Só na prática, para entender melhor esta questão.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

No Windows — via Boot Camp — eu achei a sensibilidade alta demais: facilmente você clica em algo quando quer simplesmente navegar com o mouse de um local a outro.

Outro fator que pode chatear com o tempo é o fato de que os cantos inferiores esquerdo e direito do trackpad servem para o clique secundário (botão direito). Então, várias vezes quando você deseja clicar em algo, abre-se o menu correspondente ao clique secundário.

Felizmente, o trackpad é muito customizável e o fato de ser de vidro dá uma textura agradável — porém segura — a ele. Ponto para a Apple.

Tela

Aqui entra a parte mais controversa dos novos unibody: a tela! Primeiramente vou falar do ponto consensual: seu brilho e contraste. A Apple realmente conseguiu desenvolver um display do tipo “Uau!”. Na primeira vez que qualquer pessoa olha para a tela, há esta reação. É unanimidade.

A combinação de tela de vidro com moldura preta e iluminação traseira por LED simplesmente deixa o display do MacBook Pro sensacional, visível em qualquer ambiente, sob qualquer circunstância. Com o brilho no máximo, ele chega a ponto de ficar demasiadamente claro para trabalhar ou escrever este texto, por exemplo.

Em comparação ao MacBook branco, ambos lado a lado, chega a ser frustrante ver a geração anterior. Cheguei mesmo a cogitar que meu branquinho estivesse com problema no brilho, mas depois constatei que não, ao compará-lo a outro da mesma geração.

Outra característica que a moldura preta fornece: impressão de uma área maior. Mais de uma pessoa chegou a perguntar se ele era 17”. Essa impressão é mesmo muito forte.

Só para informar, o meu notebook veio com o adaptador Mini DisplayPort e eu imediatamente o conectei à minha TV 46” Full HD e… funciona que é uma maravilha. Fazer HTPC com ele é o que há!! ;-)

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

No MacBook aparece a informação da 1080 — não diz se é “p” ou “i”, mas a TV reconheceu como “p”. O MacBook, por sua vez, informa a resolução máxima de 1080i, e é assim que o televisor reconhece.

Espelho meu…

Realmente reflete. Dependendo da posição do monitor, você verá a você mesmo e a todo o resto através da tela de vidro.

Mas, para acalmar os puritanos de plantão, a solução é tão simples que parece mágica: corrija a inclinação do monitor. Parece besteira, mas muita gente reclamou tanto deste tipo de tela, quando é tão simples resolver o problema. Não existe “aquela posição” que não tem jeito, sempre dá pra arrumar de uma forma que o reflexo fique quase imperceptível.

Ainda assim, para quem realmente é perfeccionista-extremista, no caso dos unibody, ficar sem reflexo nenhum não rola mesmo.

Fala, que eu te escuto

O som foi, sem dúvida alguma, a surpresa mais agradável e positiva que eu poderia ter tido com este computador. Eu não esperava nada do som. Fosse pelo MacBook, que possui um som medíocre na minha opinião, fosse pelo som em geral de qualquer notebook que eu já tenha visto funcionar. Mesmo os notebooks para gamers, como os da Gateway, possuem um som fraquíssimo, ao meu ver (ouvir).

Pois bem, só coloquei uma música nas caixas do MBP depois de uma semana de uso, porque simplesmente não lembrava de testar este recurso. E qual foi minha surpresa ao reparar que o som é muito cristalino — e muito, muito alto mesmo.

É surpreendentemente gostoso ouvir músicas em suas caixas de som. Apenas utilizando o volume original do sistema operacional e o equalizador nativo do iTunes, eu consegui um som bem audível. Utilizando o iWOW, posteriormente, percebi que dava pra fazer um quase-milagre com este notebook.

A tela, eu já conhecia; o acabamento eu já esperava; o som foi, sem dúvida, o “one more thing” mais bacana de todo o equipamento.

Velocidade

Bom, quem já conhece o Mac OS X sabe que ele é rápido e muito estável. Qual a diferença de utilizar este MacBook Pro e o branquinho de dois anos atrás? Basicamente, o processador mais rápido em conjunto com a memória mais veloz permitem-me abrir vários aplicativos ao mesmo tempo sem que o sistema comece a diminuir sua velocidade, ou ainda, executar edições de vídeo e fotos em menor tempo.

Um computador com 4GB de RAM roda perfeitamente qualquer aplicativo e, no caso do Mac OS X, o benefício estende-se ao uso de virtualizadores como o Parallels Desktop e o VMWare Fusion. Se eu definir 2GB para a máquina virtual e mantiver 2GB para o SO principal, posso trabalhar tranquilamente nos dois sistemas ao mesmo tempo sem notar queda de velocidade.

Claro, isso vale para aplicações de escritório, então nem pense em rodar AutoCAD de um lado e Final Cut Pro do outro sem que a máquina comece a gemer.

O processador mais potente permite brincar de forma muito mais suave no FCP, por exemplo, mas, na prática, a diferença entre 2,66GHz e 2GHz é o tempo final de renderização, uma vez que com 4GB de RAM os dois notebooks trabalham bem e sem nenhum soluço.

Outro ponto que é óbvio: para jogos, qualquer ganho de hardware faz diferença. Neste quesito, o processador mais rápido e a memória DDR3 fazem uma grande diferença, além, é claro, das placas de vídeo. Falando nelas…

Com que placa eu vou?

A Apple é minimalista em todos os seus produtos. Sempre! Assim, ela não faz alarde com o fato de o notebook ter duas placas de vídeo.

É claro que, quando o unibody foi lançado, todos os sites falaram nas duas placas de vídeo. No site da Apple fala-se muito nisso, mas, uma vez que você está com o notebook em mãos, você simplesmente não lembra disso. Ele não faz nenhuma menção ao fato de existirem duas placas de vídeo (a não ser, é claro, na Visão do Sistema), e a forma como se troca entre uma e outra pode ser tudo, menos óbvia.

Nas configurações do sistema (no Economizador de Energia), você define “maior vida útil da bateria” ou “maior desempenho”. Só isso. O sistema informa que vai finalizar a sessão, mas nem mesmo diz o motivo. Você em momento algum fica sabendo que o sistema vai utilizar outra placa gráfica. Ou seja, se você não lê manuais (o que aflige 99% dos usuários) e não acompanha a mídia digital (como o MacMagazine), é provável que nem venha a saber que possui um notebook com duas placas gráficas.

E o que isso representa?

Bem, com a placa mais potente — a NVIDIA GeForce 9600GT com 512MB de DDR3 dedicada — dá pra jogar Call of Duty 4 (no Boot Camp) com os gráficos no padrão médio/alto em 60fps — o que é muito bom. Porém, foram necessárias várias configurações manuais no driver e no jogo para chegar a este valor.

Em outras palavras, dá pra brincar com os jogos atuais com gráficos medianos a altos. Para quem gosta de jogar, este notebook não vai substituir um desktop e ainda existem outros laptops com muito mais poder gráfico, como os Gateway e suas 9800 com 1GB DDR3 (!!). Mas você não vai ficar chorando sem poder jogar naquela lan dos amigos, né?

Com a 9600GT, o notebook funcionou normalmente por mais ou menos três horas e meia, enquanto o manual fala de quatro horas. A bateria tem poucos ciclos, e isso significa que ainda não está devidamente calibrada. Esta autonomia deverá melhorar um pouco mais. Já com a placa menos potente, o notebook tende a ter maior autonomia — cinco horas, segundo o manual. Ainda não utilizei a bateria somente com esta placa.

Na prática, usando a 9400M, o COD4 rodou nas mesmas configurações anteriores, mas com 45fps e umas engasgadas de vez em quando — ou seja, uma queda grande.

É óbvio que seria muito interessante poder utilizar as duas placas ao mesmo tempo, ganhando uma folga na performance. Segundo a NVIDIA, isso é possível com os devidos drivers. Também, independente de o notebook ter 4GB de RAM, as placas não utilizam a memória, sobrando de forma compartilhada — o que é uma pena, pois a 9400M possui apenas 256MB.

Outros jogos que consegui jogar de forma bem satisfatória usando a 9600GT foram: PES2009, Flight Simulator 2004 e X, SimCity 4 e The Sims. O mais sofrível foi (é claro) o FSX.

Pausa para testar o Windows

Eu utilizo o Windows XP via Boot Camp. Neste MBP, o Windows Vista foi instalado e não durou nem 24 horas. Não gosto do Vista, não adianta.

Cheguei a instalar um beta do Windows 7, que demonstrou ser muito mais rápido do que o próprio Vista, mesmo sem ter os devidos drivers fornecidos pela Apple. É possível que, quando saírem os drivers para Windows 7, eu fique com ele no Boot Camp; até lá, opto mesmo pelo XP.

Eu mantenho o Windows apenas para jogar, por isso estou com o XP e mais nada. E sim, tudo funciona perfeitamente, inclusive o maior consumo de bateria.

Cuidado com as jóias da família

Não pense em colocar o MBP no colo enquanto joga ou renderiza um vídeo. Ele simplesmente te queimará.

A estrutura de alumínio é muito boa na distribuição do calor pelo corpo do notebook e, ainda assim, a parte próxima do conector de energia fica muito mais quente que o restante. Chega mesmo a ser estranho ficar com a mão em cima do teclado durante a jogatina: o calor nos dedos fica lembrando que você deve comprar um teclado externo para jogar.

Finalizando!

É óbvio que estou apaixonado pelo novo brinquedo. E que brinquedo! Hoje eu estou rodando o Final Cut Pro e o Photoshop + Lightroom diretamente no notebook sem nenhum tipo de gargalo. Aplicar texturas, filtros e retocar fotos ocorre de forma quase instantânea no PS. Claro que trabalhar com vídeo exige um pouco mais de paciência. Na prática, tudo ocorre de forma muito mais rápida do que no MacBook, mas é verdade que os dois fazem a mesma coisa.

A tela de vidro e as bordas pretas dão um show à parte. O notebook por si só chama muito a atenção.

Review do MacBook Pro unibody de 15 polegadas

Então vem a pergunta clássica: é necessário comprar o modelo Pro? Fica complicado de responder, já que eu tenho um, mas sou muito realista e por este motivo eu respondo: depende. Hoje, o que o Pro possui de diferente é a memória instalada, o HD e a placa de vídeo a mais. Destes, apenas a placa de vídeo é um acréscimo de valor, pois RAM e disco rígido você consegue na loja da esquina a preços cada vez mais baratos.

Entre o unibody Pro e não-Pro e o branquinho, todos fazem as mesmas coisas, abrem os mesmos textos no Word, rodam os mesmos filtros no Photoshop, renderizam o mesmo filme no iMovie. Claro que, com um processador maior e mais memória, o Pro vai ganhar disparado, mas isso não significa que o MacBook ou o MBP antigo sejam desmerecedores do nosso amor.

Não existe algo realmente obsoleto. Não existe notebook que não faça o que outro notebook faz. Isso para a maioria absoluta dos usuários. Mas isso não se aplica aos games, é claro. Assim sendo, quem precisa ter um computador de ponta? Na minha opinião, apenas quem gosta do prazer de ter o modelo de ponta. Quem possui aquela alegria interior de ter algo que é top, ao menos durante dois ou três meses. Apenas o tipo de pessoa que abre mão de várias outras diversões para poder se presentear com um computador mais caro.

Então, não sinta tristeza por ter uma máquina 2GHz enquanto o amigo do lado tem uma 2,2GHz. Não sinta medo de ser feliz com seu notebook só porque o outro leva 10 segundos a menos para compactar um arquivo de 5GB. Assim, na minha opinião o Pro é para quem precisa da placa de vídeo a mais apenas para jogar, mas aí existem outros notebooks muito melhores no mercado, e muito mais baratos. Quem compra um MacBook Pro sabe o que esperar de um MacBook Pro.

Concluo, portanto, que só precisa de um MBP quem realmente deseja ou necessita de um notebook Apple com tela de 15 ou 17 polegadas. É isso. Espero ter ajudado. :-)

« Destaques e pontos abordados na conferência de divulgação dos resultados financeiros do Q2 de 2009 da Apple Forbes revela testemunho de Steve Jobs em escândalo passado de opções de ações pré-datadas »

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74 Comentários »

  • lucasflaviosb disse:

    Ótimo review. Abordou vários pontos interessantes e não é um apple fanboy viciado.

    Parabéns e divirta-se com o MBP B)

  • Mauricio disse:

    Tenho um MPB "antigo", e depois desse review tenho certeza que não preciso comprar um novo… ahahahahaha

    Sério, muito esclarecedor. Ajuda bastante quem já teve alguma dúvida de vale a pena vender o "antigo" pra comprar o novo.

    Uso o meu pra gravações de áudio (ProTools) e coisas que demandam pouco vídeo… então, com meus 4gb de RAM acho que ta tudo lindo ainda… hahahhaa

    Parabéns!

    Abraços!

  • Erick Patrick disse:

    Já eu, preciso de um modelo pró… Esperar parentes voltarem de fora para ver se consigo que tragam 1 para mim ;B

  • Jalex disse:

    concordo! meio gaiato mas ta valendo hehe (y)

  • Bandeira disse:

    Foi o mesmo que pensei, com esse disco http://www.forumpcs.com.br/review.php?r=252780 o sistema fica uma bala, abre os programas no barulho do click do mouse :-) no natal vou tentar comprar um de 64 GB. Gostei da resenha.

  • Eu tenho um MBP (2007) e a razão básica é o 1440×900. No meu falecido Asus, eu usava 1680×1050, e não vou negar que sinto falta de mais espaço na tela desde que mudei.

    Aliás, essa vai ser a grande dúvida que vou ter no final do ano quando for trocar o notebook: continuo com um novo MBP ou vou num Air e me acostumo com os 1280×800? Hoje a resposta ainda vai ser o MBP, mas quem sabe um modelo novo de Air… :)

  • Willy disse:

    Excelente review !!! Dá até vontade de vender o carro para comprar um MBP…
    Uma questão importantíssima que faz diferença entre um MB e MBP ambos unibody: O LCD !!!
    O MB é extremamente sensível ao ângulo de visão no sentido vertical enquanto o MBP esse problema é quase inesistente. Tenho um MB unibody de 2GHz e afirmo que vale muito a pena ter um desses. O problema é que a partir daí todos os outros notebooks ficam sem sabor…

  • Eu tenho um PRO, de 2.4 com 4gb de ram e estou muito mas muuuuito feliz. Talvez a melhor compra que já fiz na vida. Sério! E o que me deixa feliz é que não deixa a desejar em nada aos novos. Isso que comprei a 2 anos. Show de bola! Recomendo a todos que puderem.

  • Joao disse:

    parabens pelo review! =DD muito interessante!
    mesmo assim eu ainda amo meu branco encardido hehehe

  • Luciano Paranhos disse:

    Eu tenho um branquinho que esta trabalhando muito bem, claro, coloquei 4GB de memoria nele. Faço tudo que preciso nele e nao tenho problemas de lentidao.

    O que eu uso de mais "pesado" é o game Word of Goo.

  • rwwr disse:

    Discordo em relação ao LCD. Essa tela glossy é ruim demais, muito reflexo! Matte é bem melhor! De resto, a qualidade da construção unibody é impressionante!

  • helmygalindo disse:

    Esses reflexos precisam ser corrigidos pela Apple urgentemente. Eu mesmo, uso muito o notebook em ambientes externos e não ficaria nem um pouco satisfeito em pagar tanto pra ter alguma dor de cabeça com uma tela assim.

  • filipedurando disse:

    O melhor e mais completo Review que eu já li! Parabéns Godoy! Estou feliz por você e por seu filho!

    =D!

  • [...] lendo Resenha de leitor: MacBook Pro unibody de 15 polegadas, Intel Core 2 Duo de 2,66GHz (3,073 [...]

  • Goya disse:

    Realmente mandou HIPER bem no Review. Princialmente, como disse o amigo acima, nw e nenhum Apple fanboy rs.

    Ainda nw vejo necessidade de trocar meu VAIO por um MB ou MBP, apesar de querer e nw gostar mais do Windows. Por enquato estou muito bem com meu iMac. E QUANDO preciso, uso o VAIO.

  • André disse:

    Realmente, mto bom, e como o amigo acima falou, o cara que fez a resenha não era fanboy, o que faz a resenha ser realísta….

    Parabéns ao autor pelo post e pela compra, é claro ;D

  • Linux and HACKinTOSH disse:

    Rafael, o pretinho ali no canto é um HACKinTOSH?

  • Haroldo disse:

    Meu MB withe tem tudo que eu preciso. 4 giga de ram, hd de 160gb e o mais importante: um CPU c2duo de 45nm. Ja fui um grande jogador de jogos de pc.. Inclusive tenho um desktop com c2d E7300, Ati 4830HD , HD 1tera.. mas assim.. nao gosto mais de jogar em pc, piorou em notebook. A razao disso eh que tenho Xbox 360, uma Lcd 32, um home theater. A unica coisa que me faz pensar em um possivel update de macbook seria a nao compactibilidade com o novo 10.6 (snow leo). No mais parabenizo quem comprou um MBP unibody.

  • Phillipe Xadai disse:

    Eu acredito realmente que o reflexo do glass nas telas dos novos MacBooks se compense pelo brilho total das telas… assim como acontece no próprio iPhone/iPod touch, que quase nuca usamos com brilho máximo…
    A tela do meu iPod touch brilha mais q a do meu MacBook white… rsrs
    Configurado no brilho máximo, dá pra usar o iPod debaixo do sol sem perder visibilidade. Imagino que com esses notebooks tb seja assim…

  • Jefferson Tadeu disse:

    Muito esclarecedor mesmo!
    Eu estou tentando juntar dinheiro para com o branquinho e me deparei em esperar mais tempo juntando pra pegar o Unibody, mas com esse Review muito bom acho que o branquinho já faz tudo que eu necessito. Obrigado Alexandre Godoy. Boa Sorte com seu novo "filho" xD.
    Abraço!!!

  • AntonioJr disse:

    Otimo Review. Eu tb comprei o meu MB 13 unibody a 2 semanas. Ainda estou me acostumando com ele depois de quase 15 anos de Windows. Com relação a descrição, eu concordo com o aquecimento no teclado. Realmente esquenta muito! Mas tenho que acrescentar algo que eu não gostei: os angulos da mesa sao vivos. Enquanto as outras marcas evoluiram e criaram notebooks com esta regiao mais arredondada, a Apple faz um que machuca o braço de quem usa o teclado do notebook para trabalhar. A beleza é notória, mas deixa a desejar no conforto.
    Abraço

  • Esse Review está excelente.Os aspectos abordados são exatamente aqueles que alguém deve saber antes de escolher qualquer máquina! parabéns!

  • leoavesani disse:

    Eu adorava o meu MBP late 2006 até que comprei um MB Aluminum recentemente. Realmente é fenomenal. :)

  • Alex Godoy disse:

    Obrigado a todos pelos comentários. Como eu falei ao Rafael, este site está de parabéns, o melhor conteúdo nacional sobre Apple.

    Para quem perguntou, sim, aquele pretinho é um MSI Wind.

    Mais uma vez, obrigado a todos.

  • Andrei disse:

    Review muito bom mesmo. Tenho um MBP aluminio a quase 2 meses e as observações que ele fez sao realmente validas. Só adicionaria mais um detalhe sobre o trackpad no Windows via Boot Camp. Além de ser bem mais sensivel (e irritante), p/ clicar com botao direito normalmente é necessário usar 3 dedos ao invés de 2, que seria o normal. Muita gente ja reclamou disso no forum de suporte da Apple, mas ate agora nada de sair driver atualizado :S

  • Ron Ribeiro disse:

    Ótimo review, juro que se não fosse a tela glossy, eu trocava meu velho!!!

  • brunobarcelos disse:

    Parabens por uma das melhores resenhas do Macbook Pro Unybody que já li!

    Se bobear, tmb é uma das melhores e mais realistas resenhas já publicadas no MacMagazine.

  • João Pinho disse:

    Muito boa a resenha! Muito esclarecedora!
    E este final me deixou muito mais apaixonado pelo meu MB branco! hehehehehhehehehhe!!!

    Valeu e parabéns pelo novo brinquedo!

  • Excelente review! :-)
    Mas eu ainda tenho a sensação que o MBP suja bastante.

    A tela poderia ter um pouco mais de resolução, algo como 1680×1050 pixels. O único notebook com tela de 15" com essa resolução que eu vi foi o MSI GX620.

    Mas seria muito bem vindo no MBP, principalmente pra quem trabalha com editoração de imagens, CAD, etc. :-)

  • internetico disse:

    Otima explicacoes, escrito muito bem…tenho um branquinho que nao troco por nada e um mpb mais antigo mas adoraria pegar um desses…muito animal…parabens pelas informacoes.

  • internetico disse:

    Pode ser fora doargumento do post, mas acabei de ler que mais uma vez Tim Cook da apple disse que nao existe possibilidade para o lancamento de um netbook da apple, por isso esperem o renascimento do Newton, ou um psp comamarca apple/

  • Fernalive disse:

    Gostei do review, tenho um Macbook Pro Penryn, acho que a diferença realmente é o design, pois a performance, permanece a mesma…

  • Excelente resenha. Fiquei com água na boca, mas seguirei em frente com meu branquinho.

  • Leonardo disse:

    Era mais ou menos o que eu já pensava mesmo. Hoje em dia ter um modelo Pro não tem tanta diferença em relação aos outros. A diferença fica mesmo nos tamanhos das telas.

  • Julio Sartori disse:

    irado!!! abordou pontos bem interessantes!!! 10!!!
    a única coisa que me incomoda é a tela de vidro que possui muito reflexo.

    sobre usar as duas placas de vídeo simultaneamente, não sei se realmente é possível, já que a tecnolodia Nvidia SLI requer duas placas de modelos iguais….e se não me engano, pra alternar entre as duas tem que reiniciar o sistema, estou certo?

  • Thiago disse:

    O unibody alumínio é impressionante mas a tela… caramba, quanto reflexo! Isso pra mim tira o brilho (desculpe-me a expressão infeliz) do conjunto todo :(

  • Dud disse:

    Aonde vocês compram Macs no Brasil???

    Por quanto vocês acham que eu consigo vender meu iMac 24" 2.4Ghz 4Gb RAM 320 de HD?

    Obrigado.

  • Paulo Nunes disse:

    Essa é a resenha que eu gostaria de ter escrito… Entrei no mundo Apple há 3 anos com o iPod nano de primeira geração, comprei o iPhone há alguns meses, e recentemente resolvi me aventurar em um novo sistema para satisfazer o sonho de ter um MacBook. A satisfação é realmente muito grande, desde o "unboxing" (a Apple faz até as caixas dos produtos serem objetos de desejo…), descobrir todos os detalhes físicos e lógicos do MacBook… Não posso deixar de concordar com quase tudo, já que eu arrancava imediatamente todos os adesivos dos meus notebooks anteriores… Quando vi a traseira do notebook, achei incrível ver algo tão limpo!

    Hoje, depois de quase 2 meses de comprado meu MacBook 13,3" (que, concordando com o Alexandre, me surpreendeu constatar que a tela 2" menor não me faria a menor diferença visual), ainda me pego limpando todos os seus cantos, passando a mão para conferir a perfeição do seu desenho e material, resistência da sua aparência de novo, inédita em qualquer produto do tipo… Brincando com o sensor de luminosidade no lado esquerdo da câmera, com o indicador de carga da bateria… Tive dois Toshibas com alto-falantes excelentes, antes do MacBook, e fiquei extremamente surpreso pelo fato de um notebook de 13" ter escondido sob o teclado alto-falantes tão bons!!!

    Enfim, acredito que só tive boas surpresas, e acho que cada um de nós que comprou um MacBook (principalmente se, como eu, só o fez agora e nunca antes teve um computador Apple), tem a vontade de sentar e escrever não só uma resenha, mas um ensaio sobre o MacBook. Parabéns, Alexandre, mostrou (de bela forma escrita) que a Apple tem o poder de exercer sobre muitas pessoas o mesmo tipo de fascinação…

  • Murilo disse:

    Ótimo review. Apenas um comentário em relação ao trackpad e seu "botão da direita": ele tbm pode ser configurado para ser acionado quando pressiona-se o trackpad com dois dedos, o que inclusive é a configuração original de fábrica. Aqui no meu funciona perfeitamente, aliás, este novo trackpad é tão bom e com o tempo o uso dele torna-se tão natural que vira e mexe me pego fazendo movimentos do multitouch no meu antigo G4……hehehehehehe……

  • Júnior disse:

    Realmente fiquei surpreso com as qualidades.

    Mas fugindo do assunto, como colocar acentos em palavras como café, xá, chá, ou o til como em não em teclados apple ? Acabei de mudar do Vista para o Leopard, (palavras acentuadas pois faram realizadas em meu ex-PC)

  • Totalmente excelente!!!!!

    Realmente é uma baita máquina… em todos os aspectos. Alex… Parabéns pelo brinquedo novo… tenho absoluta certeza que vcs serão muito felizes…

    O meu MBP completou ontem exatamente 1 ano… estou ainda em lua de mel… tive que ler teu review com os olhos entreabertos… não queria despertar ciúmes no meu…hehehe

    Sucesso e não se esqueça que agora vc possui super poderes…

    Abraço

  • Parabens pela resenha, muito boa msm e detalhada, parabens!
    quem saber no futuro eu compro um hehe

  • alpha disse:

    Fotos amadoras e texto mal escrito. Rafael. me admira você publicar um "negócio" desses no MacMagazine. A tentativa de resenha não acrescentou nada. E pelo jeito, boa parte dos seus leitores é da mesma qualidade (ou são todos uns puxa-saco).

  • Norberto disse:

    Mais um tard com raiva de não poder comprar um Mac. Liga não Alex e Rafael.

    Recebi o meu ontem, um MB Alu 2.4, e faço meus todos os elogios sobre os Macbooks. Impressionante é a palavra que melhor o descreve. Tinha assistido a vários videos sobre o unboxing e First Start dos MB, mas ao vivo é demais. Rápido, simples e objetivo, em menos de 10min eu já estava totalmente operacional, navegando e recebendo meus e-mails.

  • Ótima review, sem dúvida os novos MacBooks unibody são lindos e poderosos, mas ainda caros demais para os bolsos da maioria dos Brasileiros.

    Apenas um detalhe:
    "A aparência de aço escovado dá ao mesmo tempo uma sensação de robustez (…)"

    A aparência não é de aço escovado, mas sim de alumínio anodizado, aço escovado é o estilo da janela Safari no Tiger, com riscos horizontais (ou verticais…). O alumíno anodizado não tem riscos, mas sim pequenos pontos brilhosos, o que acho ainda mais bonito que o ultrapassado aço escovado. ;)

  • Grande resenha, eu tenho um igual ao teu só que com processador 2.53. Só tenho uma reclamação, o teclado.
    Você verá ao longo do tempo que o teclado do Aluminium engordura muito fácil.
    Eu tenho o meu faz 3 meses, usando todos os dias. Se você olhar pro meu teclado, parece que tem mais de 1 ano de uso.
    Agora vou comprar um teclado externo, mas achei que ele é muito mais suceptível à gorduras e sujeiras que os anteriores.
    Apenas esta a minha reclamação, do resto, MAQUINÃO.
    []'s

    Ps. Acrescentando, a minha bateria também em 3 meses de uso, caiu de 3.30 horas para 2.30 de autonomia. :(

  • Alex Godoy disse:

    Victor, valeu pela informação. Eu realmente não sabia a diferença. Vou ficar mais atento agora.

    Starvick, não é preconceito, tanto que o White foi meu companheiro por quase dois anos, como eu poderia falar mal dele? Mas não é de se negar que o apelo dele com as mulheres é muito forte, todas mulheres que olham o White amam à primeira vista. Tanto que minha patroa que sempre amou o White não deixou eu vender e acabou ganhando ele de presente.

    O Alexandre Santiago falou que o teclado engordura fácil. É verdade. O paninho que vem com o notebook está sendo utilizado todos os dias. Depois de um dia de trabalho o teclado fica brilhando, nada legal.

    Obrigado a todos.

    Godoy

  • Starvick disse:

    Adorei o Review, só nao gostei nada da parte : " impossível não pensar que um deles é um notebook de verdade enquanto o outro é um notebook mais… como eu diria… feito para a patroa ou para os filhos". Preconceituoso nao? Meu marido tem um PC HP e usa so para email e internet e nem sabe direito o que é um macbook, meu filho caçula tem um PC Gamer, meu outro filho um note HP rodando XP. E eu, a "patroa" ? Bom, tenho um macbook white com 4gb e hd de 250 !!! Sou uma fã de mac deste os coloridinhos G3, ibook g3 colors, powerbook, powermac ..etc. Tenho uma empresa de informatica antes direcionada para manutençao de Pcs e redes hibridas (mac e pcs – antes era uma tortura manter este tipo de rede) e agora focada para manutençao de notebook e sistemas de gestao de incorporadora imobiliaria. Tbem tenho um DELL para usar em testes de sistemas e alguns testes e configs de redes. Não gosto de ver meu macbook rodando Vista! Ele é puramente MAC !__Apesar do deslize preconceituoso, li o review inteiro e agora ja penso na possibilidade de outra aquisiçao: MAC Book Pro 15! Alias adoro a tela glossy.__Valeu!____

  • Linux and HACKinTOSH disse:

    Na assinatura dele ele já diz portador de um MacBook Pro de 17 polegadas, e ja faz tempo. Como esse MacBook Pro de 15 é novidade???? É o primeiro pro ou o segundo????

  • Cesar Parzianello disse:

    Ótimo review!!!
    Não vejo a hora de dar um irmãozinho ao meu MB white. Um MBP de 17″ seria mto bem vindo!
    Mas o preço não é nada convidativo… Como o amigo ali em cima disse “vender o carro” pra
    poder comprar um kkkkk

  • [...] 24 04 2009 Esta tarde resolvi fazer um pequeno upgrade no meu HD, inspirado nesse excelente review do MacMazine que descreve o desempenho do MacBook Pro unibody, descrevendo o pífio ganho de performance em [...]

  • Publiquei no meu blog um howto de como fazer o upgrade de memória e HD… na verdade estou ainda no meio do backup, mas a informação já está lá. Quem quiser se aventurar, é só clicar em howto.

  • O review foi publicado pelo Rafael, o dono do macbook pro de 17 polegadas, mas foi escrito pelo Alex, daí a confusão…

  • Mariana disse:

    Olá Rafael, sou estudante de Arquitetura e utilizo muito do programa Autocad. Estou pesquisando para saber qual seria o cnotebook mais apropriado para a utilização do mesmo. Já me falaram do Apple e também do HP, você poderia me dá uma dica em relação a isso. O Apple seria melhor?

    Obrigada!

  • jonathan disse:

    oi,estou afim de comprar um macbook pro 13.3 unibody, mas queria saber qual temperatura ele alcança sobre carga de trabalho e uso dia a dia(internet,word)

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