Promoção de Black Friday na Apple Online Store Brasil traz descontos de 10%, em média
Home » Dinheiro, Internet, Web 2.0

Co-fundador do Twitter afirma: “Não estamos à venda.”

Apple e TwitterApple comprando Twitter? Nope — nem ela nem ninguém, segundo Biz Stone, co-fundador do serviço. Ele e o seu sócio Evan Williams foram hoje ao programa matinal The View, no qual foram entrevistados por Barbara Walters. O assunto, é claro, foi trazido à tona.

De acordo com o Computerworld, Barbara puxou o assunto sobre os rumores de uma aquisição do Twitter pelo Facebook, Microsoft, Google e, mais recentemente, Apple. A resposta de Biz? “Não. Não estamos à venda.”

É claro que isso é muito relativo e rapidamente se alteraria com alguns números mais altos, porém a decisão já era mais do que esperada, visto que a dupla vê muito, mas muito potencial no futuro do Twitter. O portal ainda nem sequer estabeleceu um modelo de negócios lucrativo, mas cresce de forma assustadora, principalmente com o apoio e uso intenso por celebridades como Ashton Kutcher e Oprah Winfrey.

Por falar em Twitter, você já segue o @MacMagazine? ;-)

« Como esperado, Amazon.com anuncia Kindle DX, irmão maior do Kindle AM4 inicia ações em mobile marketing com hotsites para o Dia das Mães »

Artigos relacionados

Quem escreve?

Rafael Fischmann
Rafael Fischmann
Graduado em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda na Universidade Salvador - UNIFACS, tem paixão pela Apple e seus produtos desde quando adquiriu seu primeiro iMac (um G3 Blueberry), em agosto de 2000. Possui hoje um MacBook Pro unibody de 17 polegadas, um iPod video de 80GB, um iPod shuffle de 2GB e um AirPort Express. O mais novo integrante da família é um iPhone 3GS preto de 32GB.

Produtos do seu interesse

This website uses IntenseDebate comments, but they are not currently loaded because either your browser doesn't support JavaScript, or they didn't load fast enough.

9 Comentários »

  • Victor Franco disse:

    O grande problema do serviços dredes sociais e afins, no meu modesto ponto de vista, é como fazê-los se tornarem rentáveis. O Google busca uma forma de ganhar dinheiro com o YouTube desde ua compra, mas ó agora parece apontar com algumas soluções. Com o Orkut a história é parecida.

    Enquanto isso, a Apple disponibiliza um único produto Web (MobileMe), que eu saiba, para o grande público, e cobra (caro) por ele. E nem por isso vemos usuários com tochas nas mãos para que ele seja grátis, como estão fazendo com o Last.fm.

    Acho que essa gratuidade toda é que impede grandes idéias de gerarem lucros

    • Pedro disse:

      "Acho que essa gratuidade toda é que impede grandes idéias de gerarem lucros"

      O Google é a empresa mais valiosa do mundo oferecendo todos os serviços de graça.

    • Guilherme disse:

      Victor, o MobileMe já foi grátis, na época se chamava iTools e tinha e-mail, hospedagem web e o iDisk, de grátis. Quando os custos pra manter tudo funcionando se tornaram altos demais, o serviço virou pago, ganhou umas melhoradas e 90% dos usuários não quiseram continuar. Mas em compensação, a Apple começou a ganhar dinheiro com o serviço.

  • Fabio Nobre disse:

    Dizem que o valor de uma Startup é a quantidade de usuarios e não a quantidade de dinheiro que ela consegue gerar. Pra mim, essa teoria é meio furada. Por que, por ai só´o que tem é Startup com muitos usuários e gastando o que não tem.

    Boato é boato, mas que não faz sentido a Apple comprar isso não faz. Mas esse nosso mundo tá´tão doido, que estou começando a acreditar em tudo.

    • Victor Franco disse:

      Concordo. No mundo real, onde as pessoas pagam contas, ter uma coisa legal, mas que só dá prejuízo não tem valor algum se não houver um plano de rentabilidade. E pelo que vejo a maioria das Startups não conta com nada além de um grupo de investidores, que podem cair fora assim que aparecer algo mais cool.

  • Majesticskull disse:

    Agora to seguindo o MacMagazine!

  • DVC disse:

    Concordo 100%. Muito em breve teremos uma nova bolha de internet estourando por aí.
    Não dá para manter por exemplo o Youtube deficitário (e bem deficitário, diga-se de passagem), baseado no lucro dos outros produtos do grupo. Isso derruba qualquer empresa, mais cedo ou mais tarde.

Deixe um comentário!

Envie o seu comentário abaixo, ou um trackback do seu próprio site. Você também pode assinar estes comentários via RSS.

Seja legal. Jogue limpo. Foque-se no tópico. Sem spam.

Você pode usar estas tags:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Este blog é integrado ao Gravatar. Crie um você também!

Aviso: todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste weblog ou de seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. O autor deste weblog reserva-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação de seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.