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Projeto OnLive inicia testes fechados e dá o primeiro passo para uma revolução dos games

Por acaso você não faz ideia do que seja o OnLive? Então, antes de continuar, leia os artigos que já publicamos sobre o assunto: 1 e 2. Bem, vamos em frente! Steve Perlman, CEO e fundador da OnLive, anunciou oficialmente que a fase de testes do serviço está iniciada. Corra se você estiver interessado em participar, pois a festa será para poucos convidados.

OnLive Beta

Perlman nos conta através do blog do projeto que foi necessário adaptar servidores antigos, instalar alguns novos e até executar testes internos para finalmente liberar o acesso a pessoas de fora da empresa. Quem já estava cadastrado no site será convidado a participar, mas ele deixa claro que ainda há espaço para quem se registrar agora.

A ideia de Perlman é uma das mais ambiciosas iniciativas na indústria de jogos e promete entregar, pela web, games complexos em alta definição sem a necessidade de computadores ou consoles com grandes capacidades gráficas. Porém, vale lembrar que uma conexão generosa (de _pelo menos_ 1,5Mbps para jogos em SD) será necessária.

Eles estão conscientes de que terão de lidar com usuários de configurações e plataformas diferentes, com conexões de diversas velocidades, e que podem estar em qualquer canto do mundo. No cadastro para participar do período de testes, somos convidados a fornecer todas essas informações.

Com elas, espera-se que eles possam selecionar melhor quem poderá atender aos requisitos mínimos. Os escolhidos passarão ainda por uma segunda seleção que será feita através da execução de um programa na máquina para ratificar estes e coletar outros dados.

Serviços com o Netflix e a iTunes Store já entregam filmes através de streaming, o YouTube está de olho no filão, mas rodar jogos como World of Warcraft no navegador é outra história. Se o serviço se provar capaz de atender à demanda antes que os concorrentes o façam, ele irá mudar o cenário da indústria e talvez colocar em risco o futuro dos consoles.

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Newton Mota
Newton Mota
Tudo começou com a segunda maçã, feita de silício. E a paixão pela tecnologia só cresceu com os telejogos, computadores de 8 bits e Galactica. Assimilado desde garoto, nunca mais abandonou qualquer ambiente com traços de tecnologia. Faminto por novidades, é leitor voraz e vive conectado. Já foi webdesigner, colunista de tecnologia, webmaster e atualmente é consultor. Possui um iMac de 20 polegadas e sonha em ter um Mac Pro em casa.

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