Vídeo-aula: escrita de caracteres chineses com trackpads multi-touch no Snow Leopard
Esta pequena vídeo-aula fala de um recurso que eu, particularmente, estava aguardando bastante. :-D Ela mostra como utilizar o novo recurso de escrita nos trackpads multi-touch dos MacBooks mais recentes.

Trata-se de um complemento para o artigo publicado sobre o mesmo assunto, e resolvi fazê-lo porque fica abstrato explicar em texto o funcionamento da coisa. Detalhe: ela foi gravada com o novo QuickTime X, o qual para mim tá aprovado! Por outro lado, não pude editá-la como é possível no ScreenFlow, que o Rafael Fischmann normalmente usa em suas vídeo-aulas, então o ideal é assistir ao vídeo em HD no próprio YouTube, já que vendo-o abaixo pode ficar um pouco pequeno.
De qualquer maneira, aqui está:
Ah, e antes que eu me esqueça: um aspecto que deixei passar em branco no vídeo é a função do terceiro botão do canto esquerdo: ele é o Enter, isto é, a quebra de linha. ;-)
どうもありがとうございました。
.:゚+( *゚∀゚)ノ See you again!.: *:・




Legal! Mais é dificil aprender essas linguas.
Bela video-aula, Takashi!
O recurso é realmente muito legal e útil para estudantes da lingua chinesa/japonesa, mas para procurar o significado de um kanji, não bastava copiá-lo direto da página da web para o dicionário? rs…
Outra dúvida que tenho é sobre o uso desse recurso através de tablets em desktops no lugar do trackpad dos macbooks. Será que é possível (nativamente ou através de softwares de terceiros)?
O Windows tem esse recurso nativo a alguns anos, soh nao sei se funciona com o trackpad dos notebooks.
Claro que teria sido mais fácil copiar e colar da página, mas vai que está num livro impresso?
Só acho que o algoritmo podia funcionar mesmo sem a ordem correta dos traços. De qualquer forma, é um recurso bacaninha! Valeu pelo post!
Realmente foi nonsense reescrever. Até porque, quem não sabe o que é como vai saber a ordem certa?
O Voice Over funciona em chinês? A Apple diz que sim, mas que deve-se adquirir o pacote de voz em chinês à parte, coisa que não achei em nenhum lugar…
Realmente reescrever foi nonsense, pelo menos no exemplo dado.