Operadora Oi passará a vender iPhone no Brasil antes do Natal

Nós estávamos aguardando alguma posição oficial da Apple ou da operadora, mas, com tantas informações quentes e correspondentes, não há mais muita escapatória: a Oi passará a vender o iPhone no Brasil antes do Natal. …

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O “Efeito App Store”: uma ameaça ao mercado de software portátil?

Dramático? Talvez, mas não sem razão. Recentemente, John Herrman, do Gizmodo, publicou um artigo bastante detalhado em que é explorado o barateamento generalizado de apps na iPhone App Store. Segundo o autor, na busca inglória por visibilidade, os desenvolvedores são forçados a baixar perigosamente os preços de suas criações, na fé de que a quantidade compense o ínfimo lucro por venda individual.

Tabela do Gizmodo; clique para ampliar

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Para efeito de comparação, muitos softwares com “vida pregressa” à App Store veem seu valor cair substancialmente quando são portados para iPhone OS — ou mesmo um tempinho depois de entrarem na loja. As facilidades providas pela Maçã (distribuição, principalmente) podem ser responsáveis por parte desse barateamento, mas o grande motor aqui seria a guerra fria por uma colocação alta nos rankings da loja — a maioria, baseada em quantidade bruta (apesar de haver um ranking de lucratividade). Nessa brincadeira, muitos aplicativos de qualidade são obrigados a diminuir de preço ou amargar o esquecimento na loja, o que pode resultar numa fuga de desenvolvedores decepcionados e endividados.

Para finalizar, esse “Efeito App Store” poderia se propagar para outras plataformas. Vender aplicativos para usuários de BlackBerries, Windows Mobile, Android ou webOS pode ficar bem complicado quando há, na plataforma da Apple, o mesmo app (ou uma versão melhorada dele) por um preço menor.

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Quem escreve?

Halex Pereira
Halex Pereira
Formado em Ciências Biológicas e estudante de Direito pela UFC, Helton Alexandre “Halex” Pereira mora em Fortaleza (CE) e, aos 26 anos, conserva o gosto excêntrico de lutar pela integridade emocional de gadgets indefesos. Adora absorver informação e aprender coisas novas. Ele também estuda alemão, é concurseiro e gosta de desenhar nas horas vagas. Não, ele não tem vida própria, mas acredita que um dia será capaz de sustentar os caprichos de sua pequena família de iGadgets — um iPod touch 1G e um MacBook (Early 2008), carinhosamente chamados de touchy e Mack, respectivamente.

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12 Comentários »

  • andersonvb disse:

    acho que o cara falo besteira. Porque não pensar que os preços antes estavam super faturados visto que ainda assim as pessoas compravam. Outra … o kit de desenvolvimento do PSP não é de graça e converter não é um simples copy cole. Pode até ser especialista e tal …. mas as vezes o profissionalismo de alguem não lhe da a razão da palavra … e nesse caso na minha visão ele falo besteira.

  • AdrianoJorge disse:

    Software hoje não vale o preço único e sim o quanto ele consegue vendem por aquele preço. Não vejo problema nenhum em os preços serem baixos, bom pro consumidor, que gasta menos, bom pro desenvolvedor, que vende pra mais pessoas. Achar isso ruim é puro sinal de egoismo, pensam "eu posso comprar um software caro e você não". O aplicativo não vai fazer menos porque custou menos. Bom exemplo são os softwares livres que estão dando de 10 a 0 em softwares pagos (e caros).

  • asfonseca disse:

    Esse conceito de repositório central de aplicações instaláveis não é novidade, trata-se da forma como aplicações open source do universo Linux, BSD, etc são distribuídas prioritariamente. A Apple apenas copiou o conceito e o adaptou a um modelo comercial e na sequência Google, RIM, Nokia, dentre outras, a copiaram também.

    Como essa coisa toda é muito recente para venda de apps o processo descrito por você é compreensível.

    Com o passar do tempo e com a maturidade desses modelos negócios uma acomodação ocorrerá naturalmente, com apps melhores e de maior valor coexistindo com apps mais baratas e gratuitas,

    Suspeito inclusive que a tendência dominante será a de que a maioria das apps venha a ser distribuída gratuitamente no futuro, com a principal fonte de receita deslocada para in app purchase.

  • Magerson disse:

    Acho ótimo os preços serem baixos. Na minha opinião é a única forma de combater a pirataria. Eu, como consumidor, não me sinto nem um pouco compelido a piratear um app que vale 0,99; 1,99 ou mesmo um pouco mais caros. O caminho é este.

  • Carlos Vargas disse:

    Acho esse papo pura balela…

    Nunca se vendeu tanto software em no mercado portátil. E o sistema da Apple reduziu a pirataria *DRASTICAMENTE*.

    Isso sem falar no modelo de distribuição da Apple que acabou com o software físico, eliminando custos de fabricação, entrega, estocagem…

    O fato é que ninguém é louco de rasgar dinheiro, e se cada vez mais desenvolvedores portam seus softwares para iPhone é porque vale muito a pena.

    E ainda acho que no futuro todos softwares serão grátis, sendo sustentado como mídia (propaganda direta, banners, product placement).

    Que tal um FIFA bancado pelo McDonalds, Duracell, Gillete, etc.. ?
    É o que eu acho que vai rolar…

  • Antonio disse:

    Isso vale uma resposta direta;

    Não!

  • Yuri Neitzel disse:

    É a Apple inovando nos preços!

  • Bia disse:

    Discordo do último parágrafo. Ao se escolher um smartphone para compra, Blackberry, iPhone, Android, WM, você faria sua escolha porque os apps são mais barato?

    É importante considerar que na AppStore tem muito desenvolvedor oportunista (que nunca havia programado na vida) que entrou nessa por ganância, fazendo lixos no preço mínimo (0,99) na esperança de ganhar dinheiro fácil.

    Para fazer bons softwares, e que amandureçam com o tempo, tem que investir tempo, ter conhecimento SÓLIDO, e, em muitos casos, manter equipes de trabalho. E lógico que isso custa dinheiro!

    Atualmente, quando vou comprar um aplicativo, gosto de conhecer melhor o desenvolvedor, seu portfolio, tempo de mercado… e principalmente, que tenha um bom relacionamento com a comunidade de usuários.

    Deixo como exemplo o pessoal do Omnifocus, que recebe reclamação por ser "caro" – 19,99. O Omnigroup é uma empresa de primeira, quem pagou pelo app não se arrepende. Por outro lado, qual o nível de satisfação de usuários de app com a mesma finalidade que pagaram 10 vezes menos?

    Desenvolvimento, quando levado a sério, custa dinheiro. E já está provado que pirataria não tem a ver com isso, diretamente. Pirataria é cultural. No Brasil sr pirateia até coisas baratas.

  • Gilberto disse:

    A app iSilo pra wm custa US$19,99 no site.Para iPhone custa US$9,99 na App Store.Acho que muita gente tava acostumada a pedir valores altos e com a App Store isso tá mudando.Em sites como o Handango,joguinhos para Symbian,WM,Palm OS chegam a custar US$59…maluquice isso.
    Pelo tamanho do negócio(app store)acho que ta todo mundo ganhando…inclusive a gente!

  • Willy disse:

    É importante essa discussão porque o modelo de negócio do Software Livre só funciona para quem usa. O desenvolvedor fica sem um tostão. Já o modelo da Apple Store a coisa fica mais interessante. Vale lembrar que estamos falando do mercado americano. No Brasil não vale a pena porque a cada 100 dólares vendidos na Apple Store chegam apenas 60 REAIS nas mãos do desenvolvedor (dependendo da época). Isso por causa dos impostos e taxas bancárias. Sou desenvolvedor e já pensei em escrever algo para iPhone mas depois de uma análise detalhada no mecanismo da Apple desisti. Prefiro ser independente e vender software para Mac/Pc onde posso cobrar um preço justo tanto para mim como para o cliente. Enfim, se morasse nos USA a coisa seria bem mais fácil…

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