Criar um processador do zero para o iPad pode ter custado à Apple US$1 bilhão

O The New York Times voltou a destacar os esforços de algumas empresas como a Apple para criar seus próprios processadores, traçando uma estimativa dos investimentos feitos por elas nessa área. A pesquisa feita pelo jornal sugere que elas estão economizando dinheiro na fabricação de semicondutores por cuidar apenas das pesquisas que envolvem o design e a criação dos chips, firmando contratos com terceiros para cuidar da produção em massa das unidades.

No entanto, mesmo sem investir na construção de instalações próprias para a criação de processadores, Apple, Qualcomm e NVIDIA ainda gastam um valor muito alto em pesquisa e desenvolvimento (P&D). No caso do A4, criado para o iPad, estima-se que os investimentos feitos sem a necessidade de construção de uma fábrica tenham ultrapassado a barreira de US$1 bilhão, isso porque ele foi um exemplo pequeno nessa área — a Intel investiu sete vezes mais que isso apenas para adaptar os seus processadores Nehalem (lançados em 2009) para notebooks no início do ano.

Construir uma fábrica dedicada a processadores custaria a uma empresa como a Apple outros US$3 bilhões, segundo o NYTimes.com. Mesmo usando esses chips em um número limitado de produtos próprios, ela ainda possui potencial para se tornar uma das maiores fornecedoras de tecnologia para dispositivos móveis, conforme seus gadgets baseados no iPhone OS continuarem crescendo no mercado.

[via 9 to 5 Mac]

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