Mercado de acessórios para iPad já está bombando

Muito se fala sobre o iPad, seus recursos, possíveis concorrentes, previsões de venda e como serão os apps desenvolvidos para ele, mas há outro segmento de mercado multibilionário que já está bastante agitado, antes mesmo da chegada da tablet da Apple às mãos de consumidores. Sim, são os famosos acessórios.

Desde que o iPod se tornou um hit no mercado, começaram a surgir em cada esquina empresas desenvolvendo acessórios dos mais diversos para o gadget, que depois se expandiram também para o iPhone. São cases, protetores de tela, docks, alto-falantes, controles remotos, suportes e por aí vai.

Acessórios para iPad

Duas dessas trocentas fabricantes se destacaram e fizeram de suas marcas sinônimos de acessórios para iPods/iPhones: Belkin e Griffin Technology. Elas só conquistaram esse título porque se especializaram em desenvolver acessórios inovadores, de qualidade e com designs que tornam os seus produtos bem “Apple-like” — como costumamos chamar os que são tão bem feitos que *poderiam* ter vindo de Cupertino.

Conforme já noticiamos, elas duas e muitas outras (como Scosche, GelaSkins, Sanho e SDI Technologies) não estão dormindo no ponto para o iPad. O lançamento da tablet da Apple certamente encheu os olhos dessas empresas, que veem um novo potencial assustador de receita.

O iPad é um produto bem diferente de um iPod/iPhone — primeiro pelo seu aspecto físico, muito maior e não tão portátil quanto um MP3 player ou smartphone, que se leva pra qualquer lugar. Além disso, trata-se de uma categoria de produto em que muitos usuários realizarão a compra pensando em um investimento de longo prazo, isto é, um iPad poderá ser usado por anos a fio pela mesma pessoa — aumentando o potencial de venda de acessórios, que não se defasariam tão rápido.

A própria Apple lançou alguns acessórios iniciais para o iPad no final de janeiro (dock com teclado, case de microfibra, kit para conexão de cartões SD…), mas eles só darão um ponta-pé inicial nesse novo mercado bombante. Quem se mexer agora, poderá se dar muito bem nessa história: só em 2009, estima-se que o segmento tenha gerado US$3,7 bilhões (!) em receita.

[via WSJ.com e BusinessWeek]

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