Vamos, que vamos: Universal Music Group entra no barco do iCloud [atualizado]

Pronto, agora vai: a última grande gravadora musical que restava assinar um acordo com a Apple era o Universal Music Group e, segundo a CNET News, a nova parceria está agora selada.

Logo - Universal Music Group

Os contratos entre Apple e UMG teriam sido assinados nesta tarde, a menos de quatro dias de sabermos tudo sobre o iCloud — na keynote de abertura da Worldwide Developers Conference 2011. Ela se junta, é claro, à Warner Music, à EMI e à Sony Music — além de grandes editoras musicais, segundo fontes próximas às negociações.

Ao que tudo indica, a receita de músicas “vendidas” (ou assinadas?) via iCloud será de 30% para a Apple, 58% para as gravadoras e 12% para as editoras. O novo serviço de streaming não estará disponível imediatamente na próxima segunda-feira, mas deverá ser lançado em breve.

É, a coisa vai ser boa. Google e Amazon.com que se preparem. 😉

Atualização (às 17h39)

O Los Angeles Times trouxe há pouco alguns supostos detalhes sobre o iCloud, que funcionará mais ou menos como todos esperam de um serviço de streaming de conteúdos multimídia (músicas, filmes, programas de TV, etc.) na nuvem.

A Apple oferecerá um trial do serviço para usuários do iTunes, e depois deverá cobrar algo em torno de US$25 anuais por ele.

Também há informações sobre a Apple integrar propagandas no iCloud, quem sabe até expandido a sua plataforma iAd — hoje em dia, restrita aos gadgets iPad, iPhone e iPod touch.

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