Rumor: iPhone 5 será exclusivo da Sprint, que firmou um contrato de US$20 bilhões com a Apple

iPhone 4 na SprintSe já não bastasse alguns analistas que sugerem coisas como o Apple TV se transformando em uma televisão [1, 2], um iPad 2 HD que chegou a ser produzido e (re)transformado em iPad 2 e outras “loucuras” cometidas pela Maçã, eis que surge um dos rumores mais doidos dos últimos tempos. Preparado?

De acordo com o The Wall Street Journal, a Sprint fez um acordo com a Apple segundo o qual a operadora se compromete a comprar 30,5 milhões de iPhones durante os quatro próximos anos, mesmo que estes não sejam totalmente vendidos para os consumidores. A coisa é tão “incrível” que eu vou explicar novamente: a Sprint — operadora norte-americana que deve começar a vender o iPhone a partir desse mês — assinou um contrato no valor de US$20 bilhões(!), no qual ela se “obriga” a comprar 30,5 milhões de iPhones nos próximos quatro anos, pagando uma média de US$655 por aparelho.

“Mas e se ela não vender essa quantidade imensa de iPhones?” Problema exclusivamente dela!

Você deve estar se perguntando por que cargas d’água uma empresa faria isso. É aqui que aparece a cereja do bolo. Segundo uma fonte muito confiável do BGR, tal investimento garantiria à telecom o *lançamento exclusivo* do iPhone 5. Para você ter uma ideia, esse rumor soou tão irreal que o BGR já sabia da história e, mesmo vindo de uma fonte confíavel, não noticiou a coisa, simplemente por não acreditar nela. Mas, com o surgimento desse suposto contrato da Sprint com a Maçã, tudo faria mais sentido.

Quer mais? O iPhone 5 funcionaria na rede 4G WiMAX da telecom. AT&T e Verizon Wireless só veriam o iPhone 4S, recebendo o modelo mais avançado somente no primeiro trimestre de 2012 — dotado de tecnologia LTE, e não WiMAX. No mundo todo, o iPhone 5 seria lançado com a tecnologia HSPA+, como a China Unicom andou espalhando por aí.

Mockup de iPhone 5 superfino

Ainda segundo essa fonte superconfiável, o smartphone exclusivo da Sprint seria equipado com uma CPU bem mais rápida, tela de 4 polegadas (similar à tela NOVA, da LG, porém com uma resolução maior), 1GB de RAM, design mais largo, porém mais fino e com uma bateria maior, 32GB de memória e iOS com APIs específicas para ele. Além disso, ele contaria com um botão “assistente” dedicado, possivelmente integrado ao botão Home, ativado por gestos ou algo parecido com o funcionamento do botão de uma câmera digital, que tem dois estágios de pressão (primeiro o foco e depois o disparo da foto).

Posso quebrar a minha cara, mas esse tipo de coisa não parece em nada com a Apple. Tudo bem que seria uma jogada de mestre assegurar um contrato de US$20 bilhões assim, dessa forma — acho que a Maçã seria a primeira empresa a conseguir arrancar tanto dinheiro assim de uma operadora, além de ser a primeira a conseguir fazer contratos de longo prazo tanto com fornecedores quanto com “clientes”, mas ainda assim simplesmente não consigo acreditar nisso.

Ainda bem que toda a verdade por trás do novo smartphone da Apple será revelada amanhã — sem transmissão de vídeo ao vivo, mas com cobertura do MacMagazine! 😉

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