Bill Gates se mostra bastante compreensivo em relação à sua nada lisonjeira menção na biografia de Steve Jobs

Conforme comentamos aqui na semana passada, a biografia autorizada de Steve Jobs, por Walter Isaacson, trouxe duros comentários do falecido ex-CEO da Apple sobre o fundador da Microsoft.

Recapitulando o que Jobs disse:

Bill basicamente não tem imaginação e nunca inventou nada, o que, creio, explica ele hoje estar mais confortável trabalhando com filantropia do que com tecnologia. Ele apenas copiou desavergonhadamente as ideias dos outros. […] Ele seria um cara mais aberto se tivesse usado ácido ou ido a um ashram quando era mais jovem.

Em entrevista com a apresentadora Christiane Amanpour, do programa “The Week” (da ABC News), Gates afirmou não se incomodar com tais palavras e que, em seus mais de 30 anos de “relacionamento” com Jobs, o gênio da Maçã teceu múltiplos comentários positivos e outros negativos sobre a sua pessoa.

A parte em questão está bem finalzinho do vídeo abaixo, por volta dos 6’40”:

“Então o fato de que, diversas vezes, ele se sentiu ameaçado, ele sentia como se fosse o bom mocinho e nós fôssemos os malvados, sabe, é muito compreensível”, disse Gates. “Eu respeito Steve, nós trabalhamos juntos. Nós nos estimulamos muito, mesmo como concorrentes.”

Gates também teceu comentários que indicam o quanto ele reconhece a importância da Apple e de Steve Jobs para a revolução da internet, da computação pessoal e da telefonia celular.

[via WinRumors]

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