Tim Cook recebeu bônus de cerca de US$102 milhões em 2017 e, agora, terá que voar em aeronaves privadas por segurança

A Apple publicou ontem na SEC1 seu mais recente documento para acionistas e, nele, podemos descobrir alguns detalhes sobre o desempenho da empresa este ano.

Como focalizou a Bloomberg, durante o ano fiscal de 2017, Tim Cook — como CEO da Maçã — recebeu um salário de US$3,06 milhões, além de US$9,33 milhões em bônus anual (um aumento de 74% em relação a 2016) e US$89,2 milhões em ações, totalizando cerca de US$102 milhões.

Nessa “brincadeira”, não somente o CEO se deu bem; os executivos Luca Maestri, Angela Ahrendts, Johny Srouji, Dan Riccio e Bruce Sewell também receberam um belo bônus de mais de US$3 milhões e, com todas as remunerações (salários, ações, etc.), chegaram a receber aproximadamente US$24,2 milhões cada, sendo Ahrendts a mais bem paga dentre todos.

Durante 2017, as despesas com viagens aéreas pessoais de Cook totalizaram US$93 mil e a Apple gastou cerca de US$224 mil em custos de segurança pessoal somente para o CEO. Por isso, o documento traz, além de números, a informação de que agora Cook precisará utilizar aeronaves privadas para realizar viagens de negócios e pessoais, a fim de melhorar sua “segurança e eficiência”, devido ao seu papel “altamente visível” como CEO da Maçã.

O documento ainda inclui seis propostas que serão tratadas na próxima reunião anual dos acionistas, que acontecerá em 13 de fevereiro no Steve Jobs Theater do Apple Park. Devido a uma capacidade limitada, porém, a companhia requer que os participantes se inscrevam em 22 de janeiro, às 8h da manhã.

via 9to5Mac

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