Mulher tem o rosto queimado após faísca do MagSafe incendiar máscara de oxigênio

Se você tem o costume de acompanhar o MacMagazine, então deve saber que comentamos alguns casos judiciais contra a Apple envolvendo gadgets e computadores que são “de outro mundo”. Dessa vez, no entanto, apesar do tom surpreendente, a razão pela qual a Maçã foi processada também é preocupante.

Uma denúncia apresentada ontem em um tribunal de Chicago (Illinois), pela americana Penny Manzi, descreveu um acidente sofrido por ela em janeiro de 2018. Manzi, que é acometida por uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), estava em casa usando um MacBook próximo à sua máscara de oxigênio e, no momento em que conectou o adaptador de energia ao notebook, uma faísca (supostamente originada pelo conector) incendiou a máscara, queimando-a.

Ela afirmou que a Apple estava ciente dos problemas que afligiam o conector MagSafe e, ainda assim, a enganou ao não notificá-la diretamente sobre os possíveis riscos. Para quem não se lembra, a Maçã já foi processada há quase uma década por adaptadores MagSafe defeituosos, incluindo o caso de um MacBook que pegou fogo por conta desse problema.

Para tentar sanar a polêmica, a gigante de Cupertino abriu, em 2011, um programa de substituição de adaptadores MagSafe, que foi encerrado no começo de 2014. Esse tipo de conector já teve duas gerações ao longo da sua vida e foi substituído pelo padrão USB-C/Thunderbolt 3 nos notebook mais recentes — o único modelo à venda que ainda utiliza essa tecnologia da Apple é o MacBook Air de 2017.

No processo, Manzi declarou que sofreu “danos pessoais e substanciais sérios” e pede uma indenização de US$75 mil pelo “sofrimento no passado e no presente, perda do ritmo de vida e despesas médicas” resultantes do incêndio.

via AppleInsider

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