Apple é alvo de mais uma investigação por suposta fraude fiscal em revisão financeira


Parece que o inferno astral da Apple chegou com alguns meses de antecedência em 2019. Depois de admitir o desempenho abaixo do esperado nas vendas de iPhones e reduzir sua expectativa de receita para esse trimestre fiscal, a empresa viu seu valor de mercado cair 10% para o menor patamar desde julho de 2017 e, para completar, ainda passou a ser investigada por uma firma de advogados por suposta fraude fiscal por conta do episódio. Bom, agora, não é apenas uma firma de advogados… são duas.

O escritório Bronstein, Gewirtz & Grossman, LLC, de Nova York, declarou que está investigando possíveis fraudes fiscais cometidas pela Apple ao longo do último trimestre e expostas, segundo eles, na carta em que Tim Cook anunciou a redução de expectativa de receita.

Assim como na investigação anterior, do escritório Bernstein Liebhard LLP, as suspeitas dos advogados giram principalmente em torno de declarações de Cook e da Apple acerca da China. Como bem se sabe, o CEO atribuiu parte da demanda reduzida de iPhones a imprevistos e dificuldades no mercado chinês — o que não bate com declarações dadas anteriormente pelo executivo a seus investidores, nas quais Cook afirmou que os negócios na China estavam “muito fortes”, com ênfase em um suposto desempenho positivo do iPhone.

De acordo com o escritório, as declarações não batem e podem ter levado investidores a impressões erradas e decisões que, em outro cenário, eles não tomariam. Os advogados estão pedindo que “qualquer pessoa ciente dos fatos relacionados a essa investigação”, bem como qualquer um que tenha comprado ações da Apple no último trimestre, entre em contato com a firma para mais informações.

Será que vai dar (mais) problema?

via MacRumors

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