Tim Cook afirma que metade dos contratados pela Apple em 2018 não tem diploma

Nesta semana, Tim Cook participou de uma reunião em Washington com a presença de Donald Trump, sua filha Ivanka Trump e outros que fazem parte do chamado American Workforce Policy Advisory Board (algo como Conselho Consultivo Americano de Políticas de Força de Trabalho).

Na reunião, o presidente americano tratou de elogiar os investimentos da Apple nos Estados Unidos, destacando que tudo isso foi possível graças à reforma tributária promovida por ele. Cook, por sua vez, destacou alguns pontos relacionados a educação, afirmando que a empresa foi cofundada por uma pessoa que abandonou a faculdade (Steve Jobs não completou o Ensino Superior) e que metade dos empregados contratados em 2018 (nos EUA) foram pessoas sem um diploma de universidade — algo que o executivo se orgulha muito.

O orgulho não se dá pelo fato de as pessoas não terem um diploma em si, mas sim por a Apple ser uma empresa aberta o suficiente a ponto de permitir que tais pessoas possam ser contratadas, dando oportunidades para todos — levando em conta a experiência prática da pessoa.

Isso não quer dizer que a empresa não invista em educação, muito pelo contrário: Cook informou que a Apple está focada em expandir seu programa Everyone Can Code (Todo mundo pode programar). Até o momento, 4.000 escolas americanas o adotaram, número que o executivo disse ser “um começo”. Ele destacou também a presença do programa em 80 faculdades comunitárias e o grande trabalho que a empresa vem fazendo em Austin (Texas), onde a Apple conta com um grande campus o qual será ampliado. Cook afirmou que, por lá, existe um déficit no número de vagas em comparação com o número de candidatos e que, por isso, tem orgulho em ajudar a melhorar esse alinhamento entre educação e setor privado.

Aos interessados, eis o vídeo completo do que rolou na reunião (tudo começa em 35’20”):

Tim… Apple?

A curiosidade da reunião fica por conta da — aparente — mania que o presidente tem de chamar executivos pelo primeiro nome seguido do nome da respectiva empresa. Assim, Tim Cook virou “Tim Apple”:

No passado, como podemos ver abaixo, Trump chamou Marillyn Hewson (presidente e CEO da Lockheed Martin) de “Marillyn Lockheed”:

Eu curti. A partir de agora peço que me chamem de “Eduardo MacMagazine”, por favor. 😝

via 9to5Mac: 1, 2

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