Paranoia: homem alega em processo que a Apple possui ligações com a máfia italiana (WTF?)

“Bizarra” é a melhor expressão para definir o processo aberto por Gregory McKenna na corte de Missouri, nos Estados Unidos. Morador de Beverly Hills, na Califórnia, ele alega que a Apple estaria envolvida em uma conspiração com a máfia Italiana para monitorá-lo em segredo, e até enviar gravações com ameaças por meio do seus iPods.

iPod shuffle esquizofrênico

Segundo ele, os dois gadgets da Maçã que teve até hoje — um iPod mini e um iPod shuffle — seriam apenas alguns dos meios que a organização estaria usando para invadir sua privacidade e ameaçá-lo, pois o processo também lista cômodos da sua casa e uma Toyota Camry. No entanto, os fatos mais malucos que o fizeram levar esse caso à justiça vieram dos produtos da Apple, que poderiam ter sido fabricados com transmissores ilegais, capazes de serem usados pela máfia para enviar mensagens enquanto ele ouvia certas músicas. Pelo menos, é o que está escrito no processo. 😛

Tais mensagens também teriam sido escutadas enquanto ouvia músicas em seus Macs (um iBook G4 e outro PowerBook G4) e em outros veículos, que o motivaram a mencionar no caso um mecânico de automóveis. Em uma das canções citadas por ele como exemplo (“Still Tippin”, do rapper Mike Jones), o demandante alega ainda ter ouvido a palavra “herpes” no ritmo de certos versos. Em outras, ele diz ser capaz de ouvir a frase “Eu vou te matar”, ao fundo das melodias.

No meio da sua história, ele ainda cita outras partes, como a polícia de St. Louis e “certos agentes do FBI”, que teriam negado proteção a ele após denunciar uma tentativa de agressão de mafiosos, “que tentaram coagi-lo a se tornar modelo em Nova York”. Não dá para negar que o coitado está passando por problemas mentais, mas eu acredito que ele devia ter sido conduzido a algum tipo de tratamento psiquiátrico há um bom tempo, então pode existir alguma ação de negligência por parte dos órgãos de segurança envolvidos no processo.

A justiça e a defesa das partes envolvidas ainda têm uma chance de rejeitar a situação. A Apple, por exemplo, está com processos muito mais importantes em jogo, mas esse não é o primeiro caso judicial maluco que a envolve de maneira curiosa. Em 2007, uma ação foi aberta envolvendo Steve Jobs em casos de assassinato, onde ele teria empregado um matador particular por cerca de duas décadas.

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