Apple, a empresa dos detalhes

Apple iPhone 3.0

Os detalhes não são detalhes. Eles fazem o produto.

—Charles Eames.

Um dos diferenciais que fazem muitos consumidores se apaixonarem pelos produtos e pelo sistema da Maçã é o cuidado com os detalhes, desde o kernel até a interface gráfica, do design até os materiais que compõem um produto.

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Processo de produção do MacBook monobloco (legendado em português)

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Tecnologia de bateria do MacBook Pro de 17 polegadas, aplicado posteriormente a todos os outros modelos

Cuidar bem daquelas pequenas adições, quase insignificantes ou que às vezes fazem toda a diferença, acaba formando usuários mais exigentes e críticos em relação a cada novidade, assim como fãs tão apaixonados como torcedores por seu time do coração.

Detalhes, eu poderia citar inúmeros, muitos dos quais eu via e logo pensava: “Caramba, que ideia genial, como vivia sem usar este recurso antes?”, e outros tantos com que acabamos esbarrando ou que descobrimos sozinhos durante o uso diário. Essas são pequenas funções que existem no sistema e que são extremamente úteis em sua simplicidade, desde o salvamento automático do Editor de Textos até a versatilidade do Time Machine e outros muito específicos, como o método de escrita de caracteres chineses.

Mexo no Mac há um tempo e posso dizer que cada vez mais é uma surpresa me deparar com algum recurso inédito ou novidade inesperada em cada atualização. Em épocas de Snow Leopard e iTunes 9 — dois bons lançamentos recheados de incrementos —, acredito que muitas surpresas, agradáveis e desagradáveis, esperam por nós.

Detalhismo, perfeccionismo e dedicação no que faz, um dos ingredientes do DNA do Mac. Para alguns, apenas uma empresa de tecnologia; para outros, uma paixão — e há os que vão além e afirmam que a Apple não vende apenas produtos, mas sim um estilo de vida. Bem, cada um com sua opinião. 😛 Discutir qual é o melhor SO não é relevante e entra naquela clássica lista: “política, futebol e religião não se discutem”.

E, para finalizar, que tal rirmos um pouco de nós mesmos? 😉

[Ideia do artigo: diversas matérias e textos em blogs internacionais e nacionais, entre eles o Wired.com.].

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