Novo estudo coloca iPhone como líder em satisfação dos consumidores, seguido por Android e Pre

Primeiro comprador do iPhone feliz

Cerca de 92% dos usuários de iPhones nos Estados Unidos consideram-no o smartphone ideal, e 90% o recomendariam para conhecidos — diz uma pesquisa revelada hoje pelo CFI Group. Um total de 1.000 usuários foram entrevistados, que somaram 83 pontos para o iPhone (de 100), 8% a mais que os rivais Google Android e Palm Pre, que ficaram com 77.

Primeiro comprador do iPhone feliz

Usuários de smartphones populares no segmento empresarial ficaram pra trás na pesquisa: o BlackBerry, da Research In Motion, ficou com 73 pontos, enquanto o Treo, da própria Palm, não passou de 70. Uma categoria que inclui o Symbian OS e o Windows Mobile registrou uma média de 66 pontos, apenas.

Ligando o iPhone à operadora com a qual a Apple tem parceria exclusiva nos EUA — a AT&T —, porém, a coisa não fica tão bonita: os entrevistados deram a ela uma taxa de satisfação de 69 pontos, comparados com 73 de clientes da própria AT&T que não usam iPhones. A Verizon Wireless e a T-Mobile empataram na primeira colocação, com 79, seguidas da Sprint, com 74 pontos.

A pesquisa mostrou que muita gente migrou para a AT&T atraída apenas ou principalmente pelo iPhone, visto que quase metade dos donos do smartphone da Apple disseram que prefeririam migrar para outra operadora, enquanto 40% confirmaram estar na AT&T apenas por causa do iPhone. A Verizon, por sua vez, é a operadora ideal para 86% dos donos de smartphones, mas não possui aparelhos tão atraentes para oferecer ao mercado.

“O iPhone tem vendido que nem banana na AT&T, mas todo esse sucesso tem um preço em termos de satisfação geral”, afirmou Doug Helmreich, diretor do programa do CGI Group. “No final das contas, quem está migrando pode jogar a satisfação bem pra baixo se já não estava a fim de escolher a AT&T [espontaneamente].”

O mundo ideal realmente seria cada consumidor poder comprar o aparelho que melhor lhe conviesse e ao mesmo tempo poder utilizar a operadora de sua preferência, independente dos seus motivos. Em países como os EUA, a coisa é ainda mais feia, já que os consumidores não têm nem uma segunda opção.

[via CNET News]

Posts relacionados

Comentários