Kindle para iPhone: será que vale?

Muito barulho foi feito nesta semana quanto ao Kindle. Sua nova versão, que é até mais bacaninha, deve chegar ao Brasil logo mais. Porém, desde o começo de abril deste ano o produto pode ser usado também na sua versão para iPhone.

Como voraz leitor de livros (devoro de um a dois por mês e confesso: adoro biografias), testei o Kindle no meu iPhone. A experiência foi boa e o software quebra um galho, sim.

Kindle for iPhoneKindle for iPhoneKindle for iPhone

Tudo bem que as expectativas quanto ao produto não eram altas. Toda hora que vejo o Kindle lembro-me de um tijolo branco, meio sem graça. O engraçado é que o primeiro iPod foi assim e não peguei esse “significado” dele, na época…

De qualquer forma, o app é simples. Logo após a sua instalação, ele pede o registro pela sua conta no Amazon.com. Se você nunca comprou livros (ou o serviço de armazenamento de dados online) deles, tenha o cuidado de se registrar por lá primeiro.

Em seguida, o próprio KIndle oferece alguns capítulos de livros que podem ser comprados. Baixei o último do Dan Brown, o “The Lost Symbol”. Senti falta apenas do fato de que a escolha de títulos não é feita dentro do programa, mas sim por meio de uma janela do Mobile Safari. Aí que entra a saudade da eficácia da iTunes Store.

Outro item que pegou mal é que a assinatura de revistas e jornais pelo Kindle, no iPhone, ainda não está disponível. Talvez seja pelo tamanho da tela do smartphone, ou até mesmo para não dar ouro ao bandido.

Mesmo com esses dois detalhes, o aplicativo quebra um galhão em momentos de espera, como antes de reuniões, no aeroporto e no táxi. É possível mudar o tamanho da fonte do livro (ótimo para míopes, como eu) e até a cor de fundo, para não cansar a vista.

O preço dos livros fica na média dos US$10, arredondados. Antes de comprar um título, geralmente é possível baixar um capítulo de amostra. São mais de 350 mil obras disponíveis e a ferramenta também é compatível com o iPod touch.

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