WSJ.com traz novos detalhes sobre a iTablet: revolução de TV e revistas, dispositivo para a família

A poucos dias da keynote que a Apple marcou para a próxima quarta-feira, rumores e novas informações sobre a sua tablet continuam pipocando por aí. Só nas últimas 24 horas, publicamos quatro artigos relacionados no MacMagazine: 1, 2, 3, 4. Pra adicionar ainda mais lenha à fogueira, o Wall Street Journal trouxe agora há pouco mais um artigo-bomba cheio de novos detalhes sobre o produto.

Numa matéria intitulada Apple Sees New Money in Old Media, o veículo fala sobre os detalhes e esforços da Apple para entregar conteúdos de alta qualidade em seu novo Mac touchscreen. Para eles, o dispositivo — que terá um teclado virtual — será destinado a toda a família, que poderá compartilhá-lo para ler notícias, ver emails e deixar mensagens uns para os outros em um mural virtual. O bacana é que a Apple teria trabalhado num software de reconhecimento facial (tal como o já existente no iPhoto), que no futuro permitiria que a tablet identificasse quem a estaria utilizando.

Conforme já foi bastante discutido anteriormente, a reportagem cita que a Apple tem discutido e trabalhado de perto com editoras e veículos como New York Times, Condé Nast e HarperCollins para criar novas formas inteligentes e interessantes de entregar conteúdos para usuários da tablet, incluindo livros, jornais e revistas. Paralelamente, parceiras com Disney e CBS oferecerão serviços de assinatura mensais para consumidores interessados em ter acesso “ao melhor da TV”.

Aprendendo com o sucesso do iPhone/iPod touch, a Apple teria trabalhado também de perto com desenvolvedoras de jogos como a Electronic Arts para posicionar a sua tablet como uma poderosa máquina de games. Outro foco importantíssimo do produto seria o acesso a livros-texto (acadêmicos), estimulando a sua adoção por escolas e universidades.

Por fim, o jornal também cita um possível portal iTunes.com — que levaria a loja musical da Apple para a web, acessível de qualquer lugar via cloud computing. Em paralelo a isso, eles corroboram informações sobre uma maior proximidade da Apple com a Microsoft, que colocaria o Bing como buscador padrão no iPhone e poderia usá-lo até mesmo para substituir os mapas atualmente cedidos pelo Google.

Tudo indica que o objetivo da Apple é revolucionar os segmentos supracitados tal como ela o fez com música (iPod) e telefonia celular (iPhone). Estou curiosíssimo para ver o que vem por aí.

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