Surge primeiro caso de iPod nano explodindo no Brasil

iPod nano após explosão no Brasil

Há tempos nós registramos casos de iPods explodindo aqui e ali no MacMagazine (1, 2, 3, 4), mas até agora não havíamos ouvido sobre nenhum caso ocorrido no Brasil, especificamente. Mas foi exatamente isso que aconteceu com o nano branco da leitora Catarina Mariotto Cardoso, há pouco menos de duas semanas.

iPod nano após explosão no Brasil

O modelo em questão é o iPod nano de primeira geração (1G), fabricado entre setembro de 2005 e dezembro de 2006. Para a (in)felicidade da Catarina, a Apple já publicou um documento de suporte trazendo informações sobre superaquecimento de baterias desses iPods nano:

Em sua declaração, a Apple alega que o problema é raro — e pode ser mesmo, julgando que milhões de unidades foram vendidos e o número de reclamações foi pequeno —, causado por baterias provenientes de apenas um fornecedor.

Tais baterias podem fazer com que a estrutura do iPod nano fique deformada, sofra mudança de coloração ou então faça o gadget parar de funcionar permanentemente — e até explodir, é bom lembrar. Nesses casos, agora é possível contatar a Apple para uma substituição da bateria, porém apenas para esse modelo de iPod nano, existente nas cores preta e branca.

O problema é que a Catarina tentou contato com a Apple durante essas duas últimas semanas e não obteve nenhuma resposta. Ela também se dirigiu a uma assistência técnica autorizada, a qual lhe informou que não poderia ajudar.

O iPod nano da Catarina explodiu do nada, enquanto era recarregado — conectado via USB. Felizmente, o acidente apenas queimou uma parte da mesa (e inutilizou o gadget, evidentemente), não deixando ninguém ferido.

“Coloquei meu iPod para carregar no notebook — como faço há quatro anos — e, passado algum tempo, vi que havia no aparelho um ícone de “iPod triste”, o qual significa que não houve reconhecimento do aparelho pelo computador”, conta a Catarina. “Peguei o iPod nas mãos e, quando o coloquei na mesa, vi que minhas mãos estavam pretas. Ao tirar a capa do aparelho, observei que ele estava todo derretido e que até mesmo o cabo estava queimado.”

Vamos torcer para que a Catarina consiga resolver essa questão da melhor forma possível e que novos casos como esse não surjam por aí, afinal, a probabilidade de algo mais grave acontecer não é lá tão pequena.

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