Universidade de Princeton e outras prestam esclarecimentos sobre problemas com iPads, mas não pretendem bani-los

iPad visto de baixo, deitado e grande

Desde que os primeiros relatos começaram a surgir em Princeton envolvendo problemas de rede entre iPads e a universidade local, diversos artigos já apareceram em grandes sites de tecnologia alegando que algumas universidades norte-americanas estavam ameaçando o banimento de iPads das suas redes internas. Relatos mais recentes não incluíram apenas esta instituição, mas também as Universidades Cornell e George Washington.

iPad visto de baixo, deitado e grande

Como responsável por uma coluna de tecnologia no BusinessWeek, um dos sites que publicou informações sobre banimento de iPads em universidades, Steve Wildstrom veio a público prestar alguns esclarecimentos e encerrar a onda de especulações sobre o tema. No que diz respeito a Princeton, nenhum iPad está sendo arbitrariamente banido da universidade, mas, conforme mais alunos estão aparecendo nas suas dependências com a tablet, ela presta esclarecimentos ressaltando a existência de problemas.

Toda a investigação interna conduzida pela instituição sobre o assunto pode ser acompanhada online, com a promessa de que ela aguarda por uma correção da Apple no iPhone OS 3.2 para encerrar os alertas sobre o uso de iPads em sua rede interna. Enquanto a isso, a Universidade Cornell analisou sua rede interna e liberou o acesso de iPads sem problemas para os alunos (de acordo com Wildstrom, é possível até encontrar tablets à venda na livraria da Cornell).

Já a Universidade George Washington passa por um problema similar ao enfrentado por Princeton, mas também não está banindo iPads. Segundo ela, os gadgets funcionarão nas suas dependências a partir do segundo semestre, o que sugere uma previsão para o lançamento do primeiro update para o firmware 3.2 de iPads.

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