Chegada do iPhone 4 às lojas é um sucesso para a Apple, mas um martírio para seus fãs

Já virou uma tradição tão repetitiva que nem tem mais cara de notícia: um produto novo da Apple chega às lojas e as pessoas enfrentam a fúria dos elementos para colocar as mãos nele o mais rápido possível (até John Gruber encarou o sol de verão, depois de pensar se o Android não seria uma alternativa melhor, hehe).

Não podia ser diferente com a maior revisão do smartphone com uma maçã no verso desde sua primeira versão, em 2007: o iPhone 4 atraiu milhares de pessoas para a porta de Apple Retail Stores ao redor do mundo.

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Fila na Fifth Avenue, em Nova York

Em vários locais é notável a formação de duas filas: uma para pessoas que reservaram o aparelho para retirada na loja com antecedência e outra para compradores sem reservas. Infelizmente, não há iPhones 4 suficientes para todos em muitas lojas. Já houve casos de filas com mais de mil pessoas receberem a triste notícia de que nem todos poderiam ser atendidos.

Para serem os primeiros, muitos compradores tiveram que ficar 48 horas esperando e ontem já havia pequenas multidões aguardando. Tem quem acredite que a oportunidade é boa para “fazer amigos para a vida toda”, segundo um dos compradores na fila de Regent Street. Marco Arment, desenvolvedor responsável pelo app Instapaper, teve a sorte de estar numa fila atendida com água e lanches, na Apple Retail da Fifth Avenue.

Fila na Regent Street, Londres

Fila no distrito de Ginza, Tóquio

Fila no Carrousel du Louvre, Paris

Fila na Michigan Avenue, Chicago

Em redes como Best Buy e Walmart as coisas não foram nada bem: suas lojas contavam com no máximo cinco aparelhos, os quais foram vendidos prontamente, para a frustração dos compradores.

Aparentemente, nenhum dos problemas já relatados pelos consumidores (como telas manchadas e recepção de sinal duvidosa) pareceu importunar a festa do lançamento de hoje. Talvez a única coisa que impeça a Apple de fazer mais sucesso ainda seja sua capacidade de fabricar iPhones 4 para atender a demanda — algo que já se provou um desafio, no caso do modelo branco.

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