Tecnologia da Universidade de Michigan faz tela Retina do iPhone 4 parecer grosseira e antiquada

Símbolo da Universidade de Michigan

Não faz nem três meses que conhecemos a tela Retina do iPhone 4 e já podemos sonhar com algo melhor, menor, mais barato e mais eficiente. Às vezes eu odeio a tecnologia. 😛

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Símbolo da Universidade de Michigan

Enfim, o M que você vê acima é o menor símbolo da Universidade de Michigan já feito. Se você notar a escala da imagem, vai perceber que essa letra é extremamente pequena, tendo sido ampliada mais de cinco mil vezes. O que vai enlouquecer sua mente é saber que esta é uma nova tecnologia para telas com pixels até oito vezes menores que os encontrados no iPhone 4 [aqui você pode ter uma noção melhor da escala].

Tal nível de detalhe é conseguido pelo uso de pequenas fendas em sanduíches de metal e material dielétrico. Dependendo da distância entre as fendas, diferentes comprimentos de onda, ou seja, cores são capturadas e outras têm passagem permitida. “Com nanoestruração, podemos decompor luz branca em quaisquer cores”, disse Jay Guo, professor do Departmento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação.

Além de prover essa definição incrível a imagens, a nova tecnologia poderá resultar em telas mais simples de fabricar, dado que empregam menos camadas que as LCDs usadas atualmente, e mais eficientes no uso de energia. A invenção foi publicada num trabalho científico intitulado “Plasmonic nano-resonators for high resolution color filtering and spectral imaging”. Vai levar um bom tempo até vermos um iPod nano com tela de resolução 4k, mas de repente o futuro parece muito mais interessante. 😉

[via Cult of Mac]

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