Rapidinhas do MM: HD no iMovie ’11, iPad em hospitais, o pior do iPhone e muito mais

Periodicamente, reunimos nas Rapidinhas do MM tópicos sucintos com assuntos menos relevantes, que não achamos significantes o suficiente para virarem artigos completos por aqui, mas que podem interessar a muitos de vocês.

Eis a nossa seleção de hoje. 😉

iMovie '11 exportando vídeos 1080p

  • iMovie ’11 exporta HD 1080p para o YouTube (MacStories): o achado acima, nas opções de compartilhamento, foi do italiano HDBlog. Pelo visto a Apple está convencida do potencial do YouTube, agora que seu programa de edição de filmes amadores faz uso pleno dos tamanhos de alta definição do serviço de compartilhamento de vídeos do Google. Ironicamente, nenhum dos gadgets que rodam o iOS são capazes de processar esse tipo de conteúdo. 😛
  • iPad faz muito sucesso em hospitais (The Sun): pelo visto tablets são os prontuários do futuro. Os médicos de Chicago (Estados Unidos) estão adotando o iPad com força total, usando-os para as mais diversas finalidades — rever registros, mostrar raios X para pacientes, revisar referências de interações medicamentosas… pense numa tarefa, eles fazem com o iPad, sem ter que se prender a uma mesa ou teclado para anotar informações eletronicamente. A University of Chicago Medical Center, por sinal, vai colocar uma tablet da Apple na mão de cada residente, o que não impede muitos profissionais de usar seu próprio iPad para trabalhar.
  • Google TV é um pouco aberto demais pra algumas emissoras (WSJ.com): pelo visto nem todo mundo adora essa conversa de “abertura”. As emissoras ABC, CBS e NBC instituíram um bloqueio em seus sites que impede que filmes possam ser exibidos na implementação de set-top box da gigante de buscas. Já faz um tempo que emissoras não se dão bem com o Google, mas até o Hulu fechou suas portas para esta novidade. Sinto que alguém precisa estabelecer parcerias, para que esse produto dê certo…
  • As piores coisas do iPhone (Boy Genius Report): fazia tempo que uma dessas não aparecia. Apesar de ser fantástico em algumas coisas, o smartphone da Apple ainda deixa a desejar em certas áreas, e as reclamações de alguns consumidores certamente vão coincidir com as de Zach Epstein. Segundo ele, o iPhone é o pior smartphone para ver vídeos no YouTube, por causa da compactação dos vídeos em 3G e por falhar em redes Wi-Fi; ele tem o pior sistema de autocorreção [em inglês]; ele não tem widgets; não é possível fazer coisas como (des)ligar Bluetooth/Wi-Fi sem ter que cavar um menu de configurações; até a multitarefa do iOS 4 é criticada, pelo fato de não ser possível fechar (de verdade) um app sem ter que fazer todo um ritual de conjuração de deuses pagãos de double-Home, hold, tap. O pior de tudo seria o sistema de notificações, que interrompe tarefas e pode gerar uma avalanche de alertas sucessivos. Qual a sua opinião quanto a essas queixas? Você adicionaria outras?
  • Adivinha quais países não estão na lista de localizações do FaceTime para Mac (SaudiMac): Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Egito. Percebe um padrão? Apenas Jordânia e Catar estão nesta lista sem ter suporte ao recurso no iPhone/iPod touch.
  • Próxima versão do Windows será “a aposta mais arriscada da Microsoft” (ZDNet): pelo menos foi o que o Ballmer disse durante uma entrevista no Gartner Symposium. O que há por trás dessa declaração, acho que nem o próprio Ballmer sabe… Será que o pessoal da Microsoft pretende levar o Windows Phone 7 de volta ao PC? Seria bem “A Volta dos que Não Foram. 😛 A resposta (e o Ballmer sendo… o Ballmer) está no vídeo logo abaixo, nos primeiros segundos.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=iI47b3a9cEI[/youtube]

  • Office 2011 para Mac requererá ativação após instalação (MacNN): segundo o OfficeforMacHelp.com, a nova suíte só vai poder ser usada em um aparelho de cada vez a cada 90 dias — você só pode trocar a licença de três em três meses, e o processo envia várias informações para a Microsoft (versão da licença, idioma, chave do software, endereço de IP e informações tiradas da configuração do hardware do computador). Edições prévias do Office permitiam que cada licença fosse usada em duas máquinas (um laptop e um desktop), contanto que não estivessem na mesma rede local durante o uso. Soa microsoftiano draconiano? Vamos torcer pra que não passe de um rumor…

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