Na Apple, a ordem do dia é fazer pelo menos uma revolução por ano

Revolutionary Road

A magia pode ter começado no ano passado, mas desde a aurora dos tempos (também conhecida como a volta de Steve Jobs à Apple), os press releases da Maçã têm uma coisa que se repete com precisão quase mecânica: o uso da palavra “revolucionário”. O Final Cut Pro, lançado em 1999? “Uma nova aplicação de software revolucionária.” iTools, no ano 2000? “Uma categoria nova e revolucionária de serviços na internet.” E o Power Mac G4 Cube? Esse tinha “um sistema de resfriamento revolucionário“.

Revolutionary Road

E assim vamos, ano após ano, revolução após revolução. Em 2001, o iPod trouxe “o revolucionário sistema Auto-Sync”. O iTunes 3, em 2002, contava com Smart Playlists e proporcionou “uma forma revolucionária de ouvir músicas”. A “revolucionária iTunes Music Store“, em 2003, surpreendeu o mundo quando 2 milhões de faixas foram baixadas em pouco mais de duas semanas.

Chega a ser cansativo, listar todas as ocorrências dessa palavra, mas o pessoal da ZDNet fez uma compilação quase científica: cada grande lançamento, na Apple, é tratado como uma verdadeira mudança de paradigma. A última, claro, foi a Mac App Store, que “traz a revolucionária experiência da App Store para o Mac”.

Qual será a próxima? Eu aposto no iPhone R-UIM, com um revolucionário sistema universal de baseband compatível com operadoras GSM e CDMA. 😛

Posts relacionados

Comentários