Nielsen analisa o nível de preocupação dos usuários de smartphones com privacidade

Nielsen sobre privacidade

Com o advento dos sistemas operacionais modernos para smartphones, privacidade e compartilhamento sensato de informações tornaram-se tópicos preocupantes entre usuários, mas cada um tem uma opinião diferente a respeito desse tema. Prova disso são os resultados de uma pesquisa conduzida pela Nielsen nos Estados Unidos, que analisou o perfil de centenas de pessoas sobre os cuidados tomados com relação a privacidade.

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Como era de se esperar, pessoas mais velhas demonstram ter mais preocupações com aquilo que compartilham por meio de apps móveis: 63% dos usuários acima de 55 anos afirmaram se preocupar com privacidade; esse valor cai para 61% na faixa de 45 a 54 anos e para 56% entre 35 e 44 anos. Espantosamente, os adolescentes (13–17 anos), usuários mais ferrenhos de serviços online, não foram os mais relapsos: 56% deles estão atentos a suas informações. Os jovens adultos (25–34 anos), por sua vez, foram que apresentaram o menor número de preocupados (50%) e o maior de completamente desligados do tema (13%).

No geral, a maior parte das pessoas realmente preocupadas com privacidade são mulheres: 59% das entrevistadas assumiram se importar com o assunto. Enquanto isso, o total de homens com a mesma opinião não passa de 52%.

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Em smartphones, os apps que mais oferecem riscos à privacidade são os de redes sociais e serviços baseados em geolocalização, que podem expor diversas informações pessoais (incluindo por onde você tem andado) para muita gente. Como não existe uma série de melhores práticas para empresas assegurarem a privacidade dos usuários em serviços e aplicativos, cabe a cada um controlar o que compartilha ou não com o mundo.

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