Piper fala sobre vendas “modestas” de Macs em abril; BMO afirma que procura pelo iPad 2 ainda é grande

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Dois analistas de firmas diferentes publicaram hoje notas a seus clientes com abordagens variadas sobre a performance recente da Apple no mercado.

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Gene Munster, da Piper Jaffray, utilizou dados compilados pelo NPD Group (limitados ao mercado estadunidense) para dizer que as vendas de Macs em abril foram “modestas”, representando um crescimento de apenas 9% em relação ao mesmo período de 2010. Naquela época, a Apple tinha atualizado ambas as linhas de MacBooks e MacBooks Pro, o que evidentemente fez as suas vendas dispararem. Neste ano, ainda aguardamos a chegada dos novos branquinhos.

Para o trimestre fiscal que se encerra em junho (o terceiro de 2011, para a Apple), acionistas e investidores de Wall Street estimam um aumento de 22% nas vendas da companhia. Mesmo com um mês devagar em abril, Munster reitera que não enxerga dificuldades para a Maçã atingir essas expectativas (que são de 4,2 milhões de Macs comercializados, diga-se). Até mesmo os iPods estão melhores do que o esperado, diminuindo um pouco o ritmo de declínio anual.

Munster manteve um preço-alvo de US$554 para a NASDAQ:AAPL, atualmente classificada como “Sobrepeso” por ele. Os papéis da companhia tiveram hoje uma forte queda de 2,11%, fechando o dia cotados a US$333,30.

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Keith Bachman, da BMO Capital, afirma que a demanda por iPads 2 continua “muito forte” no mercado, embora os estoques da Apple já tenham melhorado bastante no geral.

O modelo mais popular, segundo uma pesquisa do analista, é o de 32GB — mas ele não especifica se se trata da versão Wi-Fi ou da Wi-Fi+3G. No trimestre de julho a setembro, Bachman estima que a Apple poderá vender cerca de 8,5 milhões de iPads.

Falando sobre o próximo iPhone, Bachman é mais um que não espera nenhuma revolução, e sim uma evolução. Uma das novidades que não chegará ainda — devido ao consumo exagero de bateria — é conectividade LTE (4G), mas ele aguarda câmeras melhores e até uma nova case.

O analista da BMO manteve seu preço-alvo de US$415 para a NASDAQ:AAPL, também classificada por ele como “Sobrepeso”.

[via Barron’s: 1, 2]

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