Analista afirma que Apple só lançará um iPhone de baixo custo se ele for “arrasar” no segmento

Mockup de iPhone nano, por Guilherme Madaleno

Mockup de iPhone nano, por Guilherme MadalenoMike Abramsky, analista da RBC Capital, teve a oportunidade de se reunir ontem com Tim Cook e Peter Oppenheimer, respectivamente COO e CFO da Apple.

Entre os assuntos discutidos estava um iPhone de baixo custo, o qual muitos imaginariam que seria um “iPhone nano”: pelo tom da conversa, a Apple está decidida a só entrar nesse segmento se o produto for “arrasador”, e não há nada certo sobre ela já ter ou não achado essa fórmula.

Pessoalmente, acredito que esse seja um caminho óbvio e natural para o iPhone. Foi assim com os Macs, foi assim com os iPods… será assim com os iPhones e também com os iPads. A Apple introduz uma nova categoria, a consolida e, quando é a hora certa, começa a expandi-la. É difícil um único modelo de produto atender às necessidades de todos os consumidores dentro de um mesmo segmento, e não basta apenas fazer pequenas variações de capacidade interna.

Um iPhone mais barato poderia custar cerca de US$100-150 para a Apple, a qual provavelmente o comercializaria por uns US$250-300 no mercado — e isso sem considerar o subsídio de operadoras. Tomando como base o iPhone 4, ele poderia oferecer uma carcaça mais simplória (de plástico?), tela não tão avançada e câmera de menor qualidade — daí surge aquela ideia de o iPod touch vir a ganhar basebands 3G para se transformar nesse iPhone de baixo custo.

Após essa reunião, Abramsky concluiu dizendo que a Apple tem em suas mãos uma “grande oportunidade global”. Ele manteve uma classificação de “Sobrepeso” para as ações da Maçã, com um preço-alvo de US$500.

[via AppleInsider]

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