Preocupados com repercussão negativa de notícias recentes, ministro Mercadante e representantes de Jundiaí voltam a falar sobre Foxconn no Brasil

Dilma Rousseff em reunião com Terry Gou
Dilma Rousseff em reunião com Terry Gou

Primeiro, uma bomba da VEJA no final de semana; depois, ainda ontem obtivemos com fontes próprias informações de que um iPad “Made in Brazil” não estará disponível até o Natal.

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Dilma Rousseff em reunião com Terry Gou
Dilma Rousseff em reunião com Terry Gou

Isso tudo, é claro, deve ter deixado os envolvidos com o projeto de cabelo em pé. Primeiro, falando ao Valor Econômico, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) afirmou que as negociações para a instalação de uma nova fábrica da Foxconn em território nacional continuam progredindo.

As discussões entre a Foxconn e o governo brasileiro continuam avançando significativamente para viabilizar os investimentos e a transferência de tecnologia para o Brasil em áreas estruturantes de tecnologia da informação.

O ministro Aloizio Mercadante reiterou que iPads começarão a ser produzidos em breve no Brasil.

Já o Jornal de Jundiaí, onde muito provavelmente essa nova fábrica será instalada, fez coro com Mercadante:

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O secretário de Desenvolvimento Econômico de Jundiaí, Ari Castro Nunes Filho, afirma que apurou que a instalação da empresa na cidade está “a todo o vapor”. “Conversei com o gerente geral da empresa e está tudo normal. Pode até ser que cortem gastos de outra forma, mas não aqui em Jundiaí”, afirmou.

Esse “corte de gastos” tem a ver com uma suposta negação do BNDES de entrar como sócio majoritário no projeto, abarcando capital via bolsa de valores.

A assessoria de impresa da Foxconn em Jundiaí não comentou as especulações.

[dica do Francisco Medeiros e do @thiagojdi]

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