Halex bodejando: meu Dock, meus programas essenciais

Ícone - Dock do Mac OS X

Quem me segue no Twitter já deve ter visto meu Dock uma ou duas vezes, mas como nunca falei dos programas que considero essenciais no meu Mac, talvez seja a hora de imitar o Rafael [1, 2] e falar dos apps que estão sempre aqui, à mão. Aliás, não só apps, mas também truques que uso para tornar o Dock mais útil.

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Dock do Halex em dezembro de 2011

A primeira coisa a destacar é que meu Dock é muito azul — também pudera, essa é minha cor favorita. Além disso, portador de TOC que eu sou, os ícones estão organizados em gradação de cor. Antes do Lion, isso era bem mais notável, mas com o advento do Launchpad eu achei por bem enxugar bastante o Dock e deixar apenas o mínimo necessário. Vamos aos apps, pela ordem:

  • Finder: além de ser a base do OS X, essa carinha feliz é quase como um “Sorria, você tem um Mac!” para espantar a melancolia.
  • Adium: eu usaria o iChat, não fosse o fato de quase todo mundo que eu conheço me obrigar a ter uma conta no Microsoft Live Messenger (que muita gente ainda chama de MSN). Isso pode vir a mudar em breve, mas até lá eu uso o pato pra me comunicar. Ele é naturalmente verde, mas uma das muitas opções de customização dele (em Settings » Appearance) é mudar a cor do ícone entre seis opções — se bem que você pode até abandonar o patinho de vez, colocando algo como a EVE ou um tema de LOST.
  • Safari: é meu navegador favorito, provavelmente porque eu não sou exatamente um “power-user”. Ele exibe as páginas maravilhosamente bem, é compatível com padrões da web, é rápido o bastante (a velocidade da internet é o verdadeiro gargalo, aqui) e funciona a maior parte do tempo, além de ter ganhado uma porção de coisas legais de uns tempos pra cá (Lista de Leitura, extensões e modo tela cheia são meus favoritos). Honestamente? Vai ser preciso o Safari ficar muito quebrado ou algum outro navegador ficar muito épico, pra eu mudar. #comodismo
  • Mac App Store: por falar em comodismo (ou comodidade, não sei), temos a loja de aplicativos da Apple. O que dizer dela? Bem, acredito que concentrar informações de pagamento e não ter que me preocupar se o desenvolvedor X ou Y é confiável já é o bastante para ser cliente assíduo da App Store. As notificações de updates são apenas a cereja no topo — se bem que eu gostaria que elas funcionassem em plano de fundo.
  • iTunes: acho que ele dispensa apresentações, especialmente agora que temos uma loja de músicas brasileira.
  • Twitter for Mac: gratuito, leve, rápido e ainda com genes do Tweetie, este app tem alguns pontos negativos, mas em geral ele me satisfaz bastante. No dia em que o Twitter resolver levá-lo para o “novo novo” padrão do site e do app para iPhones, vou pensar mil vezes antes de atualizar, ou então pensar com carinho em outras opções no mercado.
  • Pré-Visualização (Preview): este app é uma coisa de Deus! Edições rápidas em imagens, anotações em PDFs, assinaturas, correções de cor básicas, visualização de DOCs… Quando mudei pro Mac, nos tempos do Leopard, o Preview já era algo extremamente impressionante. Hoje, com a tremenda evolução que ele sofreu, não consigo viver num mundo em que seja preciso abrir um editor de texto pra ler algum DOC aleatório que mandam da faculdade.
  • Pixelmator: para um amador que não precisa viver de edição avançada de imagens, este é O Aplicativo — não é à toa que a Apple rasga a maior seda por ele. Por US$30, é basicamente um no-brainer comprar o Pixelamtor na Mac App Store, apesar de ele não ser exatamente um substituto perfeito para o Photoshop. Se você tinha curiosidade quanto a onde são feitas as imagens que ilustram os meus posts que falam de apps, agora já sabe. 😉
  • Lembretes (Stickies): na hora de anotar alguma coisa ou de agrupar informações para despejá-las alhures, estas caixinhas flutuantes são ferramentas preciosas. A única limitação delas atualmente é não poder existir sobre um app em tela cheia, mas, tirando isso, são essenciais em muitas tarefas rotineiras.
  • Preferências do Sistema (System Preferences): sempre que eu preciso mexer em alguma coisa, configurar um atalho de teclado ou alternar entre o Alex e a Raquel na hora de pedir a leitura de um texto, este é o atalho que uso.
  • Launchpad: ok, este ícone está aqui basicamente porque ele cria uma gradação bonitinha entre o cinza das Preferências e o preto do Dashboard. Não que eu não use o Launchboard, muito pelo contrário! Ele está ao alcance em um canto de tela ativo, com todos os apps organizados de acordo com a utilidade — os mais usados perto do canto de ativação.
  • Dashboard: não sei viver sem ele — e, mais especificamente, no modo overlay, que a Apple colocou de lado no Lion, chegando até a eliminar a tecla de atalho. Um crime!
  • “Dictionary”: o bolo é uma mentira! Do lado direito do Dock não dá pra colocar apps, apenas pastas e arquivos. Isto que parece ser o Dictionary é, na verdade, um PDF de referência que eu uso todo. Santo. Dia. Para ele ficar bonitinho, eu mudei o ícone dele. Como? Na janela Get Info de um app ou arquivo, você pode clicar no canto superior esquerdo para selecionar o ícone e então copiar & colar à vontade.
  • Pastas: em seguida vêm duas pastas para/das quais eu vivo arrastando arquivos. Só que tem um segredo… arrastar arquivos no Dock pode ser um esporte bem radical — um passo em falso e você acaba com 15 ícones a mais nele. Para evitar isso, eu uso um pequeno hack do Terminal que “trava” a entrada e saída de itens — para voltar ao normal, é só mudar o comando abaixo de true para false.

[code lang=”cpp”]defaults write com.apple.dock contents-immutable -bool true
killall Dock[/code]

Para finalizar, agora que vivemos em tempos de Lion, seguem imagens das minhas duas páginas de Launchpad — não vou comentar os apps um a um, pois ficaria aqui até 2012, mas vocês podem ter uma noção do nível de uso deles pela posição em relação ao canto superior direito (que é onde costumo chamar o Launchpad).

Launchpad 1 do Halex em dezembro de 2011

Launchpad 2 do Halex em dezembro de 2011

E aí, muitas diferenças em relação ao que vocês têm em seus Macs? 🙂

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