Analistas falam de possíveis produtos e estimam futuro financeiro da Apple

Logo da Apple com dinheiro/dólares

Se antes mesmo de ser a companhia mais valiosa do planeta a Apple já era cercada de analistas, imagine agora! E, como não poderia deixar de ser, eles adoram opinar também sobre o futuro (não somente financeiro) da empresa. Vamos aos principais destaques:

Canaccord Genuity

Para a empresa, a Apple ficou com 80% do faturamento da indústria de telefones móveis, com Research In Motion (RIM), Motorola, Sony Ericsson e LG apresentando resultados negativos; apenas Apple, Nokia, Samsung e HTC ficaram no positivo.

Gráfico - Canaccord

Contudo, quando o assunto é parcela de mercado, a empresa estima que o Android ficará com 57% enquanto a Apple vai abocanhar 22% até o fim do ano.

Sterne Agee

Para Shaw Wu, a melhor coisa que a Apple pode fazer agora é pagar dividendos para seus acionistas — algo entre 2% e 3%, bem próximo do que a Microsoft (2,6%) e Intel (3,2%), outras gigantes do setor, pagam para seus sócios. Tal movimento serviria para estabilizar a base acionária da empresa.

Vale lembrar que no próximo dia 23 acontecerá o encontro anual da diretoria da Apple e, entre outras coisas, esse deve ser um dos pontos discutidos.

Mizuho Securities

Abhey Lamba é mais um analista a acreditar que a Apple vai começar a pagar dividendos — ou até mesmo usar sua fortuna para recomprar papéis no mercado —, colocando o preço-alvo dos papéis da Maçã em US$635. Para o analista, a Apple continuará dominando o mercado de tablets, mesmo com a chegada do Windows 8. Ele indica ainda um EPS (Earnings Per Share) de US$50 para as ações da Apple (anteriormente, sua projeção era de US$43,35).

Technology Business Research

Esse é um rumor que nunca morre: iPad de 7 polegadas. Quem o ressuscitou foi Ezra Gottheil, dizendo que o modelo menor chegará ao mercado ainda em 2012 — mas não junto ao novo modelo que deve chegar em março. Para delírio geral, Gottheil acredita ainda que o novo modelo “mini” poderá ser vendido com uma case que integra um teclado. Sei…

Bernstein Research

Carlos Kirjner chamou a atenção por fazer uma pesquisa na qual vemos a importância da Apple para o Google. Nela o analista estima que, até 2016, a maioria das buscas será feita por dispositivos móveis, e não por computadores (desktops, notebooks, etc.).

Gráfico - Bernstein Research

Vale ressaltar que a pesquisa acima *não* inclui tablets — se adicionarmos essa categoria, com toda certeza chegaremos a esse resultado muito antes de 2016, especialmente nos Estados Unidos, onde a penetração de smartphones e tablets é bem alta.

Hoje, os iGadgets “promovem” o Google como sistema de busca, mas se um dia a Apple resolver trocar para o Bing (da Microsoft) ou para outro qualquer, com toda certeza a firma de Mountain View vai perder uma boa fonte de renda, afinal, dois terços das buscas mobile da empresa vêm do iOS.

[via Electronista, AppleInsider, Barrons.com, Computerworld, AllThingsD]

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