Analistas falam sobre “iPad mini”, novo iPhone de 4 polegadas e fazem suas previsões de vendas

Conceito de iPad mini

O analista Brian White, da Topeka Capital Markets, é mais um dos que acredita na chegada de um “iPad mini”. Em uma viagem para Taiwan, ele disse que continua ouvindo de fontes da cadeia de suprimentos que o novo gadget poderá chegar em setembro.

Conceito de iPad mini

Para White, não existe mistério: um iPad menor, mais barato, agradará tanto os consumidores mais sensíveis a preço quanto aqueles que desejam um iPad “mais portátil” — especialmente pessoas ligadas à área educacional, sejam eles alunos, professores, instituições, entre outros.

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Conforme os rumores da nova geração de smartphone da Apple vão aparecendo, analistas absorvem as informações e arrumam suas projeções de vendas para o aparelho da Apple. Mike Walkley, da Canaccord Genuity, afirmou que veremos uma desaceleração neste trimestre, e que ela continuará até setembro — para o Q2 2012, ele prevê vendas na casa dos 27 milhões; já para o terceiro trimestre, as vendas seriam de 24,3 milhões.

Contudo, para o fim do ano, Walkley projeta 50 milhões de iPhones vendidos, o que seria um recorde para a Apple. Ele recomenda a compra de ações da companhia, colocando um preço-alvo de US$775.

O analista acredita também que, em 2013, Apple e Samsung controlarão mais de 50% do mercado de smartphones — enquanto a Apple teria 21% (204,1 milhões de aparelhos vendidos), a Samsung ficaria com 31,3% (304,1 milhões de unidades comercializadas) — hoje elas representam cerca de 47% do mercado.

Já Mark McKechnie, da ThinkEquity, está um pouco mais otimista. Suas previsões indicam vendas de 29,5 milhões de iPhones para este trimestre (ante 35 milhões), enquanto para o Q3 2012 elas diminuiriam para 28 milhões (ante 34,4 milhões). Já no último trimestre do ano, a Apple comercializará 42 milhões de aparelhos (ante 40 milhões).

Para o iPad, McKechnie aumentou a sua estimativa, passando de 12 para 14 milhões neste trimestre, e de 12,6 para 15 milhões para o próximo (Q3 2012). Ele também recomenda a compra de ações da Maçã, fixando o preço em US$700.

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Ming-Chi Kuo, da KGI Securities — baseado em suas fontes na cadeia de suprimentos da Apple —, disse aguardar a chegada de um iPhone “mais alto”, trazendo uma tela de 4,08 polegadas a qual utilizaria a tecnologia in-cell, com uma resolução de 1136×640 pixels e 500-nit (unidade de luminância). Para ele, a Apple descartou a possibilidade de telas acima de 4,3 polegadas pois seria difícil operar o aparelho apenas com uma mão. Sua pesquisa também sugere que há um ponto de inflexão em 4,3 polegadas, em que telas maiores requerem muito mais capacidade de bateria.

Por falar em bateria, Kuo disse que ela permanecerá praticamente a mesma, com cerca de 1.400mAh. Ele também acredita que a tela mais “alongada” fará com que desenvolvedores economizem, já que seus apps rodariam tranquilamente na nova tela. Além disso, o formato 16:9 daria mais espaço para visualização durante a digitação de um texto (em modo retrato) e mais natural para a exibição de filmes (em modo paisagem). O analista também afirmou que esse novo formato colocará o alto-falante mais próximo dos ouvidos dos usuário, e o receptor mais perto de suas bocas.

Mockup do novo iPhone (preto)Mockup do novo iPhone (branco)

Novos mockups do próximo iPhone.

Kuo acredita que as peças que vazaram até o presente momento não são reais. “Dessa vez, a Apple consegue encontrar a fonte de vazamento facilmente”, disse ele. Na área das previsões, Kuo acredita que a Apple venderá 65-70 milhões da sexta geração do iPhone em 2012.

[via AppleInsider: 1, 2; Barrons.com]

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