Apple quer reeleger seus membros do conselho e é contra a criação de um “comitê de direitos humanos”

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Logo da AppleO relatório da Apple enviado à Securities and Exchange Commission (Comissão de Títulos e Câmbio) abordava mais assuntos do que a remuneração anual de alguns de seus executivos.

Para os próximos meses, a Apple recomenda a reeleição dos oito atuais membros do conselho. São eles: Tim Cook, o presidente Arthur Levinson e os diretores Al Gore, William Campbell, Millard Drexier, Robert Iger, Andrea Jung e Ronald Sugar.

Além disso, o documento pede que os acionistas votem contra algumas propostas. Uma delas, criada por John Harrington — que é dono de pelo menos US$2.000 em ações da Apple [NASDAQ:AAPL] —, visa a criação de um Comitê de Direitos Humanos. Ele serviria para “analisar as implicações das políticas da empresa, além de questões de conformidade legal para os direitos humanos de indivíduos dos EUA e do mundo inteiro, incluindo avaliar os impactos das operações da companhia e das cadeias de fornecimento nos recursos e no bem-estar público das comunidades anfitriãs”.

Segundo o documento tal comitê é desnecessário, já que a gigante de Cupertino “está comprometida com os mais altos padrões de responsabilidade social e de direitos humanos onde quer que ela faça negócios”.

James McRitchie, dono de pelo menos 200 ações da Apple, também apresentou uma proposta. Ela pede que o Comitê de Compensação adote uma política que retenha 33% ou mais das ações dadas pelos programas de igualdade de remuneração aos alto-executivos da empresa até que eles atinjam a idade normal de aposentadoria. A gigante de Cupertino retrucou, pedindo para os acionistas votarem contra essa medida, alegando que o programa de compensação atual já está de acordo com os interesses dos acionistas e encoraja os executivos a se focarem na performance a longo prazo da companhia.

[via TNW]

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