Como será que as baterias de smartphones e tablets ficam após dois anos de uso?

Bateria é, sem dúvida, um dos componentes mais importantes dos smartphones modernos. O assunto foi bastante discutido no episódio #125 do MacMagazine no Ar e foi o recurso mais desejado numa enquete que fizemos precedendo o lançamento do iPhone 6.

Pois bem. Apesar de muitos de nós trocarmos de aparelho anualmente, tantos outros utilizam o mesmo smartphone por alguns anos seguidos. E mesmo os que trocam de 12 em 12 meses, normalmente passam o “antigo” aparelho para um familiar ou revendem para alguém interessado.

Depois de algum tempo de uso, a gente sabe que os celulares perdem a capacidade total da bateria. No caso da Apple, ela diz que a bateria de iPhones foi projetada para reter até 80% da sua capacidade original por 500 ciclos completos de carga. Se levarmos em conta que a média de recarregamento de um iPhone é uma vez por dia, esses 500 ciclos representam pouco mais de 1 ano e 3 meses.

Um estudo da PROTESTE (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), porém, revelou que após 2 anos (730 dias) de uso a bateria do iPhone 5s continuou retendo 86,3% da carga.

Se analisarmos apenas o desempenho do iPhone, dá para considerar tudo muito bom. Mas ao colocar o aparelho da Apple do lado de outros da concorrência, vemos que o 5s foi o que mais “perdeu bateria” ao longo desses dois anos.

Tabela com comparativo de baterias

O destaque vai para o LG G Flex, que incrivelmente “ganhou” bateria!

Em tablets, o desempenho da Apple foi bem melhor1. No caso do iPad, porém, a Maçã afirma que a bateria dele foi projetada para reter até 80% da sua capacidade original por 1.000 ciclos completos de carga. E se levarmos em conta que dificilmente alguém recarrega o iPad todos os dias, os ciclos dele são bem mais diluídos que os do iPhone. Ou seja, além de aguentar mais ciclos, no fim de 2 anos a bateria do iPad foi bem menos utilizada do que a do iPhone 5s.

[dica do Tiago Albuquerque]

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