macOS Sierra virá com uma maior proteção contra aplicativos maliciosos no Gatekeeper

Após o anúncio oficial do macOS Sierra, na keynote de segunda-feira (13/6), já falamos do novo sistema de arquivos Apple File System (APFS), cobrimos o fim do app Game Center e hoje também vazaram códigos nele relacionados a novos MacBooks Pro.

Agora, o assunto é este aqui:

Gatekeeper no macOS Sierra

Imagem: MacRumors Forums

A janela acima é a das Preferências de Sistema “Segurança e Privacidade”, que é quase idêntica à do atual OS X El Capitan não fossem por dois detalhes: a opção de desabilitar o login automático, que antes ficava na área “Usuários e Grupos”, e a ausência da opção “Anywhere” (“Qualquer lugar”) na área referente ao Gatekeeper.

Antes que você entre em desespero, não se preocupe: mesmo com a ausência da opção, ainda é possível clicar com o botão direito do mouse (ou segurando Control) sobre qualquer app no macOS e pedir que o sistema o execute (e isso é lembrado a partir da primeira vez em que é aberto). Mas, com a remoção dela, a Apple mostra que quer proteger ao máximo usuários (principalmente leigos) impedindo que apps distribuídos fora da Mac App Store ou de desenvolvedores que não tenham obtido as devidas assinaturas para executá-los rodem tão facilmente no macOS.

Além dessa mudança mais prática, nos bastidores a Apple também está implementando medidas no Sierra de forma a dificultar o trabalho de crackers que tentem modificar remotamente os códigos de apps não-assinados. Para isso os engenheiros da Apple implementaram algo chamado “Gatekeeper Path Randomization”, que armazena tais apps em locais aleatórios no sistema embora, para o usuário, eles pareçam estar na sua pasta padrão de aplicativos.

Quem se interessar pelo assunto pode assistir à sessão “What’s New in Security” desta WWDC, que cobre também as novidades em segurança do iOS, do watchOS e do tvOS.

[via Ars Technica, 9to5Mac]

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