Novo relatório de pluralidade da Apple mostra avanços da empresa na área de inclusão social

A Apple divulgou hoje a edição de 2016 do seu relatório anual de inclusão e diversidade, e os números mostrados trazem um bom caminho para a empresa no sentido de representação de minorias e pluralidade sócio-racial dentro de Cupertino.

Segundo dados coletados em junho deste ano, a Apple é composta hoje por 56% de empregados brancos (um aumento de 2% em relação ao ano passado), 19% de asiáticos (queda de 1%), 12% de hispânicos (aumento de 1%) e 9% de negros (aumento de 1%). No campo do gênero, mulheres representam hoje 32% da força de trabalho da Maçã, significando uma subida de 1% em relação ao ano passado. Entre os cargos técnicos, esta porcentagem fica em 23% (aumento também de 1%) e, nas posições de liderança, elas são 28% (índice que manteve-se inalterado).

Falando exclusivamente de contratações realizadas nos últimos 12 meses, 37% delas foram de mulheres. Nos Estados Unidos, 27% das contratações do último ano foram de minorias sub-representadas, um saudável aumento de 6% em relação ao ano anterior. Com isso, garante a Apple, a empresa está trabalhando para acabar com a disparidade salarial entre gêneros e etnias.

Em comparação com algumas das suas maiores concorrentes, a Apple está indo muito bem nesse quesito. O Google, por exemplo, vê hispânicos e negros representando, respectivamente, 1% e 3% da sua força de trabalho; o Facebook, por sua vez, vê estes índices em respectivos 2% e 4%. Em ambas as empresas, o avanço ano-a-ano foi mínimo.

Quem gostou bastante dos avanços da Maçã foi o reverendo Jesse Jackson, ativista político e um ferrenho incentivador da valorização das minorias no Vale do Silício — que inclusive já criticou e elogiou a Apple em outras ocasiões. Em um comunicado, ele declarou:

Eles estão claramente ditando o ritmo, fazendo progressos notáveis pelos últimos três anos. Eles agiram com intenção, não só aspiração.

São números acalentadores, mas certamente ainda há um longo caminho a se percorrer. Vamos, Apple!

[via The Loop

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